sábado, 7 de julho de 2012

Cinco anos de Summorum Pontificum

No quinto aniversário da publicação do Summorum Pontificum, o motu proprio de Bento XVI que liberalizou o acesso à liturgia gregoriana/missa tridentina, aproveitamos para publicar uma lista de todas as missas disponíveis para os fiéis nas dioceses de Lisboa, Porto e Braga:

...

E pronto, é isso.

6 comentários:

  1. Extensa lista. Vou printar para não me esquecer...

    ResponderEliminar
  2. Na paroquia do Santissimo Nome de Jesus temos todas as semans tres Missas na forma Extrordinaria e tres na forma Ordinaria. Nao ha confusoes nem mixtura de Ritos mas uma enriquessimento mutuo. Espero que um dia a Igreja em Portugal permite a abertura das riquezas do Rito traditional a quem pede sem colocar entraves como tem acontecido em Coimbra e outos Dioceses. Alem disso Portugal tem aquelo que, se nao me engano, o Santo Padre Bento XV chamou a joia da coroa Portuguesa: o Rito Bracarense. Tambem uma forma do Rito Romano mas uma que mostra a verdadeira inculturacao de que o Segundo Concilio do Vaticano falou no documento Sacrosanctum Concilium.

    ResponderEliminar
  3. «Na paroquia do Santissimo Nome de Jesus...». Peço desculpa pela ignorância, é da Diocese de Coimbra que se trata? Já o Rito Bracarense «oficial», pelo que vi de um pequeno opúsculo que me ofereceram há muitos anos, contendo o Ordinário da Missa, pareceu-me a tradução ipsis verbis do Ordinário tridentino em Português e que, numa transmissão telavisiva, também há já longuíssimos anos, ainda mais se confundia com o Novus Ordo, visto a celebração ter sido versus populo e com a «gestualidade» reduzida do Novus Ordo...

    ResponderEliminar
  4. Imagino que a paróquia seja nos Estados Unidos e que o comentador seja o próprio pároco, ou algum paroquiano. O pároco é o pe. Joseph Santos, de ascendência portuguesa, fez o seminário em Braga e é profundo conhecedor do Rito Bracarense.

    ResponderEliminar
  5. Pior do que os "padres do Maio de 68", rapaziada então jovem, generosa e bem intencionada, apesar do erro, são os bispos e cardeais das «interpretações abusivas» dos textos conciliares do Vaticano II, os homens das «fendas» que Paulo VI denunciou terem rasgado as paredes da Igreja, deixando entrar os «fumos de Satanás». Portugal parece um país destinado ao azar. Não será coisa estritamente de igreja e religião, parece que português onde toca estraga... Em matéria religiosa também, e litúrgica. Veja-se o gritante afastamento entre os textos oficiais latinos do Novus Ordo Missae, de 1970, e a tradução portuguesa, tantas vezes sem qualquer correspondência e veiculando erros doutrinários grosseiros («per omnia saecula saeculorum»/«agora e para sempre»; «et cum spiritu tuo»/«Ele está no meio de nós», etc.!). Com o motu proprio Summorum Pontificum é o mesmo, havendo quem se permita interpretá-lo restritivamente, proibindo a sua aplicação. Relativamente à ordenação de mulheres, já a Santa Sé já se viu obrigada a impor a eminentíssimo prelado a lembrança de que «Roma locuta causa finita», coisa que, em entrevista a uma revista jurídica, pareceu desconhecer ou já não lembrar, como se fosse questão em aberto. Posto em sentido e no sítio, ficou então, nessa parte, reposta a «ordem», não obstante as figas feitas para que o presente pontificado passe depressa. Tenha SS Bento XVI a força e os meios para voltar a impô-la nas questões, litúrgicas e outras, em que lhe vão fazendo orelhas moucas, e não só nas especificamente tridentinas. Ad multos annos...

    ResponderEliminar

Partilhar