quarta-feira, 8 de julho de 2015

Diz-me a tua receita que eu digo-te a minha

Guardas Suíços em alerta máximo por
ameaça chamada Cruella de Vil
O Papa Francisco voltou hoje a fazer das suas e quando chegou a altura de fazer o seu discurso deixou de lado a versão escrita e disse que não tinha paciência para a ler.

No seu discurso improvisado Francisco alertou para o a importância de os padres e religiosos terem memória e de reconhecerem a gratuidade da sua vocação. Francisco também andou a trocar receitas (de alegria) com os equatorianos.

Já o outro discurso, que não tendo sido lido foi entregue a um representante do clero local para ser tornado público, explicava que os clérigos não são mercenários mas servidores. Vale a pena ler ambas as notícias que, naturalmente, se completam.

Ontem foi dia de falar de ecologia, de pobreza, do amor que devemos ter até pelos nossos adversários, e de lamentar novamente o facto de a morte dos pobres não ser notícia nas nossas sociedades. Foi também dia de paramentos ponchos e de báculos bacanos (ou de férulas fixes).

Esta quarta-feira D. Manuel Clemente esteve na Renascença para empossar o Conselho de Gerência e sublinhou que a catolicidade da emissora católica portuguesa não é uma coisa de tirar e pôr, deve estar sempre presente. Vamos fazendo por isso Senhor Patriarca!

Por fim, não deixem de ler o artigo desta quarta-feira do The Catholic Thing em português. Fala-se muito na crise do casamento, mas e a crise do namoro? Não é menos importante e drástica. O namoro na idade da pílula tem muito que se lhe diga, nem tudo de bom.

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