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Wednesday, 13 April 2022

De regresso do país dos cedros e preocupações sinodais

Nossa Senhora do Líbano,
em Harrissa
Estou de regresso a Portugal, depois de vários dias no Líbano, a conhecer projectos da fundação Ajuda à Igreja que Sofre naquele país. Foi uma experiência fantástica, mas pesada, que espero poder partilhar convosco em breve. Entretanto pode ficar aqui com uma boa ideia, através da entrevista que Catarina Bettencourt Martins, directora da AIS em Portugal e que também esteve presente, deu à Renascença.

Ontem a Comissão Independente que investiga os casos de abusos na Igreja em Portugal apresentou alguns números. São já 290 denúncias e 16 casos enviados para o Ministério Público. A cronologia que mantenho no blog foi devidamente actualizada.

Hoje é dia de novo artigo do The Catholic Thing. Devemos estar preocupados com o “Caminho Sinodal” na Alemanha? Dezenas de bispos no mundo pensam que sim, e assinaram uma carta aberta ao episcopado alemão, precisamente nesse sentido. O artigo da semana passada é de teor mais pessoal, com Stephen White a explicar porque é que a morte prematura do seu pai, em plena Quaresma, tornou esta época ainda mais especial para ele. A ler, sobretudo em vésperas do tríduo pascal!

Continuo a acrescentar, a um ritmo quase diário, excertos de discursos e homilias a esta lista de declarações de líderes religiosos sobre a guerra na Ucrânia. Recentemente coloquei excertos de uma longa carta de um padre da Igreja Ortodoxa da Ucrânia leal a Moscovo, que critica ferozmente a sua própria hierarquia. Vale mesmo a pena ir ver!

Também pode ver aqui a conferência “Para um Ecumenismo de Paz”, da Capela do Rato, em que participei no dia 30 de março, na companhia de figuras muito interessantes, incluindo um padre ucraniano, um moldavo e Paulo Portas.

Amanhã é dia de novo episódio do podcast “Hospital de Campanha”. Se ainda não ouviu o segundo, não perca a oportunidade. A próxima conversa é sobre a resposta dos portugueses à crise dos refugiados ucranianos, e é muito interessante!

Friday, 25 October 2019

Caminhada Pela Vida com enfoque na Eutanásia

Peço desculpa pela longa ausência, que só não se prolonga porque urge avisar-vos sobre a importância de participarem na Caminhada Pela Vida, que se realiza amanhã em várias cidades (ver abaixo).

O Bloco de Esquerda, mostrando claramente as suas prioridades, já anunciou um projecto de lei no primeiro dia da nova legislatura. Sabendo que a lei passa quase de certeza no Parlamento, a Federação Pela Vida quer que o tema seja posto a referendo.

Ontem foi detido no Algarve um ex-padre abusador em série, que já tinha sido condenado na Califórnia e na Irlanda por abusos e posse de pornografia infantil. Porque este é um problema que diz respeito a todos, o artigo do The Catholic Thing desta semana fala do novo filme francês “Graças a Deus”, sobre o caso do abusador Bernard Preynat, de Lyon. A ler.

Por fim, chamo a vossa atenção para o relatório da fundação Ajuda à Igreja que Sofre, sobre a perseguição aos cristãos. Se a situação no Médio Oriente melhorou um pouco – já que pior seria difícil – a área que mais preocupa agora é a Ásia Meridional. O termo correcto, segundo Paulo Portas, é genocídio. Catarina Martins Bettencourt diz que o Ocidente ignora a perseguição na China porque o dinheiro fala sempre mais alto.


Pontos de partida da caminhada marcada as para 15h00 de sábado:
Lisboa – Praça Luis Camões
Porto – Sé
Aveiro – Largo do Mercado Manuel Firmino
Braga – Avenida central (Arcada)
Viseu- Campo de Viriato

Veja também


Monday, 21 March 2016

@Franciscus e Passo-a-Rezar nas periferias

Padre Nuno Gonçalves, próximo reitor da
Universidade Pontifícia Gregoriana
O Papa Francisco comparou ontem o sofrimento dos refugiados com a paixão de Jesus. Palavras muito fortes para uma Europa que, em grande medida, continua a virar as costas ao problema.

Hoje a Renascença disponibiliza uma entrevista a Catarina Bettencourt, que dirige a delegação portuguesa da fundação Ajuda à Igreja que Sofre e que vai “onde outros não querem ir”. Na sua opinião, a Europa “perdeu a noção da realidade”.

Francisco decidiu aderir ao Instagram. Em poucas horas já estava com centenas de milhares de seguidores. No mesmo dia Francisco ordenou dois novos bispos a quem recomendou que sejam próximos dos seus fiéis e dos seus sacerdotes e diáconos.

Um português vai dirigir a mais importante universidade pontifícia, a Gregoriana, em Roma. É uma enorme responsabilidade e uma grande honra para Portugal.

Depois de vários anos a convidar personalidades para ler os textos e as meditações do Tríduo Pascal, o Passo-a-Rezar decidiu, este ano, ir às periferias, pelo que os protagonistas vão ser um imigrante e uma doente oncológica.

Não deixem de ler o artigo do The Catholic Thing da semana passada, onde Randall Smith fala sobre o sacramento da confissão.

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