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Thursday, 2 August 2018

Papa mata pena capital

O Papa promulgou uma mudança no Catecismo sobre a legitimidade da Pena de Morte. Muitos não sabiam que a Igreja ainda aceitava na teoria, e em casos muito raros, essa medida. Agora já não.

Esta é uma notícia que foi recebida com alegria por pessoas ligadas ao sector e que apenas está a causar alguma celeuma nos EUA. Luís Gagliardini Graça, da associação Confiar, recorda que todo o homem é maior que o seu erro.


Monday, 20 November 2017

O Papa dos pobres e dos gnocchis

Quando foi eleito, dizia-se que não sorria...
Decorreu este fim-de-semana a Conferência Nacional do Apostolado dos Leigos, em Viseu. No Sábado destacou-se um colóquio sobre prisioneiros e no domingo falou Margarida Alvim, engenheira florestal, sobre a necessidade de garantir coesão territorial.

Domingo foi o Dia Mundial dos Pobres. O Papa, como tinha sido anunciado, almoçou gnocchis com 1.500 pobres e criticou a indiferença de que são vítimas.

Em Lisboa houve uma marcha organizada pela Cáritas que terminou com a publicação de um manifesto.

Wednesday, 4 January 2017

MacVaticano? Not so Happy Meal...

O Papa falou esta quarta-feira do terrível massacre da prisão brasileira de Manaus, que aconteceu no início desta semana, reafirmando a dignidade inerente a toda a gente, incluindo os presos. Já agora, escrevi também sobre este tema para o jornal britânico The Tablet, como podem ler aqui.

Todos os anos morrem padres, religiosos ou missionários ao serviço do Evangelho. Em 2016 o número voltou a ser alto de mais. Foram 28.

Vai abrir um MacDonalds no Vaticano. Nem toda a gente está contente!

Aproveito ainda para partilhar o artigo que escrevi para outro jornal católico britânico, o Catholic Herald, sobre António Guterres.


E porque hoje é quarta-feira temos novo artigo do The Catholic Thing. Robert Royal especula sobre o ano que agora começou e diz que o conflito com o Islamismo (e não com o Islão) é que vai ser o grande assunto. Concorda? Leia e deixe a sua opinião.

Wednesday, 23 November 2011

O que fazer com 300 milhões de euros? Lobbying, claro!

Bento XVI vai para a cadeia no dia 18 de Dezembro. O Papa estará só de visita e vai responder a perguntas de cerca de 300 reclusos.

Bento XVI não será o primeiro Papa a estar “atrás das grades”, a tradição é antiga!

Hoje renunciou mais um bispo irlandês. Não se sabe se por doença ou por estar implicado no escândalo de abusos que varreu o país.

Em Washington gastam-se cerca de 300 milhões de euros por ano a fazer lobbying de natureza religiosa. Ao todo mais de 200 organizações trabalham nesta área!

Já em tempos falámos aqui do fenómeno de judeus ultra-ortodoxos a cuspirem em cristãos em Jerusalém. Um grupo de judeus tomou a iniciativa de pedir perdão por essa atitude aos cristãos.

Por cá, o seminário dos Olivais vai ter um novo reitor. O padre José Miguel Pereira sobe ao lugar para substituir o agora D. Nuno Brás.

Papas atrás das grades

São Pedro na Prisão, de Rembrandt
No dia 18 de Dezembro Bento XVI irá à maior cadeia de Roma para estar com os reclusos.

É a primeira vez que o faz desde que é Papa, mas João Paulo II e outros papas já o tinham feito noutras ocasiões, recordando que a visita aos presos é uma das sete obras de misericórdia corporais.

A diferença desta vez é que o Papa vai estar em diálogo com os cerca de 300 presos, que lhe poderão fazer perguntas. O encontro terá lugar na capela da prisão.

Escusado será dizer que a relação entre o Papado e a prisão remonta às origens do Cristianismo. São Pedro esteve preso durante muito tempo antes de ser martirizado e nos tempos das perseguições muitos papas acabaram por ser detidos.

Talvez o exemplo mais recente de um “Papa prisioneiro” seja Pio IX, embora a sua situação tenha sido diferente. Pio IX era Papa aquando da unificação do Reino de Itália, quando os territórios pontifícios foram invadidos. Sem poder sair de Roma o Papa referiu-se a si mesmo como estando “prisioneiro no Vaticano”.

Na história recente a visita mais significativa de um Papa a uma prisão foi de João Paulo II que fez questão de ir ver e conversar com Ali Agca depois de este o ter tentado assassinar no dia 13 de Maio de 1981.

Filipe d’Avillez

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