Err... Sim, obrigado... Vou pôr no meu quarto... A sério! |
Ao
que parece, em terra de coca, o mais alucinado é rei. Ou presidente, neste
caso. Evo Morales ofereceu
ao Papa um crucifixo que é simultaneamente uma foice e martelo, mas isso
foi só uma pequena parte do aproveitamento político deste homem cuja fé
consegue ser ainda mais bizarra que a política.
O
Vaticano já esclareceu que o Papa não
fazia ideia dos presentes que estava prestes a receber.
Na
sua primeira missa na Bolívia, Francisco convidou os fiéis a atacar a
pobreza através da partilha e a nunca cair na tentação de pensar que há
pessoas “descartáveis” só porque não produzem.
Esta
noite o Papa reúne-se com os padres e religiosos e, depois, vai falar com
representantes dos movimentos populares, portanto podem esperar notícias
frescas na madrugada ou logo de manhã.
Os
frades agostinhos vão ter o seu segundo padre português desde a expulsão das
ordens religiosas. Tiago Alberto diz que querer ser sacerdote
não é nem impossível nem complicado.
"O crucifixo foi entalhado pelo padre jesuíta Luis Espinal Camps, de nacionalidade espanhola, morto por paramilitares em janeiro de 1980 e a quem Francisco rendera homenagem na chegada à Bolívia, minutos antes. A escultura original (o que foi ofertado ao Papa era uma réplica) encontra-se na sede da Companhia de Jesus, em La Paz." O autor deste texto deveria ter-se informado antes. Ou até já sabia mas preferiu ignorar Luís Espinal, assassinado por ter estado do lado dos trabalhadores bolivianos que reclamavam Liberdade e Justiça. Deve preferir lembrar-se da conivência da igreja com diversas ditaduras, desde a ditadura portuguesa aos esquadrões da morte em El Salvador, ao apoio do Vaticano na fuga de Nazis para a Argentina, e por aí fora. Depois a política do Evo Morales é que é bizarra. Pois, deve ser...
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