quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Ahh... Os Bispos

Pe. Bevill Bramwell, OMI
No Rochedo de Cashel, na Irlanda, visitei as ruínas de uma fortaleza de um bispo. Alguém comentou: “Eles tomam sempre bem conta de si”. Eles eram os bispos. No tempo dos apóstolos os bispos eram pobres e viviam vidas de risco. Mas com o Édito de Milão (313) passaram a ter estatuto de funcionários imperiais, controlando terras, vilas e províncias. Ganharam honras civis e estipêndios. Eram barões e senhores.

Nada na forma como o cargo foi originalmente constituído indicaria que se deveriam comportar assim, mas em vez de darem testemunho na cultura, alinharam com ela. Nem todos os bispos o fazem, mas os que fazem são em número suficiente para que a sua taxa de consumo e ambição sejam um problema para a presença da Igreja no mundo.

Os palácios episcopais podem ser um grande problema. Claro que há bispos que vivem em casas modestas, mas quanto ao resto, as suas residências são um gigantesco contratestemunho para o trabalho oficial da Igreja. A Igreja é um corpo de testemunho. Por razões legais, está organizado numa série de corporações. Mais importante, a Igreja é fundamentalmente um testemunho de Jesus Cristo no mundo. E isso não implica ter muito dinheiro ou um estatuto social mais elevado.

O problema, do ponto de vista teológico, é que o bispo está limitado pelos parâmetros materiais da vida de Jesus Cristo e é simplesmente impossível dar testemunho credível de Jesus Cristo enquanto se vive uma vida significativamente mais rica que a de Jesus Cristo – a não ser que a mensagem da Igreja seja um mero acrescento. Viver a vida de Cristo é uma coisa pessoal, no sentido em que compromete toda a pessoa, corpo e alma. Cada aspecto da existência do indivíduo deve manifestar Cristo. Isto aplica-se igualmente aos padres, mas isso é tema para outra conversa.

Fatos Armani ou passatempos caros demonstram uma dependência de coisas materiais e não do Espírito. Também podem sugerir que a pessoa se imagina superior àquelas que a rodeiam, ou que se sente mais à vontade com as classes altas. Depois existem as outras benesses do trabalho – os convites para restaurantes caros, onde a conta é paga por outro; bilhetes grátis para grandes eventos; casas de férias emprestadas, e por aí fora, aparentemente sem limite.

Devia ser difícil, psicologicamente e espiritualmente, pregar o Evangelho aos domingos enquanto se vive este tipo de vida durante o resto da semana. Pelo menos se conhecer o Evangelho.

Uma vez perguntei sobre um caso de consumismo suspeito e responderam-me que o bispo podia fazer o que quisesse com o seu salário diocesano. Um excelente argumento – no mundo secular. O problema do testemunho mostra a falsidade da proposição. Há bispos que recebem o mesmo salário de padres com o mesmo tempo de serviço.

Os nossos valores não devem radicar no mundo secular. Se assim fosse, as conversões e a redenção seriam supérfluos. Para além disso, já existem bastantes organizações e pessoas a espalhar os valores seculares. A espalhar os valores contrários existe apenas a Igreja. Uma Igreja que é verdadeiramente contracultura. Demasiados católicos tentam viver nas margens de dois sistemas de valores contraditórios.

Residência do Arcebispo de Chicago, EUA
O dinheiro sempre foi uma matéria ruinosa para a vida dos funcionários da Igreja. Já ouvimos todas as desculpas. Que é necessário para o funcionamento da Igreja. Que o Clero precisa dele para arranjar os edifícios escolares e as igrejas e para dar conta de todas as necessidades na paróquia e na diocese.

A necessidade do dinheiro, contudo, desencadeia toda uma corrente de eventos relacionados com a angariação de fundos, como os bispos a serem tratados como ornamentos em jantares faustosos e bajulados por ricos.

E vai mais longe, estamos sempre a ouvir histórias de bispos a tratar de forma especial ricos ou poderosos e até a menosprezar a doutrina da Igreja.

Algumas devem ser verdade, uma vez que situações como católicos ricos a defenderem impunemente o aborto têm-se tornado um verdadeiro escândalo público. A afirmação de que estão a ser tratados de forma “pastoral” já não cola ao fim de todo este tempo.

Estamos perante um temor dos ricos? Ou dos poderosos? Ou será a vontade de ser aceite por eles? Será que os directores espirituais destes bispos falam com eles sobre estas questões? Afinal de contas, o trabalho de um director espiritual é ajudar o dirigido a tornar-se mais católico, ou por outras palavras, a assumir mais do ensinamento católico como verdadeiro. De tal forma, aliás, que se deve vivê-lo na prática.

Por último, devemos perguntar também em que hotéis chiques é que se encontra a Conferência Episcopal e em que restaurantes se juntam para comer durante as reuniões. Talvez se optassem por locais mais simples isso ajudaria a quebrar a ilusão de que os bispos se devem sentir magicamente em casa entre os ricos e os poderosos. Mandar vir umas pizas para uma reunião de trabalho talvez fosse simultaneamente um bom testemunho público e um acto de humildade.

Rezemos para que Deus nos conceda um corpo de bispos a viver vidas consistentes e a ensinar doutrina consistente – não movidos pela arbitrariedade, mas vivendo a vida e Cristo – o único Cristo.


(Publicado pela primeira vez no Domingo, 11 de Agosto, 2019 em The Catholic Thing)

Bevil Bramwell é sacerdote dos Oblatos de Maria Imaculada e professor de Teologia na Catholic Distance University. Recebeu um doutoramento de Boston College e trabalha no campo da Eclesiologia.

© 2019 The Catholic Thing. Direitos reservados. Para os direitos de reprodução contacte: info@frinstitute.org

The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com o consentimento de The Catholic Thing.

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Dois Caminhos

Pe. Jeffrey Kirby

Na vida encontramos duas correntes, que Nosso Senhor Jesus descreveu como dois caminhos. São Paulo desenvolveu mais esta noção ao descrever a batalha entre os que têm coração de carne e os que têm coração espiritual. Santo Agostinho, o protegido espiritual do Apóstolo dos Gentios, elaborou toda uma teologia com base na noção de duas cidades: A Cidade de Deus e a Cidade dos Homens. Fazendo eco da sabedoria do Senhor, o Doutor da Graça compreendeu que estas duas cidades eram formadas por dois tipos diferentes de amor. Uma das cidades procurava amar a Deus, a sua Lei e o próximo – enquanto a outra cidade era refém do narcisismo.

O Papa São João Paulo II traduziu estas duas noções para uma linguagem mais contemporânea. Na sua monumental encíclica Evangelium Vitae, de 1995 (em larga medida uma continuação mais desenvolvida da anterior Humanae Vitae do Papa São Paulo VI), o amado Papa criou dois termos que agora são parte integrante da visão católica do nosso tempo: a cultura da vida e a cultura da morte. Nestas expressões o Papa santo voltava a mostrar que existem dois caminhos e dois amores na vida. Estes caminhos e os amores que revelam dão aso não só a “cidades” mas também a culturas. Alimentam-se dos seus próprios amores.

A cultura da vida chama-nos a um serviço sacrificial a Deus e ao nosso próximo, sobretudo aos mais vulneráveis e necessitados, cada vez mais elevada. Radicado num amor por toda a gente, a cultura da vida crê, vive e labora para espalhar a mensagem de que toda a gente tem dignidade, todas as pessoas são um dom de Deus e todas as pessoas – por mais manchadas de pecado original e pessoal – devem ser estimadas e respeitadas.

Esta afirmação é um irritante para a cultura da morte. Essa cultura odeia a mensagem, despreza o mensageiro e procura retirar a dignidade e o respeito – enquanto professa o contrário – aos mais vulneráveis e fracos de entre nós.

Não obstante estas provas de consciência pesada, a cultura da morte preocupa-se unicamente consigo e com os seus desejos. Procura destruir tudo o que lhe seja inconveniente ou desconfortável. Os fracos e os vulneráveis são presa fácil numa cultura destas.

Por isso, para além de alimentar o seu próprio amor a Deus e ao próximo, uma cultura da vida robusta deve expor e combater a cultura da morte. Esta batalha é inevitável e quem vive uma forte cultura da vida compreende a sua necessidade. Logo, trabalha para desmantelar os argumentos, enfraquecer a sedução e impedir a influência e as estruturas de uma cultura antivida.

No Evangelium Vitae o Papa João Paulo II identificou correctamente uma “conjura contra a vida”, que “não se limita apenas a tocar os indivíduos nas suas relações pessoais, familiares ou de grupo, mas alarga-se muito para além até atingir e subverter, a nível mundial, as relações entre os povos e os Estados.” (#12)

As raízes desta conspiração encontram-se na revolta de Lúcifer contra Deus. O maligno espalhou essa revolta através das mentiras que contou aos nossos primeiros pais e do seu pecado no Jardim do Paraíso. Esta cultura da morte levou ao homicídio do seu primeiro filho Abel pelo seu irmão Caim. Esse acto de fratricídio conduziu a ofensas ainda maiores à dignidade humana.

E assim o palco estava preparado. As opções tornaram-se claras e as pessoas, cidades e culturas tiveram de decidir-se pela vida ou pela morte. Quem escolhe a vida tem de estar disposto a combater em sua defesa.

Historicamente, a batalha sobre a vida tem sido de uma só frente. Os arautos da cultura da morte atacam os nascituros. Negam a sua personalidade. Classificam-nos como indesejáveis. Partiram para uma batalha de palavras e redefiniram termos como autonomia, dignidade e escolha para apoiar os seus esforços. Travaram uma guerra particularmente feroz contra quem tem necessidades especiais, sobretudo quem tem Trissomia 21.

Mas a cultura da morte alimenta-se de si mesma. Não se satisfaz apenas com uma frente de batalha. E por isso a guerra tem agora duas frentes, incluindo o final da vida.

As notícias estão cheias de relatos de crianças a quem são negados os cuidados de fim de vida, doentes como Vincent Lambert, que morreu recentemente em França depois de lhe ter sido recusada comida e água e Estados como o Maine vão criando leis para facilitar o suicídio medicamente assistido.

A guerra de palavras deu aso a novas definições de termos como fardo, qualidade de vida e até misericórdia.

Chegou o momento – enquanto os ataques à vida se tornam mais sofisticados e alargados – de as pessoas se tornarem mais criativas e ativas, mais assertivas em sublinhar o contexto e a definição próprias das palavras, em dar testemunho do amor desinteressado pelos fracos e vulneráveis, em protestar e mudar as leis contra a vida e em partilhar com paroquianos, vizinhos e colegas a beleza e a dignidade objetiva de toda a vida humana.


O padre Jeffrey Kirby, STD é professor-adjunto de Teologia em Belmont Abbey College e pároco da paróquai de Our Lady of Grace em Indian Land, SC. O seu mais recente livro é Be Not Troubled: A 6-Day Personal Retreat with Fr. Jean-Pierre de Caussade.

(Publicado pela primeira vez no domingo, 4 de Agosto de 2019 em The Catholic Thing)

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The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com o consentimento de The Catholic Thing.


sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Tomem lá esta celebração




Em Fátima já começaram as férias para famílias com filhos deficientes. É um projeto fantástico e muito generoso, que tem tido cada vez mais sucesso.

O Papa Francisco pede que se reze pelas famílias durante o mês de Agosto. E por falar em família, que dizer desta campanha de um grupo holandês? (Ver foto). Querem festejar o facto de haver cada vez menos bebés a nascer em Portugal (e não só). Fui lá com a minha família para mostrar um festejo tradicional português.


Agora o Actualidade Religiosa vai de férias. Continuarei a publicar os artigos do The Catholic Thing às quartas-feiras e a partilhar informação no Twitter e Facebook.

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Dançando com lobos de bronze

Lembram-se daquela reportagem da TVI sobre o “grupo secreto” de católicos que procurava “curar” homossexuais? Pois bem, sem grandes surpresas, a reportagem foi arrasada pela ERC.


Conheça João Armando Gonçalves, o Lobo de Bronze.


O Evangelho de Domingo foi sobre o Pai-Nosso. No artigo desta semana do The Catholic Thing o padre Paul Scalia faz uma bonita explicação sobre o sentido de rezar como uma criança.

Reza Como uma Criança

Pe. Paul Scalia
“Disse-lhes, ‘Quando rezarem, digam: “Pai…’” Assim arranca a belíssima catequese do Senhor sobre oração (Lc. 11, 1-3). Devemos pensar bem sobre essa primeira palavra: Pai. Dizer Pai significa colocarmo-nos no papel de filhos. Dizê-lo com autenticidade implica conhecer-me como filho de Deus. Por isso a primeiríssima palavra do Senhor sobre oração contém o princípio da filiação divina – o facto de sermos filhos de Deus através do Filho, capazes de chegar ao Pai com Ele, através dele e nele. A oração cristã assenta nesta verdade fundamental. Toda a oração flui da nossa identidade enquanto filhos de Deus. O Pai é simultaneamente a primeira e a última palavra na oração.

Na verdade, a forma directa como se pedem estas instruções ao Senhor já são indicativas da atitude filial necessária para a oração: “Um dos seus discípulos disse-lhe, “Senhor, ensina-nos a rezar’”. O primeiro passo para a oração é compreender, como este discípulo, que não sabemos rezar como convém (Rom. 8,26). A oração não começa com a nossa força e com os nossos conhecimentos, mas com a nossa fraqueza e docilidade.

Esta verdade é dura para os orgulhosos, mas consoladora para todos os que já tentaram rezar e não foram capazes. Para rezar temos de reconhecer que precisamos de ser instruídos. Na verdade, todas as orações começam com “Senhor, ensina-me a rezar”.

Uma componente essencial desta oração filial é a perseverança. Vemos isto no Patriarca Abraão, cuja oração antecipa a dos filhos de Deus. (Cf. Gen. 18, 20-32). Nesta discussão sobre o destino de Sodoma e Gomorra ele parece uma criança a suplicar por mais uns minutos antes de ter de ir para a cama. Com a perseverança de uma criança que já tem em vista um objetivo e não se deixará dissuadir, Abraão está continuamente a regressar ao Senhor com uma nova proposta.

Mas existe uma diferença importante entre a perseverança de Abraão e a nossa. Ele apela à justiça de Deus, que não desbaratará os inocentes com os culpados. Abraão clama: Não deverá o juiz de todo o mundo agir com justiça? Na verdade, devia. Mas nós apelamos mais até à misericórdia de Deus. Pedimos-lhe que sustenha a sua fúria e que nos dê a sua ajuda não porque a merecemos, mas porque precisamos radicalmente dela. A nossa fraqueza reivindica a sua assistência.

É este seu apelo à misericórdia do Pai que Nosso Senhor enfatiza nas suas instruções. Temos confiança na nossa oração ao Pai não porque gozamos de um direito absoluto aos seus dons, mas porque sabemos que somos seus filhos. Por isso é que podemos regressar continuamente a Ele. Pois se nós, que somos maus, somos capazes de mostrar misericórdia, quanto mais o nosso Pai que está nos céus se apressará a ajudar-nos?

Claro que, sabendo do fim terrível que tiveram Sodoma e Gomorra, podemos pensar que o esforço de Abraão foi em vão. De que serviu toda a sua insistência? Aparentemente, nada. E isso chama atenção para outra dimensão da oração verdadeiramente filial: o abandono à vontade do Pai. Um filho descansa na certeza de que a vontade do Pai é supremamente boa. Se uma oração não é atendida é porque o Pai sabe melhor e tem um bem maior em mente.

Jesus reza no horto das Oliveiras
Vemos o próprio Senhor a adotar esta postura quando Ele reza a mais difícil de todas as orações filiais: “Abba, Pai, para ti tudo é possível. Afasta de mim este cálice, mas não seja feita a minha vontade, mas a tua”. (Mc. 14,36).

De certa forma, esse bem maior já está realizado em cada acto de oração. A oração de Abraão não foi desperdiçada porque através dela ele cresceu na sua capacidade de entrar em diálogo com Deus. Sim, devemos apresentar as nossas necessidades terrenas a Deus. Podemos, contudo, tornarmo-nos tão focados na resposta externa às nossas orações – o “remediar” da situação – que deixamos de ver os efeitos internos que a oração tem em nós.

O nosso Pai não quer simplesmente resolver todos os nossos problemas por nós. Ele quer algo mais. Deseja que nos aproximemos dele nas nossas orações, confiando-lhe as nossas preocupações. E se ele resolver, de facto, os nossos problemas, é para que ao experimentar o seu poder e bondade possamos confiar ainda mais nele.

E isto leva-nos àquela última e misteriosa linha na catequese do Senhor: “Quanto mais o vosso Pai que está no Céu dará o Espírito Santo a quem o pedir?” Procuramos e pedimos muitas coisas na nossa oração. Batemos (e às vezes com força) na porta do Céu com vários pedidos. Mas as palavras de Nosso Senhor indicam que o fim último das nossas petições não é esta coisa ou aquela, mas algo maior: o próprio Espírito.

Nosso Senhor responde sempre às nossas orações (dizendo ou sim ou não) como o objetivo de dar ou aumentar o dom do Seu Espírito. A nossa oração pode ser dirigida apenas a esta ou aquela situação, mas Ele quer que seja mais, para nos aproximar mais de Si. Ele deseja não tanto que recebamos o que pensamos precisar aqui e agora, mas que cresçamos em união com Ele.

Quer o compreendamos ou não, a nossa oração é sempre dirigida a este aumentar do Espírito, o Espírito de Filiação, que reza de dentro de nós e nos permite clamar: Abba! Pai!


O Pe. Paul Scalia (filho do falecido juiz Antonin Scalia, do Supremo Tribunal americano) é sacerdote na diocese de Arlington e é o delegado do bispo para o clero.

(Publicado pela primeira vez no domingo, 28 de Julho de 2019 em The Catholic Thing)

© 2019 The Catholic Thing. Direitos reservados. Para os direitos de reprodução contacte: info@frinstitute.org

The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com o consentimento de The Catholic Thing.

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Adiós Ortega, adeus Cartuxa, olá hospital e missionários em Macau


O Papa Francisco insurgiu-se ontem contra o facto de continuarem a morrer migrantes às dezenas no Mediterrâneo.

Macau mantém-se como porta do Cristianismo no extremo-oriente. O Caminho Neocatecumenal vai gerir um colégio de missionários destinados à Ásia, que estudarão na Universidade de São José.

Boas notícias também do Iraque, onde a Igreja abre um hospital que serve toda a população e promove a presença cristã na região.

Morreu o cardeal Jaime Ortega, que ajudou a manter viva a Igreja Católica em Cuba e desempenhou um papel muito importante nas relações entre o Vaticano e Havana, mas também entre Cuba e os EUA.



quarta-feira, 24 de julho de 2019

Boris, o primeiro... Qualquer coisa... em Downing Street

Boris Johnson é o novo primeiro-ministro do Reino Unido. Será também o primeiro católico a ocupar Downing Street? É bastante mais complicado do que parece…


O bispo de Portalegre-Castelo Branco descreve como “desolação total” o cenário em torno de Mação, que esteve vários dias a arder. Já o bispo da Guarda pergunta quem é que ganha com este flagelo e critica o “esquecimento do interior” por parte das autoridades.

A Polónia não escapou à crise dos abusos sexuais. É este o tema do artigo desta semana do The Catholic Thing. Aconselho ainda a lerem o artigo da semana passada, sobre como ser um Bom Samaritano nos dias de hoje.

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