quarta-feira, 1 de abril de 2015

"Sede porreiros como o vosso deus imaginário é porreiro"

Santa Páscoa para todos!
O Papa voltou esta quarta-feira a recordar os cristãos que são perseguidos pela sua fé, evocando-os como exemplo para todos os fiéis. Isto no dia em que a fundação Ajuda à Igreja que Sofre traz-nos o exemplo de uma menina síria refugiada no Líbano e que foi violada 18 vezes num só dia pelos jiadistas… Não sei se é cristã, ou se não, que importa?

Ontem a Renascença entrevistou o padre Pedro Quintela, responsável pela associação Vale de Acór, que trabalha na recuperação de toxicodependentes, e que insiste que o Ser Humano nunca se pode resumir a uma ficha médica.

Perseguições, violações, toxicodependência. Tudo isto é sofrimento e são este tipo de flagelos que permitem a toda a humanidade identificar-se de alguma forma com o sofrimento de Cristo na sua paixão. Este é um dos temas da conversa que mantive com Paulo Pereira da Silva e com José Luís Nunes Martins, autores do livro “Via Sacra para Crentes e Não Crentes” que aconselho vivamente a lerem.

Mudando agora de assunto, e porque hoje é dia de artigo novo do The Catholic Thing em português, Anthony Esolen chegou à conclusão que a Igreja deve, de facto, mudar com os tempos para ter mais relevância para as mulheres e os homens do nosso tempo, e por isso escreveu uma versão moderna das bem-aventuranças. “Sede porreiros como o vosso deus imaginário é porreiro”.

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