terça-feira, 23 de abril de 2019

Notre Dame e Sri Lanka. Uma Sexta-feira Santa que não acaba

Peço desculpa pelo meu silêncio dos últimos tempos, entre folgas, férias e horários complicados, a coisa tem sido mais difícil. E deve continuar durante as próximas semanas, mas farei os possíveis.

Para além da Páscoa, o dia mais importante do calendário cristão, dois grandes eventos marcaram as últimas semanas.

O terrível massacre no Sri Lanka, em que foram atingidos hotéis para estrangeiros e igrejas cristãs, voltou a transformar a Páscoa numa longa Sexta-feira Santa. Os ataques foram reivindicados pelo Estado Islâmico – o que não quer dizer grande coisa – mas tudo indica que são da autoria de extremistas islâmicos, de facto. Felizmente há muitos muçulmanos que condenam estes actos.

Anda tudo a dizer que morreu um português, e oficialmente será verdade, mas se formos a ver os apelidos dos que morreram nas Igrejas encontraremos certamente muito mais apelidos familiares. Ser português não é apenas uma questão de BI.

O outro evento triste foi, claro, o incêndio na Catedral de Notre Dame, que pôs o mundo a chorar, e a cantar.

Mais algumas coisas que poderão ter passado despercebidas…
Continuam as conferências “E Deus nisso tudo?”, o último contou com Rui Vieira Nery e o fadista Peu Madureira.

Por fim, o artigo da semana passada do The Catholic Thing volta ao tema dos abusos sexuais e questiona se a abordagem do Papa Francisco ao problema é o ideal. O tempo dirá, conclui Stephen White. Leia, que vale a pena.

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