quarta-feira, 20 de abril de 2016

Cristianismo que não se verga, nem perante o absurdo

Bateladas de dons
O Papa Francisco não esquece o conflito na Ucrânia e por isso destinou às vítimas do conflito naquele país a receita dos peditórios de todas as missas na Europa do próximo fim-de-semana.

Ontem o Papa voltou a falar dos refugiados, descrevendo-os como “um dom” e não “um custo” e pedindo-lhes perdão pela falta de abertura e indiferença de que são vítimas. No fim-de-semana Francisco tinha recordado a história de um muçulmano que conheceu em Lesbos, cuja mulher cristã tinha sido degolada por terroristas.

A exortação do Papa continua a dar que falar. A jornalista Matilde Torres Pereira foi falar com casais católicos em situação irregular para saber como encaram o documento.

E esteve em Portugal, para participar no Meeting de Lisboa, o responsável pelo movimento Comunhão e Libertação. O padre Julian Carron apresenta um Cristianismo que “não se verga perante as dificuldades”.

Hoje é quarta-feira, dia de artigo do The Catholic Thing. Esta semana David Carlin fala-nos da “revolução do absurdo”, ou como a nova ortodoxia liberal insiste que devemos acreditar emcoisas que não fazem o menor sentido.

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