sexta-feira, 17 de maio de 2019

KKK? No way!

Faz hoje 95 anos que um grupo de estudantes católicos correu com uma parada do Ku Klux Klan no estado do Indiana. A história é boa de mais para não ser lida!

Há cada vez mais pessoas a estudar Teologia. Quem o diz é Alexandre Palma, vice-diretor da Faculdade de Teologia da UCP.

O Papa aceitou a demissão de um bispo brasileiro (na foto) suspeito de encobrir casos de abusos, de extorsão e de enriquecimento ilícito.

Ontem houve outra conversa da série “E Deus Nisso Tudo?”. Desta vez Maria João Avillez conversou com José Manuel Pureza.

Será que o Patriarcado andou a aconselhar ao voto no Basta, como surgiu em vários órgãos de imprensa? Saiba aqui exatamente o que se passou e conheça as posições de várias organizações católicas sobre estas eleições europeias.


quarta-feira, 15 de maio de 2019

Acidente nos Açores e falta de verbas em Paris

Um acidente nos Açores causou a morte a dois fiéis numa procissão, na noite de ontem.

O Papa Francisco deu “boleia” a oito crianças refugiadas esta quarta-feira, em Roma.

Apesar de muitas promessas, até agora a Catedral de Notre Dame apenas recebeu 13,5 milhões de euros para a reconstrução.

Sabe quantos conventos existem em Lisboa? Então clique aqui.

O artigo desta quarta-feira do The Catholic Thing é sobre doação de órgãos. Há um debate entre médicos e especialistas em bioética sobre a questão da morte cerebral enquanto critério para a definição da morte. Neste artigo E. Christian Brugger explica os pormenores desta questão tão interessante.

Doação de Órgãos e Morte Cerebral

E. Christian Brugger
Nota: Recebemos de um leitor a seguinte pergunta, que nos pareceu merecer uma resposta cuidadosa por parte de um especialista em bioética.

Pergunta: A minha amiga enfermeira diz que os órgãos principais não podem ser doados a não ser que o dador esteja vivo, logo administra-se anestesia na altura em que são retirados. Se isto for correto, então o ato de recolher os órgãos provocaria a morte do dador, certo? Isto não é uma forma de eutanásia? Eu disse-lhe que a Igreja jamais aprovaria isto. Contudo, sempre ouvi dizer que a Igreja não só aprova como elogia a doação de órgãos. Podem esclarecer este assunto?

Se por órgãos principais a sua amiga quer dizer órgãos vitais, então o que ela diz é ambíguo. Os órgãos vitais são aqueles de que precisamos para permanecer vivos (como coração, um par de rins, um par de pulmões, fígado e cólon). A regra nos Estados Unidos, e na maioria dos outros países do mundo é o “dead donor rule” (DDR). Isto significa, ou pelo menos devia significar, que os órgãos vitais apenas podem ser recolhidos de dadores já mortos. Embora a oposição ao DDR tenha estado a crescer há mais de uma década (ver 123,4), a regra continua a prevalecer de forma universal na medicina de transplante.

O ensino moral católico sobre doação de órgãos também afirma o DDR (ver o Catecismo da Igreja Católica, #2296, 2301; Os parágrafos 15, 86 do Evangelium Vitae de João Paulo II e Ethical and Religious Directives for Health Care Services, 6thEd., 2018, nos. 29, 30, 62-64).

Ensina ainda que, como você diz, e bem, a doação de órgãos pode ser uma coisa boa. De facto, João Paulo II ensinou que, quando feito de forma eticamente aceitável, é um exemplo de “heroísmo do dia-a-dia”.

Logo, para melhor compreender a posição da Igreja é importante perceber bem o que significa “forma eticamente aceitável”.

Uma vez que a doação de órgãos vitais levaria alguém a sacrificar ou a prejudicar seriamente as funções corporais necessárias para a vida ou para uma saúde estável – isto é, põe em causa aquilo a que a teologia moral se refere como integridade funcional – não seria moralmente lícito, uma vez que ao escolhê-lo estaríamos a violar o dever que temos de cuidar da nossa própria vida corporal.

Mas também seria errado se prevíssemos que a doação de um órgão não-vital nos poderia levar a falhar em relação a um dever pré-existente. Por exemplo, se temos ao nosso cuidado uma criança deficiente e a doação de um órgão (como um único pulmão, por exemplo) tornaria essa tarefa mais difícil ou mesmo impossível, então não devemos doar o órgão a não ser que tenhamos a certeza moral de que a criança possa ser cuidada por outros. O contrário seria injusto para a criança.

Também seria moralmente condenável a doação de órgãos para transplante que envolvam o estabelecimento ou a transmissão de identidade pessoal (por exemplo, ovários, testículos ou cérebro); tal como é a doação por motivos moralmente triviais (por exemplo, a minha namorada sempre quis ter um olho azul, e eu tenho dois); por fim, a doação é inaceitável sem o consentimento livre do dador ou de um seu representante, ou caso existam formas acessíveis e menos prejudiciais (como o uso de órgãos bovinos) ou se a doação é motivada por recompensa económica. Em todas estas situações seria errado optar por doar órgãos.

No que diz respeito a dadores mortos, à partida qualquer órgão, incluindo órgãos que outrora eram vitais, pode ser recolhido, desde que se cumpram três condições: 1) se certifique que o dador está morto; isto deve ser feito por clínicos competentes, de acordo com critérios científicos responsáveis e aceites. Para evitar qualquer conflito de interesse, os médicos que determinam a morte não devem integrar as equipas de transplantes correspondentes. 2) o dador, ou um seu representante, devem dar o seu consentimento livre; e 3) a intenção por detrás da recolha dos órgãos deve ser boa (por exemplo, não se deve ter por objectivo o transplante de órgãos envolvidos na transmissão de identidade pessoal).

A questão da morte cerebral
Disse atrás que a doação de órgãos nos Estados Unidos é governada pelo DDR, e que quase todos concordam com este princípio.

Mas os comentários da sua amiga levantam uma questão importante no debate bioético, que está actualmente a ser debatido seriamente por especialistas cristãos.

A questão passa por determinar se indivíduos em morte cerebral, ventilados artificialmente, estão de facto mortos. Será que a morte neurológica é uma definição adequada da morte humana?

Para que os órgãos possam ser transplantados precisam de ser mantidos até ao momento em que são removidos. Logo, os corpos em morte cerebral são mantidos ligados a máquinas de respiração mecânica (ventiladores) que garantem que o sangue oxigenado chegue aos órgãos até que a equipa de transplante esteja pronta.

Durante anos ninguém questionou seriamente se corpos em morte cerebral podiam ser seres humanos vivos, partiam do princípio que sem o cérebro a funcionar, o corpo não conseguia sobreviver.

Mas em 2001 o chefe de neurologia do Centro Médico de UCLA, Alan Shewmon, um católico devoto, publicou investigação alarmante sobre corpos em morte cerebral ventilados. Ele demonstrou, de forma conclusiva, que há casos em que estes corpos são capazes de respirar (sem o auxílio de ventilação), mas de assimilar nutrição, sarar feridas, combater infeções responder ao stress, manter a homeostasia, crescer de forma proporcional e até gerar nascituros. Por outras palavras, comportavam-se tal como outros corpos humanos. 

Se aceitarmos a antropologia cristã mais básica, onde existe um corpo humano vivo, existe uma pessoa, por mais incapacitada que possa estar.

A investigação de Shewmon levou-o a concluir – e com ele vários notáveis cientistas e filósofos, incluindo católicos como Josef Seifart e Nicanor Austriaco – que alguns corpos em morte cerebral são seres humanos vivos que, erradamente dados como falecidos, são de facto mortos quando os seus órgãos são recolhidos para transplante. 

Com base nisto a minha conclusão é de que as provas levantam pelo menos sérias dúvidas e de que, perante tais dúvidas, temos obrigação moral de os tratar como se estivessem vivos, a não ser que as dúvidas sejam dissipadas.

Em breve realiza-se em Roma uma conferência patrocinada pela Academia João Paulo II para a Vida Humana e Família, precisamente sobre esta questão e Shewmon será um dos oradores.

Há centros e especialistas em bioética importantes nos Estados Unidos que discordam das conclusões de Shewmon. Infelizmente, contudo, alguns deles insistem que os que levantam dúvidas sérias sobre os critérios neurológicos são maus católicos. Baseiam-se no facto de João Paulo II ter dito, num discurso no ano 2000 que: “a cessação total irreversível de toda a actividade encefálica, se for aplicado de maneira escrupulosa, não parece contrastar os elementos essenciais duma sólida antropologia.”

Mas se, à luz de novas provas empíricas, questionamos um juízo provisório de um Papa, sobretudo quando esse juízo foi feito numa esfera – como é a medicina – sobre a qual ele não tem qualquer autoridade divinamente mandatada, isso não é certamente um ato de infidelidade.


E. Christian Brugger é professor de Teologia Moral no Seminário Regional de St. Vincent, na Flórida, onde vive com a sua mulher e cinco filhos. Foi reitor da Escola de Filosofia e Teologia da Universidade de Notre Dame Austrália, em Sidnei e é consultor teológico para a comissão de doutrina da Conferência Episcopal dos Estados Unidos. É autor do livro “TheIndissolubility of Marriage and the Council of Trent”.

(Publicado pela primeira vez na terça-feira, 7 de Maio de 2019 em The Catholic Thing)

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The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com oconsentimento de The Catholic Thing.

terça-feira, 14 de maio de 2019

Bochechas sagradas e cardeais que dão luz

O Papa Francisco quer uma nova economia. Por isso, para não ficar apenas pelas palavras, convidou meio milhar de jovens para discutir o assunto.

Ontem houve uma sessão de homenagem à Aura Miguel, que recentemente completou 100 viagens com os Papas, desde 1987. Sabiam que a bochecha dela é praticamente uma relíquia do Papa João Paulo II? Saibam mais aqui.


Conheçam a história do Cardeal “eletricista” que devolveu a luz a 450 pessoas. Agora o Governo quer que ele pague a conta…

No próximo dia 21 de maio, terça-feira, realiza-se uma conferência na Universidade Católica do Prof. Rémi Brague. É daquelas que não vai querer perder… Basta dizer que é um dos vencedores do Prémio Ratzinger! Junto o cartaz, divulguem e apareçam.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Europa mais coesa tem menos medo

Monsenhor Duarte da Cunha é o entrevistado desta sexta-feira pela Renascença e pela Ecclesia. O tema é a Europa e o seu futuro, em mês de europeias. Só mais coesão social é que pode evitar que a Europa se sinta ameaçada pelas migrações, diz.

Por falar em migrações, o Papa Francisco doou 100 mil euros à Cáritas da Grécia para os apoiar.

Está a caminho de Fátima ou sabe de quem esteja? O Santuário mudou o local de acolhimento de peregrinos.

Vai decorrer um curso no Movimento de Defesa da Vida sobre “Sexualidade e Parentalidade Responsável”. Ainda há vagas. Se tem interesse nestes assuntos, seja pessoalmente, em casal ou por trabalhar na área da saúde, não deixe de se inscrever, porque vai valer a pena.


quinta-feira, 9 de maio de 2019

Asias há muitas, infelizmente

O Papa emitiu hoje um documento com novas orientações e normas – com força de lei canónica – para se lidar com casos de abusos. Os especialistas – até alguns críticos do Papa – parecem concordar que é um documento muito bom. Ainda bem!

Ontem tivemos a fabulosa notícia de que Asia Bibi já se encontra em segurança no Canadá. Foi quase uma década de sofrimento que para ela já acabou. Mas infelizmente o dela é apenas um de muitos casos que existem. Falei com dois paquistaneses cristãos que se encontram na Europa a tentar encontrar soluções para os jovens da sua comunidade poderem sair do país para estudar, porque mesmo nas universidades são vítimas de discriminação.

A Conferência Episcopal quer mais católicos a intervir para ajudar casais a superar as suas crises conjugais e a Cáritas quer tudo a votar nas europeias de dia 26!

Ontem publiquei mais um artigo do The Catholic Thing em português. Matthew Hanley sublinha algumas das contradições inerentes ao movimento que nos quer impor a fantasia de que se possa mudar de sexo e mostra como estamos já numa era em que dizer a verdade pode ser considerado crime.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Transgénero: Quando a verdade se torna punível por lei

Matthew Hanley
E se eu lhe dissesse que não existem bases científicas para definir o género com base em genética, anatomia ou órgãos genitais? Ficaria convencido, ou achava-me louco?

Porém, essa é a opinião expressa na revista “Nature”, encarada há muito tempo como uma publicação científica fiável. Agora, baniram a classificação de macho e fêmea, descrevendo-a como “uma ideia terrível que deve ser eliminada” uma vez que ameaça “desfazer décadas de progresso” da ideia de que o sexo e o género são apenas “construções sociais”. Poder-se-ia pensar que a “Nature” estaria preocupada em criar problemas de credibilidade, mas não têm de se preocupar, pois as mentiras colossais estão na ordem do dia. 

No que diz respeito à “discrepância entre o género e o sexo que consta da certidão de nascimento”, a “Nature” elogia a Academia Americana de Pediatria por aconselhar os médicos a “tratar as pessoas de acordo com o seu género escolhido, independentemente da aparência ou da genética”. Temos aqui os pediatras apostados na apologia do transgénero: sem dúvida uma marca de uma cultura que fez as suas pazes com o desprezo pelas crianças, pela ciência e pela natureza humana.

Entretanto a Associação Americana de Psicologia (APA) emitiu orientações avisando para o perigo de abraçar o conceito de “masculinidade tradicional”. Mas se nos fiarmos na APA, então porque é que as autoridades médicas haviam de encorajar uma mulher a tornar-se homem? Ao que parece a abordagem reinante é de levar as mulheres com perturbações a sujeitar-se a cirurgia de mudança de sexo – um acto de mutilação – para adquirir uma aparência externa pouco convincente, mas também de as encorajar, daí em diante, a desdenhar todos os traços prejudiciais associados com a masculinidade.

Há outra contradição que é frequentemente ignorada: se a transição de um sexo para outro é algo que devemos abraçar com tanto entusiasmo, como um bem a facilitar devido à nossa apreciação iluminada da “fluidez” de género, porque é que existem obstáculos a abordagens legítimas para ajudar pessoas a deixar a homossexualidade?

Embora o fenómeno seja ainda raro, tem havido um crescimento no número de casos de identificação transgénero em anos recentes – às vezes em grupo e aparentemente do nada. Tornar-se transgénero já não convida ao gozo mas até, nalguns casos, é uma forma de aumentar a popularidade entre os pares. Dizê-lo em nada menoriza o verdadeiro sofrimento que alguns adolescentes sentem, de forma aguda, mas que tendem a ultrapassar com o passar do tempo.

O senso comum sugere que o pico de casos de transgénero se deve ao Zeitgeist, contra a qual a classe médica, de forma particular, deve estar atenta. Em vez disso tornou-se cúmplice da sua emergência.

Dizemos a nós mesmos que vivemos num país livre. Ninguém está a “forçar” ninguém a promover a falsidade de que um homem se pode tornar uma mulher, ou vice-versa. Mas só porque não vivemos na China Maoísta, não significa que uma forma da sua Revolução Cultural não tenha vindo aqui parar.

Que o diga Anastasia Lin, que saiu da China aos 13 anos e agora vive no Canadá. Escrevendo recentemente no Wall Street Journal, ela aponta o dedo ao objetivo final das turbas politicamente corretas: “O objectivo não é persuadir ou debater; é humilhar o alvo e intimidar todos os outros. O objectivo final é destruir todo o pensamento independente.”

Esperemos apenas que todo o extremismo que vai explodindo ao nosso redor possa ajudar mais pessoas a compreender que o alvo neste caso, tal como com a revolução sexual em termos mais gerais, é o próprio Cristianismo, bem como a sua ordem social e moral. Isto significa, por definição, que é o homem em si que se encontra na mira, algo que muitos dos que adoptaram a pseudorreligião pós-cristã do “humanitarismo” parecem ignorar.

Lin explica que a geração dos seus pais na China “aprendeu a não dar nas vistas e a ter cuidado com o que diziam, mesmo aos amigos mais próximos, com medo de serem acusados de crime de pensamento”, lamentando assim aquilo que começa a acontecer por aqui também. Demasiados de nós, num sem número de profissões, sabem como essas palavras são verdadeiras.

A coação, em qualquer das suas formas, torna-se obrigatória sempre que se tenta impor uma mentira às massas. Os exemplos multiplicam-se diante de nós. Um professor na Arizona State University argumenta, no “American Journal of Bioethics”, que os pais não devem poder impeder os seus filhos de adquirir tratamentos para bloquear a puberdade.

Segundo o pensamento invertido tão típico do nosso tempo, é a negação destes “tratamentos” que constitui abuso infantil, e não o encorajamento das ilusões e a promoção de medidas agressivas que na maior parte das vezes são prejudiciais e, em sentido real, experimentais, uma vez que simplesmente não existe qualquer prova que justifique o seu uso.

Por agora, essa proposta não passa disso mesmo na América. Mas o Supremo Tribunal de British Columbia, no Canadá, decretou no mês passado que o pai de uma menina de 14 anos não pode impedir a sua tentativa quixotesca de se transformar num rapaz. Ela tem um direito antinatural a bloqueadores de puberdade. Mais, o pai foi avisado para ter cuidado com a língua: chamar menina à sua filha, ou usar pronomes femininos em referência a ela seria considerado “violência familiar”, pois a verdade é agora uma ofensa punível por lei.

E, como consequência lógica disso mesmo, desde então ele já foi declarado “culpado” desse “crime”.

À luz desta mostra de poder ameaçadora, não adianta nada apelar à razão. No final de contas estamos perante uma guerra de vontades. Mas uma tomada de posição contra a irracionalidade dos tiranos do género pode funcionar. Veja-se o que aconteceu com os muçulmanos no Reino Unido, que conseguiram retirar um currículo pró-LGBT das escolas dos seus filhos.

O facto de a turba LGBT ter conseguido derrubar todos os outros, mas ter recuado neste contexto, revela que a sua principal motivação é o desmantelar da sensibilidade cristã mais do que qualquer crença inflexível na ideologia do género. Veja-se bem quem venceu esta guerra de vontades.


Se ao menos a fé e a arte da persuasão estivessem mais na moda, talvez mais pessoas vissem que o abandono do Cristianismo e da natureza inata não beneficiam o homem. Pelo contrário, tendem para a ruína, como muitos descobrem depois de se deixarem levar pela maré do transgénero. 

Leia também:


Matthew Hanley é Investigador sénior no Centro Nacional de Bioética Católica e autor, juntamente com Jokin de Irala, de ‘Affirming Love, Avoiding AIDS: What Africa Can Teach the West’, que foi recentemente premiado como melhor livro pelo Catholic Press Association. As opiniões expressas são próprias, e não da NCBC.

(Publicado pela primeira vez na quinta-feira, 2 de Maio de 2019 em The Catholic Thing)

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The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com o consentimento de The Catholic Thing.

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