quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Jordânia responde na mesma moeda

A Jordânia respondeu à cruel execução do seu piloto por parte do Estado Islâmico na mesma moeda, executando dois presos com ligações aos jihadistas, incluindo uma mulher iraquiana. Não, não os queimaram vivos numa jaula, mas consta que o resultado final é o mesmo. Pessoalmente, considero que foi a pior resposta possível mas (e isto não é uma justificação moral), poderá ter sido uma forma de satisfazer e garantir a lealdade da tribo de Kassasbeh, que é uma das mais importantes de um reino que sobrevive graças a complexos pactos de lealdade.


Se já nos habituámos a ver a Síria e o Iraque dilacerados pela guerra, não posso dizer o mesmo da Ucrânia. Faz a maior confusão ver aquele conflito que continua a fazer mortes diariamente. Ao Papa também custa, pelos vistos.

Nasceu a Federação Europeia Pró-vida, que junta 29 associações de toda a Europa.

Os paulistas têm um novo superior-geral. É lusófono e é o primeiro não-italiano desde a fundação da ordem (na foto).

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