Friday, 27 July 2012

Bem-vindo! E boas férias...

Olá Sr. Patriarca, bem-vindo à Ucrânia!
O processo de anulação de casamentos católicos vai ser mais rápido, explica o vigário judicial de Lisboa, padre Ricardo Ferreira.

Decorre este fim-de-semana a festa da Bênção do Gado. Esperam-se 200 mil pessoas em Vila de Riachos.

Em Fátima terminou o Encontro Nacional da Pastoral Litúrgica. Mais de mil pessoas participaram e ouviram dizer que é preciso liturgias mais sérias.



Já este serviço, por respeito às vossas férias, só volta em Setembro, a não ser que haja alguma notícia mais importante. Entretanto podem ir acompanhando as novidades no blogue e no grupo do Facebook.

Não deixe de ler o artigo desta semana de The Catholic Thing. Francis Beckwith pergunta se não é natural que um catequista católico se comprometa a ensinar de acordo com o catecismo católico? Pelos vistos alguns pensam que não.

Thursday, 26 July 2012

Obama cristão? No You Can't!

Talvez devia ter ficado calado...
Há dois padres portugueses na aldeia olímpica, mas não estão a competir…


No you can’t! Quatro anos mais tarde, Obama ainda não conseguiu convencer todos os americanos de que é cristão. Cerca de um em cada cinco continua a pensar que é muçulmano.

Não deixe de ler o artigo desta semana de The Catholic Thing. Francis Beckwith pergunta se não é natural que um catequista católico se comprometa a ensinar de acordo com o catecismo católico? Pelos vistos alguns pensam que não.

Wednesday, 25 July 2012

Saudosismo na Áustria e na Alemanha?

Quantos santos têm os cowboys?



E hoje temos um novo artigo de The Catholic Thing. Francis Beckwith pergunta se não é natural que um catequista católico se comprometa a ensinar de acordo com o catecismo católico? Pelos vistos alguns pensam que não.

Egopapismo e os Cinco de Arlington

Francis J. Beckwith
A diocese católica de Arlington, na Virginia, chamou a atenção recentemente ao pedir aos seus catequistas que assinem uma profissão de fé que esclareça que acreditam no Catecismo que a Igreja lhes encarregou de ensinar e que aceitam que a Igreja é guardiã e custódia dessa fé.

Resumindo, está-se a pedir-lhes que admitam que são católicos e que acreditam no Catolicismo. Mas pelos vistos isto é de tal forma polémico que cinco dos cinco mil catequistas diocesanos (incluindo professores de escolas paroquiais) demitiram-se por causa do pedido. Cinco, só para terem ideia, é o número de papas que serviram a Igreja ao longo da minha vida.

Pelo menos uma desses cinco catequistas, a Kathleen Riley, que tem 52 anos é, tal como eu (que tenho 51), filha da década de 70, o que significa que fazemos parte da primeira geração de católicos que foi formada espiritual e intelectualente “no espírito do Vaticano II”.

É claro que não houve nada de mal no Concilio Vaticano II; os seus resultados são um desenvolvimento natural de anteriores ensinamentos da Igreja. O problema tem que ver com a forma como estas alterações foram implementadas e compreendidas por um clero e religiosos que tinham uma agenda bem diferente em mente.

Como fiz notar nas minhas memórias de 2009, “Return to Rome”, a ausência de seriedade teológica que fluiu desta agenda foi o que me empurrou a mim, e a muitos outros, para os braços do Protestantismo Evangélico.

Quando eu estava no liceu católico, para dar apenas um exemplo, tive aulas obrigatórias de religião nos quais “Fernão Capelo Gaivota”, de Richard Bach, fazia parte da bibliografia. Isto era bastante típico da infidelidade catequética que dominava aquela era em muitas paróquias e escolas nos Estados Unidos.

Em vez de nos apresentarem grandes nomes da literatura católica, eramos brindados com este género de balelas (do livro de Bach): “Podemos subtrair-nos à ignorância, podemos encontrar-nos como criaturas excelentes, inteligentes e hábeis. Podemos ser livres! Podemos aprender a voar!"

Isto é bastante diferente de “Formaste-nos para ti, e nosso coração não terá sossego enquanto não encontrar descanso em ti”, ou até, mais contemporâneo, “os críticos modernos da autoridade religiosa são como homens que atacam a polícia sem nunca terem ouvido falar de ladrões”.

A senhora Riley é informática. Porque foi treinada como informática, e é uma profissional nesse campo, pode falar com autoridade sobre assuntos ligados à informática. Isto deve-se ao facto da informática, como tantas outras áreas do saber, ser uma tradição de conhecimento.

Ao longo dos tempos essa tradição, como qualquer outra, desenvolve práticas uniformes, formas de assimilar novas descobertas e formas de compreensão de conhecimentos estabelecidos, e uma hierarquia de experiência que fornece bases à autoridade daqueles que já se encontram nesta profissão.

Se, por exemplo, um leigo na matéria, como eu, fosse dizer a uma autoridade na informática, como a senhora Riley, que no fundo do meu coração acredito que o sistema operativo do iMac no qual estou a escrever este artigo “é igual” à mais recente versão do Windows, porque na minha opinião ambos “fazem a mesma coisa”, uma correcção da parte dela não seria uma injustiça.

Se me queixasse de que a sua correcção viola a minha autonomia e direito à dissenção, espero que ela me informasse, de forma simpática, de que tinha contribuído para o meu crescimento intelectual ao partilhar comigo a verdade.
Kathleen Riley, à direita, com outra "dissidente" de Arlington
Ela poderia insistir que, se eu continuasse a ter alguma dúvida sobre assuntos ligados à informática, existem formas estabelecidas através das quais poderia expressar a minha dissenção e, por ventura, alterar a trajectória da disciplina.

Poderia, por exemplo, submeter artigos a publicações de peer-review e apresentar textos em conferências profissionais. Se as iluminuras da profissão, as autoridades por assim dizer, não considerassem os meus argumentos convincentes, ou os achassem inconsistentes com o conhecimento que a profissão tem por indisputável, então talvez fosse altura de eu reconsiderar a minha dissenção e começar a entreter a ideia de que a falha é minha e não da profissão.

Tudo o que a Igreja pede aos Cinco de Arlington é que tratem a teologia da Igreja e os seus desenvolvimentos com o mesmo respeito e deferência que a senhora Riley espera de outros em relação à matéria na qual ela é perita.

Da mesma forma que ela e os seus pares epseram que os dissidentes no ramo da informática apresentem os seus argumentos nos confins da prática, do conhecimento adquirido e dos constrangimentos metodológicos que se desenvolveram ao longo dos anos para o bem da profissão, a Igreja espera que os dissidentes apresentem os seus argumentos nos confins da prática, do conhecimento adquirido e dos constragimentos metodológicos que se desenvolveram ao longo dos anos para o bem da Igreja.

Quais são, então, os argumentos dos Cinco de Arlington? Como sustentam a sua dissidência e como é que ela é consistente com, e um desenvolvimento natural de, a herança da tradição teológica da Igreja?

Dizer simplesmente – sem qualquer respeito pelo argumento, precedente ou normas estabelecidas de diálogo teológico – que “o Espírito Santo dá-nos a responsabilidade de ouvirmos as nossas consciências”, como afirma a senhora Riley, não passa de uma posição anti-intelectual e fundamentalmente irracional.

Os Cinco de Arlington, como muitos católicos e protestantes americanos, assimilaram uma compreensão contemporânea da teologia que é intrínsicamente hóstil à fé que afirmam professar. É um entendimento que encara as crenças teológicas como sendo irredutivelmente pessoais, privadas, não cognitivas e direccionadas pelas nossas preferências.

Isto nada tem a ver com liberdade intellectual. É uma condenação à solitária numa prisão egopapista.


(Publicado pela primeira vez na Sexta-feira, 20 de Julho 2012 em http://www.thecatholicthing.org)

Francis J. Beckwith é professor de Filosofia e Estudos Estado-Igreja na Universidade de Baylor. É autor de Politics for Christians: Statecraft as Soulcraft, e (juntamente com Robert P. George e Susan McWilliams), A Second Look at First Things: A Case for Conservative Politics, a festschrift in honor of Hadley Arkes.

© 2012 The Catholic Thing. Direitos reservados. Para os direitos de reprodução contacte:info@frinstitute.org

The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com o consentimento de The Catholic Thing.

Tuesday, 24 July 2012

Perdoa-me Papa! Ass. Paolo

Universidade do Peru procura jardineiros...
A Síria continua a dar que falar. Temos um artigo interessante com as opiniões do Patriarca Melquita, com sede em Damasco. Sua Beatitude Gregórios Halam III é muito pró-árabe e tem uma visão da realidade no Médio Oriente que muitos acharão surpreendente vindo de um líder cristão.





E por fim, o ex-mordomo do Papa, Paolo Gabriele, escreveu uma carta ao ex-patrão a pedir perdão.

Ontem, por lapso, disse que as ordenações de diáconos tinham sido em Viana do Castelo, na verdade foram em Viseu.

Wednesday, 18 July 2012

Médio Oriente com intolerância para todos os gostos!

"Nojento", Sr. Deputado, disse bem
A Síria está um atentado mais perto de guerra total. Entre as vítimas de hoje estava o mais alto representante cristão no Governo, o ministro da defesa. À medida que o conflito se agrava, também o factor religioso, de que já tinha falado aqui.

Entretanto um deputado israelita decidiu rasgar e deitar para o lixo um Novo Testamento, que apelidou de "nojento". Sim, porque é mesmo disso que o mundo precisa neste momento!

Como tínhamos avisado ontem, foi publicado um relatório sobre os esforços do Vaticano para tornar o seu banco mais transparente. Nada mau, mas falta fazer muita coisa, considera a MoneyVal.

Poderemos ter pastorinhos santos em 2017? Talvez, mas é difícil, diz a nova postuladora da causa de canonização, irmã Ângela Coelho.


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