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sexta-feira, 20 de julho de 2018

Santidade em Fátima e lixo em São Tomé

Santificação em acção em Fátima
Ontem estive em Fátima no Encontro Internacional das Equipas de Nossa Senhora. O ambiente é, de facto, muito especial!

Pude entrevistar o bispo iraquiano Georges Casmoussa, que falou da necessidade de perdão mesmo em casos de perseguição extrema e disse que a reconciliação no Iraque tem de ser liderada por leigos.

Hoje publicamos uma entrevista com o presidente da Conferência Episcopal do Brasil, que também está no encontro. D. Sérgio Rocha elogia o papel das Equipas para redescobrir a alegria do casamento e, noutro tema, diz que é cedo para se saber o sínodo da Amazónia, no próximo ano, irá aprovar a ordenação de homens casados.

Cabinda tem um novo bispo. Saiba porque é que isso é mais interessante do que possa parecer à primeira vista…


E saiba aqui como é que pode ajudar os Leigos pelo Desenvolvimento a comprar um carro de recolha de lixo para São Tomé!


quarta-feira, 18 de julho de 2018

Henri Caffarel, rogai por nós

Continua a decorrer em Fátima o Encontro Internacional das Equipas de Nossa Senhora, que hoje recebeu a visita do cardeal Peter Turkson, que explicou aos presentes porque é que a nossa dignidade não advém das Nações Unidas, mas sim de Deus.

E também hoje ficámos a saber que embora várias graças tenham sido já atribuídas à intercessão do fundador das ENS, Henri Caffarel, ainda falta um milagre cientificamente verificável para avançar com a sua beatificação. Por isso já sabem, tudo a rezar por intercessão dele e, caso não conheçam o seu legado, investiguem e leiam, que vale bem a pena.

Se é como eu, então por vezes deve-se sentir cansado de um clima social, político e até eclesial que parece ser de constante conflito e onde, sobretudo, parecemos estar sempre à defesa e em recuo. Robert Royal, fundador e editor do The Catholic Thing também compreende esse sentimento e é sobre isso, nomeadamente sobre a necessidade de não deixar que as nossas vidas sejam sufocadas por esse ambiente, que ele escreve hoje. O artigo desta semana do The Catholic Thing em português é para ser lido ao som de música clássica.

terça-feira, 17 de julho de 2018

Equipistas aos milhares em Fátima

Está a decorrer, desde ontem, o encontro das Equipas de Nossa Senhora.

O Papa enviou uma mensagem aos participantes, que salvo erro não existe publicada em lado nenhum, se não aqui no meu blog, tanto em português como numa tradução minha para inglês.

Entre os participantes há milhares de casais como o Luís e a Waleska Silva e todos os dias começam com uma reflexão conduzida pelo padre Tolentino Mendonça, recém-nomeado arcebispo.

A fundação Ajuda à Igreja que Sofre aprovou 40 projetos para ajudar os cristãos na Síria, no valor de cerca de três milhões de euros.

E ontem saíram as nomeações de padres para Lisboa, sendo que a principal surpresa é o facto de os jesuítas assumirem a paróquia da Encarnação.


Mensagem do Papa para o Encontro Internacional das Equipas de Nossa Senhora

O Papa Francisco escreveu uma mensagem aos participantes no Encontro Internacional das Equipas de Nossa Senhora. A mensagem foi lida em português, durante a cerimónia de abertura, pelo núncio apostólico Rino Passigato. O texto não foi divulgado, pelo que isto é uma transcrição da mensagem lida, com base na filmagem feita pela organização. Caso exista algum erro, fruto da má qualidade do som em algumas partes do vídeo, peço desculpa.

Acolhendo de bom grado o pedido de bênção para os participantes do 12º Encontro Internacional das ENS que se realiza em Fátima, sobre o tema “O Filho Pródigo”, o Papa Francisco saúda-vos fraternalmente, recordando a todos e cada um que a Igreja condena o pecado, porque deve dizer a verdade, mas ao mesmo tempo agraça o pecador que se reconhece como tal, aproxima-se dele, fala-lhe da Misericórdia infinita de Deus.

Que grande alegria e esperança nos dá a parábola do Filho Pródigo. Nela não se fala apenas de acolhimento e de perdão, mas também da festa pelo filho que regressa. O Santo Padre convida todos e cada um a rever-se naquele filho extraviado que voltou e a quem o pai não se cansa de abraçar e repor na sua grandeza de filho.

Comovidos por tão grande benevolência, deixem o coração falar: “É verdade, Senhor, sou um pecador, uma pecadora. Sinto-me tal e tenho a certeza de o ser. Deixei-me enganar de mil maneiras, fugi do vosso amor, mas aqui estou novamente para renovar a minha aliança convosco. Preciso de vós. Resgatai-me de novo Senhor. Aceitai-me mais uma vez nos vossos braços redentores".

Aqueles braços abertos na Cruz provam que ninguém é excluído do amor do pai e da sua misericórdia. Ele não quer, nem se resigna a, perder ninguém. Marido, esposa, pais e filhos, bem sabem que aos olhos de Jesus não há pessoas definitivamente perdidas, mas apenas pessoas que devem ser reencontradas, e ele impele-nos a sair à procura delas. Porque se queremos encontrar o Senhor, temos de o procurar não onde nós pretendemos encontrá-lo, mas onde ele nos quer encontrar, e o pastor só pode ser encontrado onde está a ovelha perdida. Fazendo saber que vai à procura da ovelha perdida, ele provoca as outras 99 para que participem na reunificação do rebanho e, se assim procederem, não só a ovelha trazida aos ombros, mas todo o rebanho acompanhará o pastor até casa para fazer a festa com os amigos e os vizinhos.

Então, “tomados pela mão da Virgem Mãe e sob o seu olhar, podemos cantar, com alegria, as misericórdias do Senhor. Podemos dizer-Lhe: A minha alma canta para Vós, Senhor! A misericórdia, que usastes para com todos os vossos santos e com todo o vosso povo fiel, também chegou a mim. Pelo orgulho do meu coração, vivi distraído atrás das minhas ambições e interesses, mas não ocupei nenhum trono, Senhor! A única possibilidade de exaltação que tenho é que a vossa Mãe me pegue ao colo, me cubra com o seu manto e me ponha junto do vosso Coração.”*

Assim consagrados aos corações misericordiosos de Jesus e Maria, podem contar com a sua graça, a mesma graça que há cento e um anos, na pessoa da Virgem Mãe de Deus, refugia os olhos dos três pastorinhos e mudou as suas vidas, para salvarem os pecadores.

Com votos de que a paixão com que estes o fizeram se apodere dos esposos, pais, filhos membros das Equipas de Nossa Senhora, semeadas pelo mundo inteiro, o Papa Francisco concede a sua bênção, extensiva aos assistentes espirituais e orientadores de retiros e encontros.


*Da oração do Papa Francisco na Capelinha das Aparições, durante a sua visita pastoral de 2017.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Casais aproximam-se de Fátima, SSPX afastam-se Roma

O Papa Francisco escreveu pessoalmente ao Patriarca de Lisboa para agradecer a sua nota a propósito da aplicação do Amoris Laetitia, no que diz respeito ao acesso aos sacramentos por parte de casais em situação irregular. Tanto quanto sei é apenas a segunda vez que o Papa tem um gesto destes.

Começa já na próxima segunda-feira o encontro internacional das Equipas de Nossa Senhora, em Fátima. Esperam-se cerca de 10 mil pessoas. Saiba tudo aqui.

Faz este ano 60 anos que D. António Ferreira Gomes fez frente a Salazar, acabando por ser exilado. O Cónego Arnaldo de Pinho considera que o bispo teve razão no seu tempo. Uma entrevista a ler.

E a Sociedade de São Pio X dá mais um passo para longe de Roma, com a escolha surpreendente de um novo superior geral da ala dura, que se opõe às negociações com a Santa Sé.


sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Tragédia em Meca e amnistia em Cuba

O momento em que a grua em Meca
atingida por um relâmpago
É já na próxima segunda-feira que a Renascença transmite uma entrevista exclusiva com o Papa Francisco. Às 9h passa na Rádio e a partir dessa hora já poderá ver a entrevista no site. Até lá, vai ter de se contentar com este “teaser” em que o Papa admite que a sua popularidade é também uma cruz: “Jesus, num certo momento, foi muito popular e depois acabou como acabou”.

Uma notícia trágica chega de Meca, onde esta tarde a queda de uma grua fez dezenas de mortos e centenas de feridos na principal mesquita da cidade. Recordo que sexta-feira é o dia santo para os muçulmanos, pelo que a mesquita teria mais pessoas do que noutro dia qualquer.

O Governo de Cuba anunciou esta manhã que vai libertar mais de 3500 presos por ocasião da visita do Papa Francisco, no próximo dia 19.

Ontem o Papa encontrou-se com membros das Equipas de Nossa Senhora, em Roma, a quem falou das ameaças ideológicas que a família enfrenta.


Por fim, o padre Lino Maia diz que devemos olhar para esta crise de refugiados à porta da Europa não como uma ameaça, mas como uma oportunidade. Amen!

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

“Quem está a viver um segundo casamento não pode vir a ser santo?”

Transcrição integral da entrevista feita ao Cónego Carlos Paes a propósito da “Lineamenta” do sínodo da Família. Notícia aqui.

Qual é o sentido destas perguntas que a Santa Sé envia para as conferências episcopais?
Penso que isso traduz a vontade deste Papa Francisco de estabelecer um modelo da Igreja em regime mais colegial e até mais sinodal. Ele quer juntar o colégio dos bispos às suas decisões que dizem respeito às pessoas em geral. O sínodo serve para dar voz e vez a todos os que responsavelmente fazem parte deste corpo eclesial que tem Cristo como cabeça. São ideias velhas na Igreja, mas que este Papa quer activar ainda mais.

O que é, exactamente, o movimento das Equipas de Santa Isabel?
Existem Equipas de Nossa Senhora, criadas pelo padre Caffarel, para casais normais. São equipas de espiritualidade conjugal que depois estendem o seu percurso à família inteira e os grupos acabam por ser familiares e não apenas de casais. O sucesso dessas equipas fez com que outros casais, que não estão em condições para as integrar, porque são recasados ou apenas divorciados, aspirassem a ter uma coisa do género.

O Papa João Paulo II, na “Familiaris Consortio”, disse que a Igreja não devia esquecer esses casos especiais, porque o seu sentimento íntimo é pensarem que estão excomungados, ou que estão castigados, uma vez que foram privados da recepção de alguns sacramentos. De qualquer forma o Papa sugeriu que se desse atenção pastoral. Foi nessa linha que nasceram as Equipas de Santa Isabel, criada por mim e por um casal das Equipas de Nossa Senhora, que pilotou uma equipa de divorciados e recasados.
Assim como Nossa Senhora é prima de Santa Isabel, também as Equipas de Santa Isabel são primas do movimento das ENS.

As Equipas de Santa Isabel juntam casais que agora estão a viver uma outra aliança, a anterior foi desfeita, não se vê que se possa voltar a ela, as pessoas seguiram caminhos diferentes, há outras famílias, mas as famílias que agora existem, sobretudo os filhos que resultaram delas têm o direito a sentir-se apoiados e integrados de pleno direito na comunidade cristã. É isso que procuro fazer, fazendo-lhes perceber que embora estejam privados da absolvição sacramental e da comunhão eucarística, isso não significa que estejam fora de um processo de reconciliação ou de outras formas de comunhão. É isso que procuro valorizar, dentro das balizas que a Igreja define.

Muitos casais que se encontram nessa situação esperam um dia poder ter acesso aos sacramentos. Na sua opinião, isso é algo que pode mudar no próximo sínodo?
Eventualmente. A Igreja não irá proporcionar soluções em saldo ou de tudo ou nada. É uma ponderação que deve ser feita, equivalente à que os nossos irmãos ortodoxos fazem, permitindo uma segunda aliança depois do fracasso do primeiro matrimónio, mas dentro de balizas que significa da parte do casal em causa um sentimento por um lado penitenciar o que não conseguiram fazer no primeiro casamento, mas que querem fazer agora com todo o empenho, salvaguardando os deveres da justiça e da caridade para com a história que foi passada. Não se pode eliminar de qualquer forma uma aliança que existiu, que teve alguma duração, que produziu frutos, os mais bonitos dos quais são os filhos, mas não só. Tudo isso deve ser ponderado e não fazer uma solução em saldo sem ter em conta o bem maior e um caminho de santidade para essas pessoas.

Às vezes pergunto-me: Quem está a viver um segundo casamento, efectivamente, está privado de um caminho de santidade? Não pode vir a ser santo? Se a resposta é que pode, como acho que é, então temos de criar condições para que isso possa acontecer no quadro de uma integração eclesial e de uma participação efectiva, mas isso tem de ser feito com ponderação e sem simplesmente procurar soluções apressadas só para não ficar atrás dos outros.

Às vezes até, revendo a história dessa primeira união que existiu, chega-se à conclusão que não foi um verdadeiro sacramento, por isso pode-se fazer uma declaração de nulidade da primeira união, resolvendo-se o problema na raiz. 

“Onde é que lhes dói?”, é isso que o Papa quer saber

Transcrição integral da entrevista feita ao Padre Carlos Delgado a propósito da “Lineamenta” do sínodo da Família. Notícia aqui.

Qual é o sentido destas perguntas que a Santa Sé envia para as conferências episcopais?
O sentido é o documento preparatório que sempre se faz para todos os sínodos e que de maneira prioritária é enviada aos bispos, mas o Papa quis que esta consulta fosse mais verdadeira e activa, que não ficasse apenas nos bispos e nos peritos convidados pelos bispos, mas que chegasse às próprias paróquias, às que vivem o concreto, neste caso, da problemática familiar, no contexto da transmissão da fé e da nova evangelização.

Portanto não há nada de extraordinário, há este vincar e esta tonalidade tão típica do Papa Francisco de chegar às pessoas concretas e às que vivem o dia-a-dia desta problemática familiar. É fundamentalmente essa a questão, ele quer respostas que sejam bem vividas e sentidas pelo povo cristão espalhado pelo mundo e pelas pessoas que estão nas paróquias.

Muitos têm interpretado este questionário como sendo um sinal de mudanças na doutrina… que tem a dizer sobre isso?
É possível que venham algumas respostas que sejam orientativas, mas de qualquer maneira não podemos esquecer que há uma doutrina comum na Igreja e é por essa dimensão comunitária da fé que nos temos que regular. Não apenas por uma questão de unidade e de sintonia, mas por uma questão de fidelidade à mensagem que Deus deixou à sua Igreja e de que somos portadores.

Creio que não é por acaso que o Papa tenha convidado para secretário do Sínodo o teólogo Bruno Forte. Creio que é uma questão de ver até que ponto estas questões, que causam interpelações aos cristãos nos dias de hoje, interpelam a fé, e que resposta a fé da Igreja lhes pode dar. Creio que é essa busca que o Papa Francisco quer, são questões que se vivem à nossa volta, por isso é necessário ver até que ponto isso implica a vivência cristã.

De facto as perguntas não falam quase de doutrina, mas sim de pastoral. Qual é a diferença na prática?
A questão doutrinal tem a ver com a mensagem traduzida numa linguagem universal, a pastoral são as questões concretas do dia-a-dia, aquilo que no fundo dificulta ou facilita a vivência cristã num determinado contexto. O Papa não vai perguntar as questões doutrinais aos cristãos e fiéis leigos do mundo inteiro, vai-lhes pedir as interpelações à sua vivência de fé. É mais esta questão experiencial que está em causa. É isto que tem de ser questionado e que as pessoas têm de apresentar. Dizer “onde é que lhes dói”, para usar um termo clínico. É isso que o Papa quer saber e que depois porá nas mãos de alguns bispos para tentar dar respostas e dar unidade de orientação pastoral prática da vida cristã.
                                             
Se a questão dos casais divorciados e recasados causa dor e sofrimento a muitos cristãos, como é que isso pode ser superado, como pode ser vivido por um cristão? Que ajuda é que a Igreja pode dar a homens e mulheres nessa situação?  É essa a pergunta que tem de ser feita, por isso o melhor é perguntar a quem está nessas realidades e a partir daí encontrar um caminho mais uniforme da Igreja universal.

É possível mudar a prática pastoral, sem mudar a doutrina?
A doutrina é um conteúdo único, um conteúdo que nos é transmitido por Deus e que o Espírito Santo nos ajuda a concretizar. Há formas diferentes de a concretizar consoante as épocas, mas a mensagem é sempre a mesma, é a salvação e a santificação da pessoa humana. E há muitos caminhos e todos são chamados a essa santificação. Agora, como é que se faz? Que meios se lhes dão? Que apoios é que a Igreja dá? É isso que o Papa procura, como dar a mão e ajudar a caminhar na santificação os homossexuais, os divorciados recasados, etc. Por isso importa questionar seriamente quem vive nesta situação. É isso que importa que seja transmitido para depois encontrar as propostas concretas que virão do sínodo.

Enquanto sacerdote muito envolvido com a questão das famílias, qual é a sua principal preocupação que gostaria de ver discutida no Sínodo?
A questão que me interpela mais, que me tem chegado mais na prática pastoral, é de facto a dos cristãos divorciados e recasados. Não só a vivência pessoal da fé dessas pessoas, mas a transmissão da fé e a continuidade da vida cristã dos filhos e descendentes.

Depois, toda a questão da vivência comunitária da fé, o acolhimento que nas comunidades se pode fazer. Esta tem sido para mim a maior interpelação e aquela em que tenho mais dificuldade de fazer entender a posição da Igreja.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Coptas e comunicações

Cardeal Józef Glemp
Antes de mais, queria ter avisado ontem mas esqueci-me, as Equipas de Nossa Senhora fazem uma reunião de divulgação do movimento esta noite no Estoril. Se está à procura de um movimento que trabalha a espiritualidade em casal, não deixe de aparecer às 21h30 no salão paroquial da Igreja de Santo António.

Passando à actualidade, o Papa publicou hoje a sua mensagem para o Dia das Comunicações Sociais. A esse propósito falei com Pedro Gil, porta-voz do Opus Dei. A transcrição completa dessa conversa pode ser lida aqui.

Ainda sobre este assunto, D. Nuno Brás considerou ontem no debate das quartas-feiras da Renascença, que os cristãos não podem deixar de estar presentes nas redes sociais.

Amanhã faz dois anos que começaram os protestos contra o regime no Egipto. E agora, qual é a situação do país e, especificamente, dos cristãos? Entrevistei um sacerdote copta sobre o assunto. A reportagem, com vídeo, está aqui. A transcrição integral, em inglês, encontra-se aqui. Reparem nas vestes dele, agora imaginem o quanto me diverti a andar com ele de Metro e a levá-lo a almoçar no Chiado…


E cinco deputados do PSD de Santarém querem saber porque é que o Governo anda a ignorar o turismo religioso

terça-feira, 24 de julho de 2012

Perdoa-me Papa! Ass. Paolo

Universidade do Peru procura jardineiros...
A Síria continua a dar que falar. Temos um artigo interessante com as opiniões do Patriarca Melquita, com sede em Damasco. Sua Beatitude Gregórios Halam III é muito pró-árabe e tem uma visão da realidade no Médio Oriente que muitos acharão surpreendente vindo de um líder cristão.





E por fim, o ex-mordomo do Papa, Paolo Gabriele, escreveu uma carta ao ex-patrão a pedir perdão.

Ontem, por lapso, disse que as ordenações de diáconos tinham sido em Viana do Castelo, na verdade foram em Viseu.

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