Wednesday, 26 September 2018

China - Longa marcha rumo à unidade

O acordo entre a China e a Santa Sé continua a dar que falar. Hoje o Papa escreveu uma longa mensagem ao povo chinês, apelando à reconciliação e pedindo aos chineses que sejam bons cidadãos.

O padre Peter Stilwell, que conhece bem a realidade chinesa, diz que será muito difícil unir a Igreja chinesa. É um projecto para longos anos, considera.

Já o Governo chinês diz que quer “sinceramente” avançar no diálogo com Roma.

Ontem, no avião de regresso dos bálticos, o Papa falou sobre a questão dos abusos e garantiu que nunca assinou qualquer indulto após uma condenação.

O que é que sonha para os seus filhos? Preocupa-se que tenham uma educação que abra portas para uma vida de sucesso, ou que tenham uma educação de valores sólidos cristãos? Randall Smith escreve sobre o trabalho, no artigo desta semana do The Catholic Thing.

O Valor do Trabalho

Randall Smith
“Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas. Porque, se no vosso ajuntamento entrar algum homem com anel de ouro no dedo, com trajes preciosos, e entrar também algum pobre com sórdido traje, e atentardes para o que traz o traje precioso, e lhe disserdes: Assenta-te tu aqui num lugar de honra, e disserdes ao pobre: Tu, fica aí em pé, ou assenta-te abaixo do meu estrado,
Porventura não fizestes distinção entre vós mesmos, e não vos fizestes juízes de maus pensamentos?” (Tiago 2, 1-4)

Na semana passada assistimos à humilhação pública do ator Geoffrey Owens, ex-estrela do “Cosby Show”. Owens, que desempenhava o papel do genro de Cosby no programa, viu serem publicadas fotografias suas a empacotar compras no supermercado onde trabalha atualmente. Quando as fotografias se tornaram virais foi inundado com comentários insultuosos.

Mas outros saíram em sua defesa. O antigo jogador de futebol americano, e agora actor, Terry Crews, escreveu no Twitter: “Eu trabalhei em limpezas já depois de ter jogado. Se fosse preciso, voltava a fazê-lo. Não há qualquer vergonha em fazer trabalho honesto.”

As reacções iniciais às fotografias sugerem, porém, que muitas pessoas julgam o valor do trabalho de acordo com o dinheiro que rende. Segundo esta visão, a prostituição de luxo vale mais do que limpar quartos num hotel.

No “Laborem Exercens”, a sua encíclica sobre o trabalho humano, o Papa João Paulo II critica a ideia, comum no mundo antigo, de que o trabalho físico é indigno de homens livres, sendo por isso reservado aos escravos. O Cristianismo introduziu uma mudança fundamental a esta perspectiva, porque Cristo, Deus incarnado, passou “a maior parte dos anos da vida sobre a terra junto de um banco de carpinteiro, dedicando-se ao trabalho manual.”

“Em tal concepção quase desaparece o próprio fundamento da antiga diferenciação dos homens em grupos, segundo o género de trabalho que eles faziam”, escreve o Papa. “Em última análise, a finalidade do trabalho, de todo e qualquer trabalho realizado pelo homem — ainda que seja o trabalho mais humilde de um ‘serviço’ e o mais monótono na escala do modo comum de apreciação e até o mais marginalizador — permanece sempre o mesmo homem.”

Seria de esperar que os católicos se distinguissem por abraçar esta visão da nobreza do trabalho bom e honesto. Mas será assim? Quantos pais católicos sentem orgulho quando os seus filhos ou filhas aceitam empregos de salário baixo? Quantos não preferiam que o seu filho ou filha fosse um executivo bem remunerado em vez de professor num liceu católico?

Quando eu era novo o estereótipo do católico era operário. Agora parece que muitos valorizam tanto os trabalhos de executivo como o meu pai, que era um típico protestante anglo-saxónico.

Quantos pais católicos não preferem enviar os seus filhos para as universidades de topo em vez de uma escola católica qualquer, porque querem tanto ver os seus filhos a ter “sucesso” segundo os padrões normais de sucesso financeiro e estatuto social?

Por mim, todas as universidades católicas obrigariam os seus alunos a ter formação em alvenaria ou canalização. Não porque acho que deviam todos tornar-se canalizadores ou trabalhar nas obras, mas simplesmente porque todos os alunos tirariam proveito em trabalhar com materiais reais, em vez de simplesmente mudar imagens de um lado para o outro em realidades “virtuais”. 

Para além disso, os construtores e os canalizadores são cidadãos desta democracia e também merecem todos os benefícios de uma educação católica que respeite a sua vocação. Como é que os católicos deixaram que a cultura protestante os convencesse de que o objectivo de uma educação católica em artes liberais serve apenas para preparar futuros executivos?

Geoffrey Owens - nada de que se envergonhar
Ontem fui com a minha mulher ao sapateiro local. O homem não só domina a sua profissão, como é honesto. Consegue arranjar praticamente tudo, incluindo carteiras ou fivelas de cabedal, e não hesita em avisar se algo não vai ficar tão bem como queremos. É um homem que fornece valor real.

Podia dizer o mesmo sobre o nosso mecânico. Os advogados caros da universidade onde trabalho só parecem dar conselhos maus, mas um mecânico honesto e capaz é uma dádiva do céu. O meu mecânico não só consegue arranjar praticamente tudo, como o faz de forma honesta. A primeira vez que o procurei foi porque um limpa-vidros tinha enlouquecido. Nas outras oficinas tinham-me dito que seria preciso mudar o mecanismo inteiro, e que custaria mais de 400 dólares. Mas o Jim desmontou-o e apontou para uma bucha partida. “Quanto?” perguntei. “Se conseguirmos encontrar uma igual, cerca de um dólar e meio”, respondeu. Noutra ocasião arranjou o meu carro na véspera do meu casamento. É o meu herói.

Temos ainda um homem que arranja coisas cá por casa. Nunca deixo de me espantar com todas as coisas de que ele é capaz. Tem um valor inestimável e já nos poupou centenas de dólares em reparações. Provavelmente até salvou a casa mais do que uma vez. Também ele é o meu herói.

Recentemente um escritor católico expressou preocupação pelo futuro do trabalho, dizendo que “alguns especialistas até prevêem que dentro em breve todo o trabalho de que precisamos será feito por uma pequena elite cognitiva, em colaboração com máquinas geniais”. Serão estes os mesmos especialistas que previram que por esta altura estaríamos todos a morrer à fome por causa da explosão demográfica, e que seríamos substituídos por computadores inteligentes?

Não acreditem em nada disso. Há trabalhos que simplesmente não podem ser transferidos para países em desenvolvimento ou dados a um robot. Tomar conta do seu bebé, por exemplo, ou assentar tijolos para fazer uma parede. Arranjar os seus canos ou ainda instalar uma tomada em sua casa. Mais uma? Fazer a cama no seu quarto de hotel. Todos os executivos do mundo podem ser substituídos antes de substituirmos as pessoas que fazem esses trabalhos.

Pensem por momentos em todas as pessoas que fazem esses trabalhos – trabalhos que fornecem valor real para as pessoas, empregos que melhoram tanto a sua qualidade de vida – e dê graças a Deus.

As pessoas dizem para sermos como Cristo. Muito bem. Ele começou como carpinteiro. Começemos, então, em casa. Ou melhor, no trabalho.


Randall Smith é professor de teologia na Universidade de St. Thomas, Houston.

(Publicado pela primeira vez em The Catholic Thing na quinta-feira, 15 de Setembro de 2018)

© 2018 The Catholic Thing. Direitos reservados. Para os direitos de reprodução contacte: info@frinstitute.org

The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com o consentimento de The Catholic Thing.

Monday, 24 September 2018

Sintonia sino-latina e Papa báltico

Fiéis aguardam o Papa na Letónia
O Papa está a visitar os países bálticos. Depois de uma passagem pela Lituânia, encontra-se agora na Letónia e vai amanhã para a Estónia. Na Letónia esteve numa cerimónia ecuménica, em que disse que sim, os tempos são difíceis, mas se não fossem não seriam para nós. Depois foi para um santuário mariano onde falou dos excluídos, com claras indiretas para o mundo ocidental.

A outra grande notícia do fim-de-semana é o acordo entre Roma e a China. Não se sabem os detalhes, apenas que existe um acordo e que este é o início e não o fim de um processo. É uma novidade que tem tido os seus críticos, mas cuja importância não pode ser desvalorizada e que é enquadrada aqui pelo padre Peter Stilwell, que vive e trabalha em Macau.

Uma aparente disputa de terrenos deixou uma comunidade em Moçambique sem igreja. Conheça aqui a história e vejas as fotografias da igreja antes e depois do incêndio. Muito triste.

E também na Sexta-feira passada o Papa Francisco aceitou a resignação de mais dois bispos chilenos por causa da crise de encobrimento de abusos sexuais naquele país.


Thursday, 20 September 2018

Não há pão para Malukkal

Freiras enfurecidas
Mais um bispo suspenso por abusos sexuais. Desta vez é na Índia e a vítima é uma freira. O bispo Franco Malukkal nega.

O Vaticano continua a tentar colocar-se na linha da frente da prevenção de abusos e anunciou hoje a realização de um mestrado sobre proteção de menores, em Roma.

Um missionário italiano foi raptado por jihadistas no Níger, e na Nigéria o Boko Haram ameaça matar a jovem que foi raptada em fevereiro e que não foi libertada por que se recusa a converter ao Islão.

Quem explora ou rejeita migrantes e refugiados acabará por “prestar contas” a Deus, garante o Papa.

Anthony Esolen constrói aqui um texto muito forte, e interessante, com base na obra clássica “O Paraíso Perdido” de John Milton, em que pergunta se os padres que abusam de crianças acreditam ou não em Deus e pede que venha rapidamente um “novo Samuel” para limpar a casa.

E deixo-vos ainda o convite para irem a Cascais, este fim-de-semana, ao Family Land, organizado pela Associação das Famílias Numerosas. É no hipódromo, promete diversão para toda a família e os bilhetes estão à venda na Blue Ticket, ou então no recinto, no próprio dia. As portas abrem às 10 e encerram às 19.

Wednesday, 19 September 2018

Quando o Padre se Torna Ateu

Anthony Esolen
Quando John Milton, no seu poema épico “Paraíso Perdido”, identifica e descreve os piores dos anjos caídos, diz-nos em que parte do mundo mediterrânico e do Levante eles se estabeleceram, quais falsos deuses, para serem adorados. Quanto mais perto de Sião, pior o demónio. Nesse sentido Moloch, que é o primeiro a ser referido, é o pior de todos, depois de Satanás e Belzebub.

Não bastava que fosse adorado pelos vizinhos amonitas:

Cioso por ver de Deus o altar vizinho,
Com fraudulenta sedução pôde ele
De Salomão levar o peito egregio
(Salomão, o mais sábio d’entre os homens)
A edificar-lhe um majestoso templo
Na montanha do Opróbrio, bem defronte
Do Templo do grão Deus, e a consagrar-lhe,
Como parque, de Hinom o vale ameno
Que ficou desde então, sob outro nome
De Tofete e Geena, emblema do Orco.[1]

Consegue imaginar algo pior do que seduzir o construtor do templo de Deus, Rei Salomão, a construir um templo para si, colado ao verdadeiro? Pode-se estar mais próximo que isso?

Sim, pode. É aí que Milton quer chegar. O último demónio que ele nomeia, supostamente o oposto do sanguinário e guerreiro Moloch, é o lascivo, efeminado Belial, amante do vício pelo vício.

E onde é que Belial é adorado? A resposta é preocupante:

Em honra desse monstro
Não se erguem templos, nem altares fumam;
Porém, com refinada hipocrisia,
É quem templos e altares mais frequenta
Chegando a ser ateus os sacerdotes,
Bem como de Eli sucedeu aos filhos
Que de Deus os alcáçares encheram
De atroz fereza, de brutal lascívia!
                                
Belial não precisa que lhe construam templos ou altares. Ele já ali está, quando o padre se torna um verdadeiro ateu. Não que isso sirva de desculpa para os leigos, porque Belial também se instalou nas sedes de governo e nos costumes lascivos do povo:

Reina ele pelas cortes, nos palácios,
E nas cidades onde os vícios moram,
Onde a devassidão, a infâmia, o ultraje,
Sobem por cima das mais altas torres.
Ali, assim que tolda a noite as ruas,
Os filhos de Belial n’elas divagam
Pela insolência e pelo vinho insanos.

O vício específico de que disfrutam os filhos de Belial é perverso:

Testemunhas as ruas de Sodoma
E a noite em Gaba quando a virtude,
Por amparar os hóspedes, decide
Dar às torpezas a infeliz matrona,
Para evitar mais feios atentados!

Temos então de um lado Moloch, o devorador de crianças, brutal e sangrento, de templo encostado ao de Deus, e do outro lado o mal sexual e antinatural de Belial, que penetra tanto templos como cortes e que toma conta das ruas pela noite, determinando o estilo de vida das pessoas ou levando-as a esconder-se em casa, se puderem.

Moloch e Belial; infanticídio e sodomia; sangue derramado em vão e semente espalhada em vão; guerra pela guerra, lascívia pela lascívia; um deus da fertilidade que come a sua prole e um deus da esterilidade, cujo vício nem prole chega a conceder.

Como dizia o pregador, não há nada de novo debaixo do Sol.

As pessoas têm perguntado se é possível que os padres que tiveram relações sexuais com jovens, consensuais ou não, acreditavam em Deus. Eu tenho tentado recordar a capacidade ilimitada do homem para o fingimento e autoengano, para não falar de mera contradição. Mas talvez devêssemos olhar a questão de outra perspetiva. Milton não disse que Finéias e Hofni, filhos de Eli, eram ateus quando assumiram o seu cargo em Siló. Ele diz que eles se tornaram ateus.

Algumas pessoas perdem a sua fé em Deus por causa das tribulações que sofrem. Desesperam, sucumbindo à sensação de abandono. Outros perdem a fé em Deus por causa dos sucessos de que gozam. Presunçosos, são seduzidos pelo sentimento de invencibilidade. Qual é o caso do padre?

Não estou a estabelecer uma regra universal. Cada padre é um homem, como qualquer um de nós, e pode sofrer aquilo que qualquer um de nós sofre. Mas se perguntarmos quais as ameaças específicas para a fé dos padres, teremos de concluir que no nosso mundo elas vivem do lado do poder, do conforto e do prestígio, e não do lado da fraqueza, privação física e humilhação.

Isto não é uma acusação. Não estou a sugerir que os padres devam viver a pão e água, e que devem ser agredidos em via pública. Estou apenas a constatar um facto. Não é a perseguição que leva os nossos padres a perder a fé, é a complacência.

A Justa Ana com o Profeta Samuel
E o que acontece se perdem mesmo a fé? Mais uma vez, devemos ter o cuidado de recordar o enlear e as contradições do coração humano. Fugimos das verdades difíceis. Talvez o desgraçado cardeal McCarrick acreditasse que acreditava. Mas o que é que você faria se estivesse a tornar-se ateu e toda a sua vida tivesse sido orientada para uma só coisa, o ministério de Deus?

Não pode voltar à sua antiga profissão, porque não existe. Não pode vender os seus serviços, porque não existem. Não tem recursos para voltar à escola, mesmo que pudesse aguentar a vergonha. Não está preparado para trabalho físico, por isso as obras não são uma opção. Então fica quieto.

Se for sincero, reza, reza e mortifica-se, arranja um bom director espiritual e tenta sobreviver à tempestade. Se for fraco e insincero, deixa a sua fé enfraquecer cada vez mais enquanto tenta robustecer a sua imagem, convencendo-se de que é o arauto de uma nova fé, uma nova forma de crença. Só você sabe o que pertence verdadeiramente à fé e o que não pertence. Destrói. Tem ciúmes de pessoas que têm devoções que não o movem. Secretamente, regozija com o falhanço dos outros.

Segue o mundo, porque tem de seguir alguma coisa. Todos os seres humanos seguem uma bandeira, os ateus não são excepção. Mas o dia do pequeno Samuel está para chegar, e não será para si qualquer conforto. Senhor Deus, que seja em breve!


Anthony Esolen é tradutor, autor e professor no Providence College. Os seus mais recentes livros são:  Reflections on the Christian Life: How Our Story Is God’s Story e Ten Ways to Destroy the Imagination of Your Child. 

(Publicado pela primeira vez no domingo, 16 de Setembro de 2018 em The Catholic Thing)

© 2018 The Catholic Thing. Direitos reservados. Para os direitos de reprodução contacte: info@frinstitute.org

The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com o consentimento de The Catholic Thing.



[1] Na versão portuguesa baseei-me nesta edição, modernizando apenas alguma da ortografia

Tuesday, 18 September 2018

Conversas metropolitanas

Hoje entrevistei o Metropolita Hilário, número dois da Igreja Ortodoxa da Rússia. Da longa conversa surgiram três textos. No primeiro ele fala sobre a importância de se preservar o Cristianismo na Europa, avisando que a Europa ocidental deve aprender com os erros cometidos na Rússia.

Num segundo texto ele fala sobre a necessidade de católicos e ortodoxos aprofundarem o diálogo, nomeadamente sobre questões como casamento e ruptura familiar. Mas ao mesmo tempo critica a Igreja Greco-Católica da Ucrânia, um espinho cravado na Igreja Russa há já muitos anos.

E por fim um texto muito mais virado para dentro, com o metropolita a criticar duramente o Patriarca Bartolomeu, de Constantinopla, pondo a nu o conflito aberto que existe no seio da Igreja Ortodoxa.

O metropolita profere amanhã uma conferência na Universidade Católica, em Lisboa, às 18h30, caso queiram ouvi-lo falar da relação entre a sua Igreja e os cristãos do Médio Oriente.


E aqui podem ler sobre como a Igreja de Angola está a atravessar um momento de grande entusiasmo.

Friday, 14 September 2018

Monges mártires beatificados e bispos europeus com o Papa

Rogai por nós
Os bispos da Europa estão “completamente com o Papa”, diz D. Manuel Clemente, referindo-se à questão do combate aos abusos sexuais.

Ainda sobre o assunto dos abusos, publiquei na Renascença um artigo de opinião que me parece importante. O choque, horror e revolta são legítimos, mas há um dado importante a ter em conta: as directrizes nos EUA têm estado a funcionar. Isso não é um facto acessório!

O presidente da Conferência Episcopal da Hungria critica o processo que a União Europeia está a mover contra o seu país.

E uma excelente notícia, sobretudo nestes tempos de confusão e incerteza. Os monges de Tibhirine – sobre os quais foi feito o filme “Dos Deuses e dos Homens” – vão ser beatificados ainda este ano!

Partilhar