Uma vez que vou novamente de férias nos próximos dias, e o mailing list será por isso interrompido, aproveito para divulgar alguns eventos que vão decorrer entretanto.
Já no dia 25 de Maio há uma conferência sobre o Papa João XXIII, que é organizado pelo movimento Nós Somos Igreja e que decorre no Convento de São Domingos, em Lisboa. Começa às 15h30, inclui dois painéis de debate, e acaba com missa às 18h15.
Na segunda-feira seguinte decorre em Madrid um encontro dedicado à família. Este é especialmente dedicado a jornalistas e profissionais da comunicação social e o título é: "Comunicamos bem a importância da Família?", um tema cada vez mais importante!
Podem ver mais detalhes clicando na imagem acima e os eventuais interessados em participar devem contactar a parceira portuguesa da organização, Be Family, por e-mail: info@befamily.pt
Wednesday, 22 May 2013
Próximos eventos...
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As Pequenas Almas Sofredoras: Audrey Stevenson de Paris
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| Austin Ruse |
O argumento mais forte dos ateus é aquele sobre o
sofrimento. É quase um cliché. Se Deus nos ama, porque é que permite o
sofrimento? Não estamos a falar de uma dor de dentes, mas de dor incessante e
dilacerante, dor de morte. Permitiu-o para o seu próprio filho.
Este tipo de sofrimento em qualquer pessoa é um mistério,
mas muito mais quando se trata de crianças. Suspeito que isto seja algo que já tenha
afastado muita gente da fé. E quando a dor se abate sobre uma criança que tem
uma familiaridade precoce com Deus, é menos misterioso por isso? Certamente não
o é para o ateu, nem para um mórmon ou para um judeu, que não partilham a
compreensão que os católicos têm do sofrimento.
Acreditamos que o sofrimento, bem entendido, nos aproxima de
Deus, ajuda-nos a aliviar o sofrimento de Cristo e contribui para a salvação de
outros. Mas trata-se de uma ideia monstruosa para aqueles que não a
compreendem.
Vivemos numa era de grandes santos. João Paulo Magno,
Josemaria Escrivá. Madre Teresa. Padre Pio. Gianna Molla. Brendan Kelly.
Margaret Leo. Audrey Stevenson.
Não conhece estes últimos três? São os mais pequenos dos
santos sofredores. Há muitos outros pelo mundo fora, crianças com um sentido
apurado de Deus, mesmo em bebés, que sofreram doenças e maleitas terríveis mas
que ofereceram o seu sofrimento para o benefício de outros, para Cristo, e que
morreram novos.
Audrey Stevenson nasceu em 1983 numa família que era católica
mas na qual nem se rezava antes das refeições. Quando tinha três anos a família
visitou a casa de Santa Teresa de Lisieux e depois o convento onde a Pequena
Flor viveu e morreu. Aí a Audrey exclamou: “Quero entrar para o Carmelo”.
Pouco depois a família mudou-se para um apartamento novo.
Audrey desenhou um crucifixo amarelo e colocou-o na parede. Tinha colocado
crucifixos idênticos em cada quarto da casa, onde permaneceram durante muito
tempo.
Certo dia Liliane, a sua mãe, reparou que Audrey estava a
coxear. Tinha colocado lápis dentro dos sapatos para “poder resistir”, uma
compreensão bastante sofisticada da mortificação, para uma criança, e algo que ninguém
lhe tinha ensinado.
Um dia foi ao parque com o avô. Atravessou avenidas, pontes
e grandes cruzamentos, numa zona muito movimentada de Paris. Perdeu-se.
Alarmado, o avô ligou para casa e descobriu que Audrey já lá estava. Disse que
tinha sido conduzida por Jesus.
Tudo isto aconteceu com uma menina de três anos numa família
que não era particularmente devota.
Em casa introduziu o conceito de dar graças antes de comer.
Uma vez na casa de verão, na Bretanha, insistiu nas orações. O seu tio
americano, Alexander Cummings, provocou-a: “Mas Audrey, se temos de dar graças
a Deus cada vez que comemos, então devíamos dar graças a toda a hora, por
tudo”. Ao que a Audrey respondeu: “Sim, isso mesmo”.
As histórias da sua devoção são infindáveis. Vivia uma fé
profunda, tanto interior como exteriormente, como raramente se encontra nesta
vida. A sua mãe disse: “A Audrey espanta-nos. Está para além de nós”. Conhecia
o catecismo sem ter sido ensinada. O padre disse-lhes que não fizessem nada,
que apenas a seguissem. E assim fizeram.
Aos cinco anos a Audrey pediu autorização à Igreja para
poder comungar. Tipicamente, uma criança em França fazia a primeira comunhão
aos nove ou dez anos. Questionaram-na exaustivamente, primeiro pelo seu prior,
depois por outro e depois por outro ainda. Determinaram que a menina estava
pronta e por isso a família viajou até Lourdes, onde ela comungou pela primeira vez.
O que se nota da sua vida é que não só estava próxima de
Cristo, como também aproximava Cristo dos outros. Primeiro da sua família,
depois de um grupo cada vez maior.
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| Audrey com o Papa João Paulo II |
A Estrada que acabou por levar a fé de Audrey aos outros,
muito para além da família, foi a doença. Os seus pais tinham tido um
pressentimento de que algo iria acontecer para os testar a eles e a ela. Aos
seis anos contraiu pneumonia e teve de passar muito tempo sozinha enquanto a
mãe e o pai cuidavam dos outros filhos. Passou o tempo em oração e a cantar. A
sua mãe começou a questionar se a doença faria parte da missão de Audrey.
A doença mortal surgiu aos sete. Leucemia. Foram muitos
meses de tratamento, incluindo radioterapia, quimioterapia, punções lombares e
transplantes de medula. E assim começou a sua missão de ensino, uma missão que
atravessou as fronteiras de França e chegou a outros países.
Entre família e amigos começou-se a rezar um terço todas as
terças-feiras pelas suas melhoras. Começou por ser uma coisa pequena, mas
cresceu. Aconteceram milagres nesses encontros. Meninas pequenas ensinaram os
seus pais a rezar o terço. Famílias inteiras regressaram à fé. Uma pagela da
Audrey começou a espalhar-se pelo país.
O seu sofrimento no hospital foi intenso. A quimioterapia
deixou-a sem saliva, as pálpebras colavam-se aos olhos e todos os seus ossos
doíam. Dizia repetidamente: “Estou na cruz. Estou na cruz”. Durante as
dolorosas punções lombares repetia: “Pelo tio Mick, pelo pai, pelas vocações”.
Durante um dos tratamentos dolorosos os médicos ouviram-na a cantar músicas a
Nossa Senhora.
Depois de um transplante de medula falhado soube-se que
tinha apenas três semanas de vida. Os pais levaram-na a Lourdes; levaram-na
também a conhecer o Papa, com quem teve uma intensa conversa privada. Perto do
final vieram pessoas de todo o país, pedindo que ela rezasse pelas suas
intenções, coisa que ela fez, apesar da dor, uma após outra.
Por fim morreu. O seu pai, que é padrinho da minha filha
Gianna-Marie, diz que certa vez receberam a visita de um padre mexicano. O
padre disse: “Devo a minha vocação a uma menina francesa que rezava pelas
vocações e morreu de leucemia.” Ao que o seu pai, Jerome, respondeu: “Está
sentado no quarto dela”.
A causa da canonização de Audrey começou em Paris há poucos
anos.
Audrey Stevenson, rogai por nós.
Austin Ruse é presidente do Catholic Family & Human
Rights Institute (C-FAM), sedeado em Nova Iorque e em Washington D.C., uma
instituição de pesquisa que se concentra unicamente nas políticas sociais
internacionais. As opiniões aqui expressas são apenas as dele e não reflectem
necessariamente as políticas ou as posições da C-FAM.
(Publicado pela primeira vez em www.thecatholicthing.com na Sexta-feira, 17 de Maio de 2013)
(Publicado pela primeira vez em www.thecatholicthing.com na Sexta-feira, 17 de Maio de 2013)
© 2013 The Catholic Thing. Direitos reservados. Para os direitos de reprodução contacte: info@frinstitute.org
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Tuesday, 21 May 2013
Exorcismos e Bashar al-Assad
Tem-se falado muito de um exorcismo atribuído ao Papa
Francisco no passado Domingo, em plena Praça de São Pedro.
A Sala
de Imprensa da Santa Sé já veio negar que se tenha tratado de um exorcismo,
dizendo que o Papa simplesmente rezou pela pessoa que lhe foi apresentada.
Penso que quem vê as imagens percebe facilmente que alguma coisa se passou ali.
Caso não tenha visto, aqui fica o vídeo, decida por si (é às 2 horas e 37 minutos).
Ainda assim, o meu momento favorito continua a ser às 2
horas, 35 minutos e 20 segundos.
Está em
Portugal um bispo auxiliar de El Salvador que vem falar de Oscar Romero, o
arcebispo assassinado pelo regime salvadorenho que pode estar a caminho da
beatificação.
Guerrilheiros do Hezbollah estão a combater ao lado das
forças do regime de Bashar al-Assad, na Síria. A
situação preocupa muito o resto do país, que não se quer ver arrastado para um
conflito cada vez mais inter-religioso.
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Monday, 20 May 2013
Projecto Família e Patriarca de Lisboa
Claro que a notícia dos últimos dias é a confirmação da
nomeação de D. Manuel Clemente para o Patriarcado de Lisboa.
Trata-se de um regresso
a casa para D. Manuel. Já D. José
Policarpo deixa o Patriarcado ao fim de longos anos e vai
dedicar-se a uma vida de oração, na zona de Sintra.
Resta agora saber quem será o novo bispo do Porto. Mas há
mais nomeações na calha…
Numa altura em que as famílias estão cada vez mais
desestruturadas, que bom saber que há quem se dedique a mantê-las unidas apesar
das dificuldades! É o caso
do “Projecto Famílias”, do Movimento de Defesa da Vida, que vale a pena
conhecer melhor.
No Iraque a tensão entre xiitas e sunitas está no ponto mais
alto desde os últimos cinco anos. Só hoje
contabilizaram-se mais de 50 mortos.
E porque a semana passada estive fora e não pude divulgar, aqui
fica o alerta para o artigo do The Catholic Thing, que urge ler e que fala de
sete grandes homens, incluindo João Paulo II, e aquilo que têm em comum.
Friday, 17 May 2013
Novo Patriarca de Lisboa
Vários órgãos de informação estão a avançar que o próximo
Patriarca de Lisboa é D. Manuel Clemente, e que a decisão será anunciada
oficialmente amanhã.
Esta notícia coloca-me numa posição complicada uma vez que o
órgão de informação para a qual trabalho está sujeita a um embargo em relação à
divulgação do próximo Patriarca, que apenas termina amanhã, às 11h00, altura em
que a notícia será avançada oficialmente pelo Vaticano.
Contudo, hoje a
Renascença divulgou uma notícia dando conta de que a agência Lusa está a
avançar que o próximo Patriarca é D. Manuel Clemente, mas que ainda não é
oficial. Sendo assim, julgo que já posso fazer o mesmo através deste e-mail
para o benefício dos meus leitores.
Este serviço existe para vos fazer chegar informação variada
e, sempre que possível, em primeira mão. Contudo, não violarei embargos para o
fazer. A jornalista que avançou com esta notícia em primeira mão, Rosa Ramos,
do jornal “i”, explica que não violou qualquer embargo porque transmitiu a
informação às 18h00, recebida de fontes que não estão sujeitas a embargo, e que
apenas recebeu a informação embargada às 19h.
Amanhã, portanto, às 11h00 será conhecida a notícia oficial
do próximo Patriarca de Lisboa. Tudo indica, por enquanto, que D. Manuel
regressa a casa. Vale a pena estarem atentos ao site da Renascença, que terá
certamente muita informação, segunda-feira enviarei mail com um apanhado do
mais importante.
Cumprimentos,
Filipe
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Monday, 13 May 2013
Um de Sete
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| Brad Miner |
Eric Metaxas é autor de alguns livros religiosos para
crianças e duas biografias muito bem recebidas de William Wilberforce (2007) e
Dietrich Bonhoeffer (2011), e o seu mais recente livro “7 Men – and the Secretsof Their Greatness”, inclui breves perfis tanto do abolicionista inglês como do
pastor evangélico alemão martirizado. Os outros cinco são George Washington, o
velocista Eric Liddell, o grande jogador dos Dodgers Jackie Robinson, o
falecido amigo de Metaxas, Charles W. Colson, e – mais importante para os
nossos leitores – o Papa João Paulo II.
Embora escrito para um público adulto, “7 Men” pode ser lido
por adolescentes, sendo aliás muito recomendado para estes. Estes perfis devem
ser inspiradores, e são-no, embora me aborreça que o autor use o termo “herói”
como sinónimo de “modelo” [Role Model]. Jackie Robinson foi heróico e por isso,
suponho, talvez sirva de modelo para miúdos, mas o carácter é uma realidade tão
complexa que duvido.
Todos os heróis de “7 Men” foram, em mais do que um sentido,
fortes, e Metaxas escreve que “a ideia de Deus de tornar os homens fortes era
de que usassem essa força para proteger mulheres e crianças e mais quem
precisasse”. Por outras palavras, tinham cavalheirismo, (um tema que me é caro).
Este pode ser definido como força “posta ao serviço de Deus”. De que outra
forma é que homens conseguem fundar uma nação (Washington), acabar com a
escravatura (Wilberforce), voltar as costas à fama (Liddell), sacrificar tudo
(Bonhoeffer), quebrar a barreira racial (Robinson), mudar o mundo (João Paulo
II), e ultrapassar a humilhação pública (Colson)?
Cada um destes homens tinha uma firmeza quase preternatural
para fazer a coisa certa. No caso de Washington não se tratava só de liderar os
novos Estados Unidos, mas dar um exemplo de moderação ao abandonar o cargo
público e retomar a vida privada. Wilberforce poderia ter sido
primeiro-ministro, mas dedicou a sua vida a libertar os africanos da
escravatura. Liddell opôs-se ao rei e à nação para poder honrar o sábado,
depois abandonou o atltetismo para se dedicar às missões na China. Bonhoeffer
enfrentou os nazis, abandonando a segurança dos Estados Unidos para regressar à
Alemanha, e por isso foi enforcado. Robinson manteve a calma quando confrontado
com o racismo mais selvagem, abdicando, nas palavras de Metaxas, de algo a que
poucos abdicam, o direito à retaliação. Chuck Colson subiu, caiu e pôs-se de pé
outra vez: “A sua fé era tão forte que sabia que a única coisa a fazer era
confiar em Deus tão completamente que pareceria loucura para o mundo... Mas a
ele não interessava o que pensassem os outros – apenas Deus”.
E depois há João Paulo II: “De todos os homens neste livro,
apenas um passou a ser conhecido como ‘magno’”.
A informação biográfica sobre Karol Wojtyla incluída em “7
Men” é já do conhecimento de quem tenha lido a obra de George Weigel, mas o Sr.
Metaxas, que é de tradição Ortodoxa, captura de forma clara a essência da sua
vida extraordinária: “Cada incidente, cada pessoa que conheceu, cada talento
que lhe foi dado o ajudou ao longo do caminho que Deus lhe tinha traçado”.
Aqui estava um homem, mais até que os restantes seis,
chamado por Deus, dirigido por Deus e protegido por Deus.
Dada a necessidade de descrever a vida do Papa Wojtyla em
apenas vinte páginas, não sei o que é que incluiria (ou o que deixaria de
fora), mas Metaxas foca-se, sabiamente, naqueles incidentes que sustentam a
premissa de que o futuro Papa não só tinha sido chamado por Deus a desempenhar
o papel histórico que desempenhou, mas também que era um homem que nunca hesitou
em cumpri-lo. Durante a segunda Guerra Mundial, ele e os amigos estavam a
esconder-se de alemães que faziam uma busca casa-a-casa. Enquanto os outros se apertavam,
assustados, “Lolek” Wojtyla prostrou-se em oração. Os soldados passaram sem
entrar.
Quando o pálio papal lhe foi passado, respondeu: “É a vontade
de Deus. Aceito”.
A fé do Papa era de tal maneira forte – a palavra de Deus na
sua mente e no seu coração era tão clara – que católicos de todas as facções o
aceitaram como seu. Apoiou a Solidariedade, e também o mercado livre. Falou da
beleza do amor e do sexo, mas nunca se desviou da ortodoxia da Humanae Vitae. E
a sua capacidade de reconciliar vários interesses concorrentes dentro da Igreja
ganhou-lhe muitas conversões.
Daí que Jennifer Bradley, do liberal New Republic, que apesar
de não ter gostado muito dele, no início, não deixou de participar numa missa
papal, escrevendo depois : “Agora o meu cepticismo terá de partilhar espaço com
admiração e, estranhamente, gratidão”.
Uma aceitação da Cruz sem medo, escreve Metaxas, foi o verdadeiro
segredo da grandeza de João Paulo II: “Ele não procurou a grandeza nem o poder,
mas ambos vieram ter com ele na medida em que focava a sua atenção e a sua
energia, tal como Deus tinha ensinado, naqueles que tinham menos capacidade de
retribuir.”
Regressamos ao cavalheirismo. Omnia vincit amor.
(Publicado pela primeira vez na Segunda-feira, 6 de Maio
2013 em The Catholic
Thing)
Brad Miner é editor chefe de The Catholic
Thing, investigador senior da Faith & Reason Institute e faz parte da
administração da Ajuda à Igreja que Sofre, nos Estados Unidos. É autor de seis
livros e antigo editor literário do National Review.
© 2013 The
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inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus
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Friday, 10 May 2013
Votar, no Paquistão, é só para muçulmanos bem comportados
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| Francisco com Tawadros e o seu gangue |
O Pontificado do Papa Francisco será consagrado a Nossa
Senhora na próxima segunda-feira dia 13, em Fátima. O
santuário espera um “boom” de acessos ao site para assistir às cerimónias.
O Papa dos Coptas esteve hoje com o Papa dos Católicos a
venerar São Pedro, no Vaticano. Francisco
elogiou Tawadros e falou no “Ecumenismo do sofrimento”, uma realidade cada vez
mais presente no Médio Oriente.
A
polícia turca diz ter frustrado um plano para assassinar o Patriarca de
Constantinopla. O homicídio serviria para comemorar a ocupação islâmica
daquela cidade, hoje chamada Istambul.
Domingo é dia das Comunicações Sociais, a Igreja
está cada vez mais presente nas redes sociais, mas é um processo de
aprendizagem que tem altos e baixos. Por exemplo, os bispos dizem todos que
é muito importante estar nas redes sociais, mas em Portugal só dois dão o
exemplo.
Amanhã o Paquistão vai a votos. Mas
quatro milhões de pessoas só podem votar se renegarem oficialmente a fé…
viva a democracia!
Durante a próxima semana vou estar fora e por isso não vai
haver mails.
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