segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A marcha invisível e os mártires arménios

Pouquinhos, ninguém deu por eles
No passado Sábado decorreu, conforme previsto, a Marcha Pela Vida. Eu estive lá. A avaliação de multidões é sempre polémica, mas diria que estive acompanhado de umas duas mil pessoas. Contudo, para além da Renascença e da Lusa, os jornalistas optaram por ignorar esta marcha. Para o ano em vez de cantarmos e irmos contentes se calhar devíamos partir umas montras e mudar o nome para “Que se lixe o aborto” e aí a imprensa passa a ligar.

Os taliban do Paquistão querem uma segunda oportunidade. Para quê? Para meter uma bala na cabeça de Malala, a jovem de 16 anos que foi alvejada à queima-roupa por um islamita por cometer o terrível pecado de promover a educação das mulheres. Nada que nos espante, visto que no Iraque, no Domingo, os islamitas acharam por bem atacar uma escola e matar 13 crianças.


Por cá, o bispo D. Amândio Tomás considera que o corte de 10% nas pensões é um “pecado que brada ao céu”.

Morreu um dos líderes espirituais dos judeus sefarditas, em Israel. Ovadia Yossef fez muito pelos sefarditas naquele país, mas não se livrou de algumas polémicas.


Na Síria, aparentemente, boas notícias. Parece que o padre Dall’Oglio, que foi raptado em Julho, foi avistado com vida e bem de saúde. Continuemos a rezar por ele!

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