sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Liberdade Religiosa nos quartéis e dia Mundial dos Pobres

Existe liberdade religiosa nas Forças Armadas? Os militares evangélicos têm dúvidas e o assunto foi discutido ontem numa conferência na Academia Militar. Leia e conheça o capelão do hospital das Forças Armadas que só pode trabalhar como voluntário.


Hoje é o primeiro Dia Mundial dos Pobres, mas em muitos sítios a data será assinalada no Domingo. Em Lisboa a Cáritas organiza uma caminhada, em Roma o Papa almoça com 1.500 pobres.

O Papa publicou esta sexta-feira uma mensagem a dizer que visita a Birmânia com uma “mensagem de reconciliação, de perdão e de paz”.

Terminou ontem a reunião plenária dos bispos portugueses. Na conferência de imprensa final D. Manuel Clemente falou sobre a (não) admissão de homossexuais no seminário e do padre madeirense que assumiu ter tido um filho. No campo da educação os bispos têm recados para o Governo.

Decorre no Vaticano um encontro sobre os cuidados no final da vida. O Papa enviou uma mensagem aos participantes, criticando tanto a eutanásia – que é sempre errada – como a distanásia.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Quem não gostava de receber um Lamborghini para o Natal?

Faltam 40 dias, mas já cheira a Natal… A FEC já lançou o seu projecto dos presentes solidários e o Bazar Diplomático começa na sexta-feira, dia 17. Mas o melhor presente de todos, até agora, é o Lamborghini do Papa

Mas com ou sem carro de luxo, o Papa vai almoçar com 1.500 pobres no Dia Mundial dos Pobres, que se realiza este ano pela primeira vez.

Há uma suspeita de desvio de fundos por parte de um padre em Vila Real. A Cáritas – alegadamente a visada do desvio – está a colaborar com as autoridades, informa.

Os bispos consideram que os incêndios e a seca obrigam a rever a relação com o ambiente. É um dos temas em cima da mesa na reunião plenária da CEP.

A recente mania de derrubar estátuas e referências a figuras históricas – que até já chegou a Portugal – é o que está por detrás do artigo desta semana do The Catholic Thing. O jovem Casey Chalk foi ver o que Jesus acha sobre o revisionismo histórico.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Jesus e o Revisionismo Histórico

Casey Chalk
A indignação contra monumentos a figuras históricas está a começar a adquirir contornos de histeria cega. Na américa estão na mira dos activistas os confederados mortos, juízes do Supremo Tribunal, Cristóvão Colombo e até um médico do século XIX conhecido por ser o “pai da ginecologia”. Na Alemanha há quem peça a remoção de estátuas de Martinho Lutero por causa do seu antissemitismo. Em tudo isto há uma certa ingenuidade e presunção: “Se eu estivesse vivo naquele tempo, não teria cometido essas ofensas”. Mas as palavras de Jesus aos escrivas e aos fariseus respondem muito bem a esse tipo de pensamento simplista e presunçoso.

Os escribas e os fariseus, a elite religiosa do Judaísmo do primeiro século, acreditavam ser os herdeiros dos seus antepassados rectos. Jesus fala directamente à sua presunção:

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que edificais os sepulcros dos profetas e adornais os monumentos dos justos, e dizeis: se existíssemos no tempo de nossos pais, nunca nos associaríamos com eles para derramar o sangue dos profetas. Assim, vós mesmos testificais que sois filhos dos que mataram os profetas. Enchei vós, pois, a medida de vossos pais. Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno? (Mat. 23:29-33)

Os escribas e os fariseus, na sua presunção, afirmavam que se fossem vivos naquele tempo jamais teriam cometido tais actos.

Com a nossa geração passa-se o mesmo. Emitimos juízos sobre as gerações passadas, com um ar de autossatisfação pelo esclarecimento do nosso próprio tempo, claramente o mais virtuoso de todos os que o precederam. As gerações anteriores – e certamente aquelas responsáveis pela descoberta, fundação e preservação inicial da nossa nação – eram ignorantes, supersticiosas e imorais. Nós somos científicos, realistas e sábios. Vemos filmes sobre injustiça social, como o “Selma” ou “12 Anos Escravo” e raramente imaginamos que seríamos capazes de tal preconceito ou mal moral.

A verdade é que se estivéssemos no lugar dos nossos antepassados e enfrentássemos os mesmos desafios, a maioria de nós provavelmente cometeria os mesmos erros. Os homens têm uma tendência natural para tentar encaixar com a maioria, evitando assim o risco de perseguição ou serem ostracizados. Poucas pessoas em cada geração tomam a decisão certa, o imperativo moral correcto, precisamente porque as consequências são tão graves. Quem o faz é considerado santo, e bem, pela Igreja. É por isso que os profetas do Antigo Testamento estavam sempre em minoria contra uma maioria egoísta e preguiçosa.

Mas Jesus lançou ainda mais avisos aos presunçosos:

Portanto, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas; a uns deles matareis e crucificareis; e a outros deles açoitareis nas vossas sinagogas e os perseguireis de cidade em cidade; para que sobre vós caia todo o sangue justo, que foi derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, que matastes entre o santuário e o altar. Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre esta geração. (Mat. 23:34-36)

Recentemente esta estátua do Pe. António Vieira, em Lisboa
também foi alvo de uma acção de protesto
Quanto mais rejeitamos uma avaliação justa e honesta de nós mesmos e do nosso tempo, mais provável é que cometeremos o mesmo tipo de injustiça e maldade que tanto detestamos nos outros e no nosso passado. A presunção alimenta uma incapacidade de ver a verdade sobre nós mesmos e a nossa cultura. Alguém se espanta por ver que as vozes mais radicais que pedem a remoção de qualquer figura histórica contaminada por racismo ou sexismo são, essencialmente, as mesmas que defendem o aborto e a eutanásia?

Jesus termina a sua série de avisos com um lamento por Jerusalém, num tom mais pesaroso que zangado e acusatório:

Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste! Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta; porque eu vos digo que desde agora me não vereis mais, até que digais: Bendito o que vem em nome do Senhor. (Mat 23:37-39)

A América e o mundo não precisam de mais críticas presunçosas às figuras do nosso passado. O que precisamos é de introspecção, arrependimento e caridade. Introspecção e arrependimento pelos erros não só do nosso passado, mas do presente. Caridade que aborda a nossa herança, por mais defeitos que tenha, com um pouco mais de humildade.

Um povo cego a uma avaliação honesta e caridosa da sua história – e do papel de Deus em, e através de, um povo imperfeito e pecaminoso – estará igualmente cego à sua obra no presente. Mais, esta nossa tendência de demolir monumentos e de mudar o nome a feriados – que rapidamente se está a tornar um movimento ideológico mais alargado – acaba por ser mais divisivo que unificador e reconciliador. Como Jesus e o nosso 16.º Presidente avisaram, uma casa dividida contra si mesma não permanecerá de pé.


Casey Chalk é um autor que vive na Tailândia, onde edita um site ecuménico chamado Called to Communion. Estuda teologia em Christendom College, na Universidade de Notre Dame. Já escreveu sobre a comunidade de requerentes de asilo paquistaneses em Banguecoque para outras publicações, como a New Oxford Review e a Ethika Politika.

(Publicado pela primeira vez em The Catholic Thing no Domingo, 12 de Novembro de 2017)

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The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com o consentimento de The Catholic Thing.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Lutero, quero apresentar-te a caixa de Pandora

É só uma cena que escrevi... Não vai dar em nada... 
O Papa Francisco pediu hoje a abolição das armas nucleares. Foi durante uma conferência sobre o assunto, que se realizou na Santa Sé.

Decorre até amanhã uma enorme conferência em Lisboa sobre os 500 anos da Reforma. Hoje conversei com um dos oradores, o baptista Timóteo Cavaco, que diz que Lutero não teria ideia da dimensão daquilo que estava a iniciar, mas que a fracturação das igrejas protestantes era inevitável.

Os dehonianos associam-se este ano de forma especial ao dia mundial dos pobres, que foi instituído pelo Papa Francisco, e as dominicanas do Convento dos Cardaes convidam-nos novamente para irmos comprar os produtos feitos localmente, ou assistir a um concerto, para ajudar as raparigas com necessidades especiais que vivem naquele espaço.

Começa no domingo a Semana dos Seminários. Os bispos pedem aos católicos que valorizem as instituições onde se formam os padres.

Recordo que podem ler no blog a transcrição integral da entrevista que a minha colega Aura Miguel fez ao Cardeal Burke, há dias. E não deixem também de conhecer a história de Nabeel Qureshi, cujo pai, um oficial da armada paquistanesa, nunca mais andou altivo desde o dia em que soube que o filho se convertia ao Cristianismo

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Actualidade Religiosa: Leonella Sgorbati, rogai pela Somália!

O Papa abriu hoje caminho à beatificação de João Paulo I, o que já se esperava. Confesso que me emocionou mais – até porque me lembro bem do caso – da declaração das virtudes heroicas da irmã Leonella Sgorbati, que foi assassinada na Somália em 2006, dias depois do discurso de Ratisbona, e morreu repetindo as palavras “eu perdoo”. A Somália não tem santo padroeiro… Fica a dica.

Se estava a pensar ir comprar cigarros ao Vaticano, já só tem menos de dois meses para o fazer!!! Por ordem do Papa, a Santa Sé vai deixar de vender tabaco.

A igreja que foi palco do massacre, no Texas, vai ser demolida. É uma decisão compreensível, mas não é óbvia. Outras comunidades lidaram com assuntos parecidos de formas diferentes. Saiba como.

Depois de ter resistido durante mais de seis anos à instabilidade na Síria, o Líbano está agora a passar uma grave crise. Saiba mais sobre o misterioso primeiro-ministro desaparecido, e como isso pode afectar o delicado equilíbrio religioso no país.

Um convite. Decorre no dia 18 de Novembro o 4º Encontro Nacional de Leigos. Vai ser em Viseu e as inscrições estão abertas até ao dia 13. Se puderem, não percam, promete ser muito interessante.  


"I have a very strong sense that Portugal has an important mission to the whole world"

This is a full transcript, in the original English, of Cardinal Raymond Burke's interview to my colleague Aura Miguel. The interview took place during the presentation of the Portuguese edition of his book "Divine Love Made Flesh". The news story, in Portuguese, can be read here.

Esta é uma transcrição integral, no inglês original, da entrevista da minha colega Aura Miguel ao Cardeal Burke. A entrevista foi feita à margem da apresentação da edição portuguesa do seu livro: "O Amor Divino Incarnado". A notícia pode ser lida aqui.

Why did you write this book?
In the USA, where I was a bishop, there was a great crisis in Eucharistic faith and also a great crisis in the participation of Catholics in the Holy Mas. Pope St. John Paul II, at the end of his pontificate, directed himself in a very strong way to the whole difficulty of the loss of Eucharistic faith and abuse of the Sacred Liturgy, and then he convoked a Synod in 2005, on the Eucharist, to address this, but he himself was not able to preside at the synod, because he died in April of 2005. But then Pope Benedict XVI succeeded him, and he wrote Sacramentum Caritatis

So I decided for the faithful in my care – I was bishop first in Lacrosse, Wisconsin, then in St. Louis, Missouri – that I would write a careful commentary on the encyclical of John Paul II Ecclesia de Eucharistia, and on the post-synodal apostolic exhortation Sacramentum Caritatis. And so I wrote those commentaries over a two year period, in the diocesan newspaper and then people encouraged me to put them together into a book. 

So I did that also with the encouragement of Catholic Action for Faith and Family, an apostolate in the USA, they actually published the book, it is run by Thomas McKenna, who is with me as I am presenting the book. 

People have told me they find the book very helpful to understand more deeply the objective reality of the Holy Eucharist, and that it helps them to love more the Holy Eucharist and Our Lord as he gives himself to us in the Holy Eucharist. 

How do you explain the crisis in mass attendance and confession?
The crisis came about, I believe, through a crisis of the Sacred Liturgy. After Vatican II, and contrary to the teaching of the Vatican II, there was a liturgical renewal which damaged greatly the expression of the transcendent nature of the Sacred Liturgy, in other words, that Christ himself acts in the sacraments to sanctify us.

And there developed the idea that the Holy Mass and the other liturgical rites were human activities, and people began to experiment and to do things which eventually distanced the contemporary rites from those rites which had been in the church for centuries, basically the rite of the mass from the time of Pope St. Gregory the Great, and in a very particular way since the Council of Trent. 

That, I believe is at the heart of the loss of Eucharistic faith and practice. What can we do? What we need to do, and that is the purpose of the book, to start to study again the great gift of the Holy Eucharist as it has been handed down to us in the Church through the centuries. The doctrine, but also the beauty of the Sacred liturgy. There, regarding the beauty of the sacred liturgy, Benedict XVI had a very strong idea of the need to celebrate freely both the Extraordinary Form of the Roman Rite, and the Ordinary Form, so that people would see the continuity of the two forms, and there would be this mutual enrichment, as he called it, and that the ordinary form of the Roman Rite would be celebrated with a deeper, stronger sense of the divine reality present, which he often referred to the Holy Mass as the meeting of Heaven and Earth.

Utilização da Capa Magna pelo Cardeal Burke
entre outras coisas, já motivou muitas críticas.
What do you say to those who consider the recovery of the Traditional mass a little bit strange?
The reason why people would consider it strange is because they don't know it. When we don't know and understand something it can seem strange to us, and so we need to help all Catholics to understand the nature of the Sacred Liturgy itself as the action of Christ in our midst, through the ministry of the Priest, who is consecrated to act in the person of Christ in the celebration of the mass, in the ministration of the other sacraments, and then to help them to see the great beauty of the way the mass has been celebrated along the centuries.

It seems very striking to me that so many young people, especially young families with many children, but also young university students, are attracted to the Extraordinary Form of the mass, and I believe the reason for that is that they see there is something very deep, very profound, and they want to know it better and understand it better and enter into the action of the mass. 

Do you think there is a risk of routine, of people just going to mass without thinking about the essence?
What happened, I think, is that in the reform of the rite which took place after Vatican II – contrary really to the teaching of the council – the rite was radically diminished, stripped of many of its elements, rendered very simple, and there is the danger, with that, that it becomes ordinary and every day, especially if it is celebrated by the priest in a way that doesn't reflect faith in the action of Christ, if the mass becomes very familiar, then people cease to understand why they should go there and do that. It becomes every day, it seems childish, it seems unimportant, so they go away from the mass. 

What about access to the Eucharist. There are lots of divisions about who should access the Eucharist, some consider it a right... How do you see this?
None of us has the right to receive any sacrament. God's love for us, as it is expressed most perfectly in the sacramental life and especially in the Holy Eucharist is His free gift to us. And for our part, when we recognize by Faith the gift, then we dispose ourselves in a proper way to receive it.

I am not always free to present myself to receive the Holy Eucharist, for instance, if I am not prepared in the sense of reflecting on the reality of the Holy Eucharist, or also if I am in a state of mortal sin, or if I am living in some public scandal, then I am not disposed to receive the Holy Eucharist and I must refrain from doing so until once again my soul is in a state to receive the body and the blood of Christ. 

Saint Paul confronted this situation in the early days of the Church, in Corinth. We hear the account of it in Chapter 11 of his first letter to the Corinthians. The people were eating, drinking and even becoming inebriated in the kind of meal they would have at the same time as the Holy Eucharist and he rebuked them strongly, and told them that nobody should approach to receive the Holy Eucharist without reflecting upon the truth, the reality of the Holy Eucharist, lest they eat and drink condemnation of themselves, not recognizing the Body and Blood of Christ. 

The shepherds of Fátima had a deep love of the Eucharist, even though they were very small. 
It is clear from the preparatory visions that the Angel of Portugal to the Shepherd children… Central to those apparitions was the apparition when the angel with the chalice and the host suspended in the air, communicated the blessed sacrament to the little children.

And then the apparitions themselves, our Blessed Mother also emphasizes with the children the mercy which then calls forth from us prayer and penance in order to be disposed to receive Our Lord in the Holy Eucharist and in reparation for the many ways in which Our Lord is offended, especially in the Blessed Sacrament.

Today I visited the Carmel in Coimbra, and in the chapel there are two beautiful statues, one of the Sacred Heart of Jesus, and the other of the Immaculate Heart of Mary. Both are stunning and both, I found out when speaking to the mother of the Carmel, were designed according to instructions from Sister Lucia. But in the statue of the Sacred Heart of Jesus, the Sacred Heart is holding a chalice in which the blood from His Sacred Heart is flowing into the chalice and He has the host in his hand.

And so we see that the love of God for us is most perfectly represented in the pierced heart of Jesus. When He died for us upon the Cross, he permitted that the Roman soldier to pierce his heart as a sign of his never failing, immense love, that would continue to flow from his heart. That love of God for us is most perfectly given to us in the Holy Eucharist, and so the whole message is centered around the Eucharist and the praying of the Holy Rosary – Our blessed mother was constantly telling the children to pray the Holy Rosary – is a fundamentally a meditation on the mystery of faith which we celebrate in the Holy Eucharist.

Is this why Our Lady said that in Portugal the dogma of the faith would remain?
Yes, I believe that very strongly, and I have a very strong sense that Portugal has an important mission to the whole world, and its preservation of the dogma of the faith, and its presentation of the apparitions and message of Fátima to the whole world.

The shrine at Fátima is so important... I was just there for two days, and there are pilgrims from the whole world. The Mother Superior of the Carmel told me that Lucia received thousands and thousands of letters from all over the world, and that she had a map of the World and she would say: “see, Our Lady's message is reaching all these places”.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Burke, Click e Qureshi

Nabeel Qureshi
Ao longo dos últimos dias esteve em Portugal o cardeal Burke. Ontem apresentou o seu livro em Lisboa e falou com a jornalista Aura Miguel sobre a devoção à Eucaristia e sobre a liturgia. Disse ainda que acredita que Portugal tem uma missão a cumprir no mundo.

Caso não tenham dado por isso, decorre em Lisboa a Web Summit. Uma das aplicações que lá está em destaque é a “Click to Pray”. Se não conhece, veja o que anda a perder.

O Papa lamentou esta quarta-feira o facto de muitos fiéis, ou até padres e bispos, andarem mais ocupados com o telemóvel na missa do que com… a própria missa.

Conhece Nabeel Qureshi? Devia conhecer. Nascido muçulmano mas convertido ao cristianismo, dedicou-se à pregação e a espalhar o Evangelho mas morreu há dias, com apenas 34 anos. Como diz o padre Robert Imbelli… Morreu novo, mas maduro em Cristo!

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