sexta-feira, 24 de junho de 2016

Papa fala do Brexit e reconhece genocídio

Papa na Arménia, Turcos aos arames
Como o resto do mundo, o Papa Francisco também comentou a saída do Reino Unido da União Europeia. Francisco, ecoando as palavras do Cardeal Nichols, de Londres, falou na responsabilidade que cabe agora ao Reino Unido e à União Europeia de construir novos caminhos.


Francisco falou no avião a caminho da Arménia, o primeiro país a adoptar o Cristianismo como religião de Estado. Francisco referiu-se em tempos ao massacre dos arménios como um genocídio e a dúvida era saber como ia dizer agora.

No texto oficial do seu discurso evitava-se diplomaticamente o uso da palavra que tanto ofende os turcos, mas o Papa, sendo Francisco, fez questão de improvisar e largou a bomba. Agora é esperar que os turcos recuperem do choque e reajam. Não vai ser bonito. Já os arménios estão felizes da vida.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Papa elogia Papa e Fernando Santos contra a Eutanásia

O Papa Francisco compareceu na audiência geral desta quarta-feira acompanhado de vários refugiados, como forma de chamar atenção para o que estes sofrem.

Também hoje foi divulgado o prefácio que o Papa escreveu de homenagem a Bento XVI, pelo aniversário de ordenação sacerdotal deste. São 65 anos!

Em dia de selecção, a notícia – que já tem um ou dois dias – de Fernando Santos que fez questão de assinar a petição contra a eutanásia.

E amanhã temos o referendo no Reino Unido! Não é uma questão religiosa, evidentemente, mas serviu para Robert Royal fazer uma interessante análise sobre o estado actual da organização.

A União Europeia, Brexit e abanões

Uma das entidades burocráticas mais ineptas e secularmente militante do mundo – que também se esforça por espalhar os seus erros pelas nações – está a enfrentar um teste e, possivelmente, uma derrota esta semana. Na quinta-feira os eleitores do Reino Unido serão chamados a votar num referendo sobre o “Brexit”, ou a saída do Reino Unido da União Europeia. Se saírem, toda a UE poderá desmoronar.

Nos principais órgãos de comunicação vemos manchetes sobre como uma saída britânica enviará ondas de choque pela economia global, ou que equivale à insanidade económica. É como se agora fossemos todos puramente “homo economicus” ou que a vontade de abandonar a União Europeia fosse uma forma de histeria em massa.

A verdade é que a vontade de partir nada tem a ver com economia e muito com soberania nacional. Pode bem ser verdade que a economia britânica sofra depois da partida e que isso, por sua vez, tenha consequências globais. Mas as raízes da União Europeia são muito mais profundas do que a mera economia.

E católicas. Depois da Segunda Guerra Mundial, os líderes cristãos-democratas assumiram a responsabilidade de resolver um problema grande e outros mais pequenos. A revolta contra a União Europeia pode dever-se em parte à vontade de recuperar um pouco daquilo que entretanto se perdeu.

O problema grande era a tensão entre França e a Alemanha, que quase tinha destruído a Europa em duas guerras mundiais. Dois estadistas católicos de renome, Robert Schuman de França (declarado “servo de Deus” por Bento XVI e que pode estar a caminho dos altares) e Konrad Adenauer da Alemanha, encontraram-se em segredo na Suíça ao longo de vários anos, uma vez que ainda era publicamente impossível manter um diálogo com a Alemanha pós-nazi. Juntos ajudaram a criar as várias instituições internacionais, incluindo a NATO, que acabaram por levar à criação da União Europeia.

Mantinha-se uma questão ainda mais importante: Quais seriam as bases para esta nova Europa? A resposta – dada novamente por cristãos-democratas, entre os quais o grande tomista Jacques Maritain – era uma visão cristã da pessoa e das sociedades humanas. Os partidos democratas-cristãos na Alemanha e em Itália eram cruciais para impedir o avanço do comunismo na Europa ocidental.

Teóricos mais antigos como Chesterton e Belloc sonhavam com uma cristandade modernizada numa Europa reunificada. Esse ideal, como o próprio movimento democrático cristão, era realizável apenas em parte para os europeus, dado o pluralismo religioso, as diferenças políticas e a simples descrença no continente. O objectivo, contudo, nunca foi a criação de um novo Sacro-Império Romano, mas sim um continente que voltasse a dar corpo, de forma geral, aos valores cristãos.

E foi isso que começou por acontecer, até que as forças secularistas começaram a bloquear sequer as referências à herança cristã em documentos oficiais. A União Europeia como a conhecemos começou então, lentamente, a ganhar forma. Ao contrário dos fundadores dos EUA, os fundadores da UE não pensaram na estrutura continental. É comum hoje em dia ouvir queixas de “défice democrático” de uma burocracia distante, não responsabilizável, que opera sem respeito pela subsidiariedade e os interesses nacionais.

Até há pouco tempo, a intromissão burocrática era sentida em larga escala, mas mais como uma irritação diária do que um apelo à revolta. Certo dia perguntei a um deputado europeu qual era a natureza do seu trabalho e ele respondeu, não inteiramente como piada, que se certificava de que as cenouras da União Europeia eram do tamanho regular. (Também existiu o preservativo europeu, mas quanto menos falarmos disso, melhor).

Entre as várias histórias que surgem na antecâmara do Brexit – juntamente com murmurações na Hungria, Grécia e outras nações – a minha favorita é a decisão da União Europeia de que a Finlândia deve reintroduzir 9.500 lobos às suas florestas, presumo que por razões ecológicas. Os finlandeses reclamaram que não tinham sido tidos nem achados sobre o assunto, e que a directiva infringe outros regulamentos europeus sobre o direito dos povos nativos a gerir os seus territórios (na Finlândia criam renas e têm opiniões fortes sobre lobos).

Fora da Europa, a União Europeia, tal como as elites internacionais nas Nações Unidas e no Departamento de Estado dos EUA [Ministério dos Negócios Estrangeiros] (pelo menos quando um certo partido ocupa a Casa Branca), tem achado por bem impingir o aborto, controlo da população e “direitos” homossexuais a qualquer nação sobre a qual exerce influência. O Papa Francisco refere-se a isto, e bem, como “colonização ideológica”. Também podemos falar em suicídio demográfico. Todas as nações da Europa têm uma população em colapso.

Mas esta interferência burocrática poderia ter continuado indefinidamente, não fosse a actual crise dos refugiados. Tal como aconteceu na América, o grande número de refugiados potencialmente perigosos causou reacções variadas. Até a Áustria, ainda a ressentir-se do passado nazi, esteve muito próxima de eleger um Presidente de extrema-direita há pouco tempo. A Alemanha – que o ano passado admitiu um milhão de refugiados, três quartos dos quais jovens solteiros – está a tentar limitar o fluxo de refugiados. França, Bélgica e Escandinávia assistiram a ataques terroristas, bem como o Reino Unido.

Um grande contingente de britânicos parece ter dito finalmente que basta. A cenoura europeia é tolerável; mas o falhanço de lidar com a crise de refugidos não é. A situação é certamente complexa. Coloca uma obrigação cristã – o dever de ajudar quem precisa – contra outra: a obrigação de proteger os inocentes de potenciais ameaças.

Os líderes dos países têm ainda outra obrigação, como viremos a apreciar cada vez mais: a de não nos dar sermões paternalistas sobre abertura e multiculturalismo, quando sabemos que nenhuma cultura que pretende sobreviver pode ser infinitamente aberta e pluralista.

Tivemos, e talvez ainda tenhamos, uma oportunidade para fazer algo no Médio Oriente e no Norte de África para tornar menos urgentes as viagens perigosas para a Europa e outros locais. O nosso falhanço no Médio Oriente tornou-se tão evidente que mais de cinquenta funcionários do departamento de Estado acabam de enviar uma carta a Obama a pedir-lhe que bombardeie a Síria. Pare um momento e registe isso. Estamos a falar de funcionários do departamento de Estado, pessoas que encaram os seus trabalhos como consistindo na promoção de direitos homossexuais e o aborto, pedir desculpa pelos Estados Unidos e maçar os estrangeiros com discursos chatos.

Ninguém sabe ao certo o que acontecerá no referendo de quinta-feira – as sondagens mostram uma ligeira vantagem para o Brexit. Mas quer o Reino Unido opte por ficar ou partir, uma coisa é certa. Não é só aqui nos Estados Unidos que as coisas estão a levar com um forte abanão.


Robert Royal é editor de The Catholic Thing e presidente do Faith and Reason Institute em Washington D.C. O seu mais recente livro é A Deeper Vision: The Catholic Intellectual Tradition in the Twentieth Century, da Ignatius Press. The God That Did Not Fail: How Religion Built and Sustains the West está também disponível pela Encounter Books.

(Publicado pela primeira vez em The Catholic Thing na segunda-feira, 20 de Junho de 2016)

© 2016 The Catholic Thing. Direitos reservados. Para os direitos de reprodução contacte: info@frinstitute.org

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terça-feira, 21 de junho de 2016

A incrível vida de Walter Fritz

O papiro da discórdia
Começo com uma notícia absolutamente surreal. Lembram-se da polémica do alegado “Evangelho da mulher de Jesus”, que rebentou em 2012? Pois um jornalista curioso chegou ao fundo da questão e os pormenores não dão para acreditar!

Menos surreal, mas trágico, a tentativa de assassinato do patriarca da Igreja Siríaca, na Síria. Mor Inácio Aphrem II escapou incólume, mas três milicianos cristãos que protegiam a celebração deram a vida para o proteger.


Já aqui tinha falado disto e fica novamente o desafio, esta terça-feira há concerto da minha prima Ana Stilwell, cujas receitas de bilheteira revertem 100% para os refugiados. Não deixem de ir, é por uma excelente causa. Todas as informações nesta reportagem.

Na passada sexta-feira Marcelo Rebelo de Sousa recebeu os representantes da Imprensa Cristã, entre outros, que foram pedir ajuda num diferendo que têm com a ERC, que decidiu reclassificar várias publicações, aparentemente de forma ilegal, deixando-as em apuros financeiros.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Conselhos da Irmã Lúcia e conservadores na encruzilhada

Sobrinha da irmã...
Uma sobrinha da irmã Lúcia revela o conselho que a sua tia lhe deixou. Clique para saber qual é, mas não espere grandes surpresas!

Esta manhã em Roma o Papa Francisco afirmou que uma sociedade que se torna indiferente ao sofrimento é uma sociedade cega.

O massacre da Flórida continua a dar que falar. Obama atacou Trump por este ter tentado aproveitar o atentado para promover as suas causas, isto apenas dois dias depois de Obama ter usado o atentado para promover as suas causas… Política. Entretanto a mulher do assassino pode vir a ser acusada, uma vez que, ao que parece, tinha conhecimento dos planos do seu marido.

Por falar em Trump, o fenómeno tem levado muitas pessoas a compreender finalmente que os conservadores não são todos iguais. Neste artigo do The Catholic Thing, Francis Beckwith divide o movimento entre os que limitam o seu conservadorismo ao mercado e os que são conservadores em termos de valores morais. Estamos numa encruzilhada, diz o autor, e é preciso decidir que vai tomar as rédeas… O artigo diz directamente respeito à realidade americana, mas aplica-se também à Europa e a Portugal.

Conservadorismo na Encruzilhada

Francis J. Beckwith
Reza a história que Robert Johnson, o lendário cantor de blues, vendeu a alma ao diabo a troco de se tornar um dos melhores guitarristas que alguma vez pisou a terra. Foi à meia-noite, quando se encontrava numa encruzilhada no Mississippi.  

I went to the crossroad, fell down on my knees
I went to the crossroad, fell down on my knees
Asked the Lord above, “Have mercy, now save poor Bob, if you please”
(“Crossroads Blues”)

Pouco tempo depois dessa alegada transacção, quando tinha apenas 27 anos, Johnson morreu. Talvez venha daí a expressão “chegar à encruzilhada” em referência ao momento em que se tem de escolher entre o sucesso mundano e a integridade da alma.

Parece-me que o conservadorismo americano chegou precisamente a uma dessas encruzilhadas, em que os seus defensores têm de decidir se o movimento deve ser guiado por um conservadorismo ancorado nas verdades inalteráveis da natureza humana que nos apontam na direcção do bem, da verdade e do belo, ou se devem alinhar com o conservadorismo do mero mercado.

Este “conservadorismo de mercado” consiste na ideia de que como o mercado livre tem sido tão eficiente a produzir riqueza e prosperidade, permitindo-nos gozar de muitos outros bens, a lógica do mercado deve ser aplicada a todos os aspectos da vida. Uma vez que o valor dos bens é calculado com base no preço que as pessoas estão dispostas a pagar por eles, o valor de todos os bens aparentes – incluindo as supracitadas inclinações da natureza humana – não acarretam qualquer peso normativo para o conservador de mercado.

Do seu ponto de vista, longe de serem verdades básicas da natureza humana sobre as quais depende o bem comum, estas são limites à liberdade de cada indivíduo para poder perseguir a sua própria visão subjectiva do que constitui uma vida boa. Por esta razão, para o conservador de mercado o objectivo praticamente único da política é garantir o Governo limitado, isto significa a economia de mercado livre mas também a eliminação de leis e costumes que interfiram com a demanda do consumidor. Assim, segundo esta narrativa, o bem comum (se é que o termo se aplica) é medido de acordo com a libertação de amarras como a tradição, a natureza, as ligações familiares, religião, etc. para poder adquirir o que deseja quando o deseja.

Todavia, em termos práticos, os conservadores de mercado e os defensores da moral tradicional tem usado muitas vezes o mesmo vocabulário e chegado a conclusões semelhantes em termos de política, embora as razões de fundo sejam muito diferentes. Tal como o conservador de mercado, o defensor da moral tradicional costuma defender a ideia do governo limitado. Assim, por exemplo, ambos apoiam o mercado livre, uma vez que esse sistema económico é o que tem o melhor registo em termos de melhoria de qualidade de vida. 

Mas o que é que interessa melhorar a qualidade de vida? Para o conservador de mercado, “o grande propósito”, nas palavras de C.S. Lewis em “A Abolição do Homem” é “alimentar e vestir as pessoas”. (O próprio Lewis não era um conservador de mercado). A questão de como é que estes cidadãos conduziam as suas vidas – se seguiam ou não os preceitos da justiça natural – não compete à jurisdição da lei, desde que a sua conduta não interfira com as escolhas privadas dos seus concidadãos para perseguirem as suas próprias ideias de boa vida.


O defensor da moral tradicional concorda com o conservador de mercado sobre os benefícios de as pessoas estarem bem alimentadas e vestidas, mas na sua opinião elas são apenas úteis na medida em que o ajudam a cumprir com as suas obrigações para com esposo, prole, vizinho, nação e Deus. Para ele, a liberdade é a possibilidade de poder procurar os bens não escolhidos de justiça natural sem ter de se preocupar com obstáculos exteriores como criminosos ou governos injustos. Para o conservador de mercado, a liberdade é a possibilidade de poder satisfazer os seus desejos sem ter de se preocupar com quaisquer obrigações não escolhidas para com esposo, prole, vizinho, nação ou Deus. Para o defensor da moral tradicional, é o bem que é desejável por si, enquanto para o conservador de mercado o desejo é o que confere valor a algo e o torna bom.

Na medida em que o mercado livre e os seus limites morais estavam contextualizados numa infra-estrutura moral que não era conscientemente hostil aos objectivos do defensor da moral tradicional, fazia muito sentido uma aliança entre estes dois tipos de conservadorismo. O defensor da moral tradicional tinha boas razões para apoiar o mercado livre, enquanto o conservador de mercado tinha razões pragmáticas para aceitar os dados adquiridos da cultura mais alargada, cujos mandarins não tinham como objectivo principal esmagar as instituições e o modo de vida tradicionais, bem como qualquer oposição pública que delas pudesse brotar.

Mas esse já não é o mundo em que vivemos. Vivemos num mundo em que as grandes empresas criaram um cartel cultural – um monopólio moral – com o qual esperam tornar a resistência tão cara e a anuência tão barata, que os seus concorrentes ideológicos sejam levados a declarar bancarrota civilizacional ou sofrer uma OPA hostil.

Alguns consideram que o conservador de mercado nunca foi verdadeiramente amigo do defensor da moral tradicional, que tudo não passava de um casamento de conveniência, destinado ao divórcio logo que um dos dois encontrasse uma alternativa melhor. Talvez, embora eu considere que é uma teoria algo simplista. O que não podemos fazer é ignorar o lugar e a hora em que nos encontramos: É meia-noite e chegámos à encruzilhada.


(Publicado pela primeira vez na Quinta-feira, 9 de Junho 2016 em The Catholic Thing)

Francis J. Beckwith é professor de Filosofia e Estudos Estado-Igreja na Universidade de Baylor. É autor de Politics for Christians: Statecraft as Soulcraft, e (juntamente com Robert P. George e Susan McWilliams), A Second Look at First Things: A Case for Conservative Politics.

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terça-feira, 14 de junho de 2016

Ódio, tragédias e uma voz de esperança

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Aconteceu muita coisa desde o meu último mail, a começar pelo absolutamente trágico ataque em Orlando, num bar frequentado sobretudo por homossexuais, que fez meia-centena de mortos. O atacante disse agir em nome do Estado Islâmico, o Papa lamentou o horror, o FBI disse “oops”, Obama aproveitou para falar novamente das leis das armas e Trump tentou ganhar votos. Entretanto várias pessoas arranjaram maneira de culpar os cristãos conservadores pelo massacre, o que faz mais ou menos o mesmo sentido que culpar os homossexuais pelo massacre de cristãos no Médio Oriente…

Ontem, novo ataque terrorista, desta vez em França, com um “lobo solitário” a matar um polícia e a sua mulher.

Hoje, soube-se que frei Bernardo, que viveu no início do século XX, foi declarado Venerável. Conheça aqui a fascinante história do jovem frade que converteu Teixeira de Pascoaes.

O líder do Estado Islâmico pode ter morrido!! Ou não… Nunca se sabe bem e esta deve ser a quinta vez que o homem é declarado morto, portanto tudo pode acontecer.

A Congregação para a Doutrina da Fé lançou um documento que diz que a hierarquia e os movimentos católicos não se sobrepõem uns aos outros, mas antes se complementam.

Termino com um convite, para irem no dia 21 de Junho assistir ao concerto da minha prima Ana Stilwell, que colocou o seu talento ao serviço da causa dos refugiados. É às 21h no Teatro Thalia e o dinheiro angariado vai para a Plataforma de Apoio aos Refugiados. Divulguem!

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