segunda-feira, 30 de julho de 2018

As crianças são mais frágeis que as cidades

Pe. Fouad Nakhla
De volta, pelo menos por mais alguns dias, deixo-vos com esta interessantíssima entrevista com o pe. sírio Fouad Nakhla, que lidera o Serviço Jesuíta aos Refugiados em Damasco. Como é que se constrói o futuro num país com uma geração inteira que não conhece mais do que a guerra?

O Pe. Fouad trabalha em Damasco com um jesuíta português que, há dias, conversou com a minha colega Ana Lisboa.

O Papa aceitou a renúncia de um bispo australiano acusado de encobrir casos de abusos sexuais e aceitou também a renúncia do cardeal americano Theodore McCarrick, acusado de ter cometido abusos sobre menores e sobre seminaristas e jovens padres das dioceses que liderou.

Não se pode subestimar o quanto o caso do cardeal McCarrick está a revoltar a opinião pública nos Estados Unidos, sobretudo dos católicos, terrivelmente desapontados com a sua hierarquia. Pode saber mais sobre este caso aqui, no artigo da semana passada do The Catholic Thing. Uma leitura difícil, mas importante.

E nestes dias Portugal ganhou um bispo, D. José Tolentino Mendonça, e perdeu outro, D. António Rafael, emérito de Bragança-Miranda. Em relação a D. José Tolentino, destaque para as suas palavras, comparando uma biblioteca a um jardim, e para o significado das suas armas e do seu lema episcopal.

E por fim, as crianças devem ir a funerais? A Ana Rute Cavaco deu o mote para a discussão e eu acrescentei uma reflexão aqui.

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