Wednesday, 29 November 2017

Buda, São Francisco de Assis e Donald Trump

Católicos de diferentes regiões na missa com o Papa Francisco
O Papa Francisco continua a sua viagem pela Birmânia e esta manhã teve o primeiro verdadeiro encontro com o povo católico, vendo uma Igreja viva que nos últimos anos tem multiplicado o número de padres, freiras e até dioceses.

Depois o Papa encontrou-se com líderes budistas, traçando uma comparação entre Buda e São Francisco de Assis. No respectivo artigo pode encontrar ainda alguma contextualização sobre a politização do budismo naquele país.

Em Portugal, a diocese de Bragança-Miranda quer despertar a consciência das pessoas para a deficiência.

Nos EUA Donald Trump achou que seria boa ideia publicar vídeos partilhados por elementos da extrema direita inglesa que mostram actos de violência alegadamente praticados por muçulmanos.

E já que falamos de Trump, no artigo desta semana do The Catholic Thing em português David Warren pega no famoso slogan do Presidente americano, adapta-o e pergunta se não seria preferível “Make America Christian Again”?

Make America Christian Again

David Warren
O erro é um grande dissipador de tempo e de energia. Quem o disse foi Goethe, numa carta que escreveu a alguém, mas poderia ter sido outra pessoa qualquer, em qualquer outro lado. Sim, Goethe diz que num mundo em que o erro se repete de forma incessante, a verdade deve ser repetida frequentemente.

Recordei-me desta máxima devido ao meu péssimo hábito de ler as notícias – outra actividade que dissipa tempo e energia. As notícias confundem-nos. Certamente não é preciso dar exemplos.

Há tolos santos, embora actualmente sejam difíceis de encontrar; há tolos triviais; e depois há tolos maliciosos. Estes útimos são grandes dissipadores, não só deles mesmos. Faríamos bem em ignorá-los totalmente, mas o problema é que tendem a ser ambiciosos. É preciso tempo e energia para os travar.

Na América de hoje (enquanto Canadiano incluo-me neste continente), parece que o erro está consagrado na Constituiçao. Está expresso como separação entre Igreja e Estado. Isso significa uma coisa para os seus autores, que eram cristãos, e outra para os seus descendentes pagãos.

Ao excluir da vida pública os próprios princípios sobre os quais se fundou a sociedade americana, o erro fica com uma espécie de monopólio, para ser imposto por um sem número de departamentos de Estado.

Aqui neste “espaço seguro” somos maioritariamente católicos, e os pais fundadores (pré e pós-revolução) eram maioritariamente protestantes, mas as verdades fundamentais a que se referiam atravessavam fronteiras confessionais.

A Virgínia, o Massachusetts e o Québec eram regiões bem distintas, tanto em termos eclesiais como gerais, mas para um observador da China seriam bastante semelhantes. A noção do homem num mundo decaído, nascido escravo do pecado e a precisar de redenção, era comum a todas as facções. Daqui seguiam muitas particularidades.

Entre os poucos filmes que já vi inclui-se “Nashville”, realizado pelo falecido Robert Altman, para o bicentenário dos Estados Unidos. Entre os seus enredos inclui-se a odisseia de uma jornalista pretensiosa da BBC (desempenhada por Geraldine Chaplin), em busca da “verdadeira América”, mas constantemente a enganar-se.

Num certo domingo de manhã ela encontra-se num gigantesco parque de estacionamento, cheio de autocarros escolares amarelos. Encontra nestes monstros metálicos um grande simbolismo.

Mas depois a câmara mostra-nos várias igrejas – baptistas, metodistas, episcopalianas, etc. – em que se encontram os vários protagonistas cómicos do filme. Todos estão a cantar, a rezar e a ouvir homilias. Aí vemos a “verdadeira América” que a menina bem de Inglaterra não tinha conseguido ver.

Refiro o filme apenas porque é tão recente; afinal de contas, 1976 não foi assim há tanto tempo. Eu lembro-me da data e estou na casa dos 60. Lembro-me que quando estava a crescer em Ontário o que era normal era ir à Igreja. Eu não fui criado por cristãos praticantes, mas percebia que isso é que era fora do comum.

De certa forma os meus pais eram liberais à moda antiga, anticlericais por disposição e a minha mãe, na verdade, era conscientemente ateia, mas penso que nunca lhes passou pela cabeça sugerir que a cultura religiosa do continente inteiro tinha de ser destruída. Até dizia que “os crentes são mais bem-comportados”.

Isso porque dão por adquiridas coisas sobre as quais os outros precisam de reflectir – com todos os erros que se seguem naturalmente quando alguém precisa de reinventar a moralidade a partir do zero. Os crentes tinham noções básicas do bem e do mal, implantadas desde pouco depois do nascimento. Até as crianças de lares sem fé absorviam estes valores da sociedade em geral.

Sim, a maioria dos crentes era hipócrita; e também eram ateus, na prática, naqueles momentos em que se esqueciam que Deus nos observa. Esta não é uma particularidade dos cristãos, mas da condição humana: encontramo-nos frequentemente no erro.

E é por isso que Goethe – também ele um liberal à antiga – diz que devemos regressar à verdade, como quem desperta do sono, sentindo-se refrescado. Domingo, “todo o santo Domingo”, era o nosso toque de despertar.

Não sou um daqueles parvos ingénuos que pensa que a América simplesmente pensou duas vezes e concluiu, de forma democrática, que a religião era inconveniente e dispensável. Deu muito trabalho minar a religião, resultado de uma “longa marcha pelas instituições” dos progressistas. Foi preciso muita capitulação das nossas figuras de autoridade.

E como todos sabem – e como todos os progressistas gostam de proclamar – a história não anda para trás. Não há nada na antiga América que se vá reedificar espontaneamente. Não foi sozinha que se edificou, foi resultado do trabalho e da aspiração humana, com raízes muito anteriores à sua própria descoberta e povoação.

Muita coisa foi destruída no espaço de duas gerações. Não estamos perante uma transição geracional, mas civilizacional. Quando abandonamos o Cristianismo, o nosso passado cristão torna-se incompreensível para nós. Os nossos antepassados tornam-se impossivelmente estranhos. A sua prática religiosa torna-se um factor de alienação. Os cristãos sobreviventes tornam-se uma seita exótica minoritária que precisa de ser cuidadosamente regulada e vigiada pelo Governo.

O slogan “Make America Great Again” pode ter resultado durante a última eleição presidencial, mas são palavras vazias. Partem do princípio que houve uma América que em tempos foi grande. Talvez tenha havido, mas esta já não é a América. “Já não estamos no Kansas”

Mesmo o conceito de grandiosidade é vazio se não puder ser especificado. Estamos a falar de grandeza geográfica? Mas isso já somos. Económica? Mas já produzimos bens de gosto duvidoso em quantidades sem precedentes. Ou estaremos a falar de um conceito de virtude e de nobreza?

Claro que é isso, apesar da confusão. Mas sem um conceito claro do que é nobre e virtuoso continuamos desorientados. E estas coisas não virão do nada.

E é por isso que proponho um slogan alternativo, “Make America Christian Again”. E já que a história não anda para trás, concentremo-nos em fazê-la católica, desta vez. Caso contrário estaremos a dissipar tempo e energia. 


David Warren é o ex-director da revista Idler e é cronista no Ottowa Citizen. Tem uma larga experiência no próximo e extreme oriente. O seu blog pessoal chama-se Essays in Idelness.

(Publicado pela primeira vez na sexta-feira, 24 de Novembro de 2017 em The Catholic Thing)

© 2017 The Catholic Thing. Direitos reservados. Para os direitos de reprodução contacte: info@frinstitute.org

The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com o consentimento de The Catholic Thing.

Tuesday, 28 November 2017

Gémeos guerreiros e israelitas perdidos na Birmânia

Fumadores, líderes do Exército de Deus, amigos do Rambo
O Papa continua na Birmânia e hoje viajou para a capital onde discursou juntamente com a primeira-ministra Aung Suu Kyi. Francisco não referiu os rohingya, embora Kyi tenha falado especificamente daquele conflito sem dizer a “palavra proibida”.

É inegável que o conflito que afecta os rohingya é uma tragédia, mas esta situação tem mais que se lhe diga. Conheça as raízes do problema, que envolve grupos militantes de inspiração jihadista.

Mas os rohingya não são os únicos com queixas sobre o regime birmanês. Há mais de uma dúzia de grupos étnicos ou políticos armados. Conheça os gémeos baptistas que aos 9 anos lideravam o “Exército de Deus” e a insurreição da tribo perdida de Israel…

Entretanto o Governo anunciou a realização de uma conferência para as minorias étnicas. Efeito Francisco?

Antes de se encontrar com as autoridades, o Papa Francisco esteve com líderes religiosos, a quem disse também que unidade não é necessariamente uniformidade.

E o santuário de Fátima anunciou um novo ciclo de anos temáticos para os próximos três anos. O tema será “Graça e Misericórdia”.

Monday, 27 November 2017

Católicos portugueses na Birmânia e padres que não existem

O Papa Francisco chegou esta segunda-feira à Birmânia e já se encontrou com o responsável das Forças Armadas que – aqui entre nós – é quem manda verdadeiramente no país.

Francisco vai ser calorosamente acolhido pelos católicos birmaneses que são todos, sim todos, descendentes de portugueses. Nesta reportagem, que me deu muito gozo fazer, pode ver imagens de alguns destes luso-birmaneses e ler o testemunho de um deles que, quando visitou Portugal a primeira vez, diz que se sentiu em casa.

Lembram-se da “correcção filial” que um grupo de padres e de teólogos simpaticamente fez chegar ao Papa, acusando-o de propagar heresias? Pois esse documento tinha um único signatário português. Fomos à procura dele… O resultado foi bastante surpreendente.


E temos ainda a notícia terrível do pior ataque terrorista dos últimos anos no Egipto. Desta vez não foram os coptas, foram os muçulmanos sufis que foram massacrados. O Papa rezou pelas vítimas e os cristãos do Egipto tocaram os sinos de todas as igrejas em solidariedade.

Não deixem de ler o artigo da semana passada do The Catholic Thing, sobre duastendências preocupantes. Primeiro, a recusa em discutir criticamente a relação entre o Islão e a violência e, segundo, a recusa em aceitar vozes dissonantes do politicamente correcto nas universidades americanas. Há-de cá chegar…

Wednesday, 22 November 2017

Jihad em Stanford, Georgetown e Além

Matthew Hanley
É mais difícil ser aceite em Stanford do que em qualquer outra universidade americana, apenas 5% dos candidatos o conseguem. Mas recentemente Stanford achou por bem admitir uma pessoa que usou o espaço concedido para o ensaio de candidatura – em resposta à questão “o que é importante para si, e porquê?” – para escrever 100 vezes “#BlackLivesMatter”. Imaginem como se devem sentir os candidatos merecedores que ficaram de fora.

Acontece que este candidato tinha estagiado com a Hillary Clinton (obviamente); acontece também que é muçulmano. Mas nenhuma das reportagens nos media se preocupou em saber como ele reconcilia a sua evidente preocupação por vidas de negros com o facto de ainda haver escravatura de negros em partes de África, às mãos de muçulmanos. Mais ninguém o faz, em mais parte nenhuma. Não é uma imagem bonita.

Estará este aluno de Stanford a repudiar o exemplo de Maomé, que detinha escravos e aprovou pessoalmente incursões para a captura de escravos? Estará? Podemos achar que tudo isto é uma vergonha, e deixar por aí. Mas há mais a dizer sobre o facto de ser mais fácil entrar em Stanford do que abordar factos desconfortáveis sobre o Islão naquela universidade. Perguntem ao Robert Spencer.

Um grupo de alunos convidou-o para ir à Universidade falar dos seus estudos meticulosos sobre as fontes islâmicas que justificam e até ordenam a jihad. O resultado foi uma indignação generalizada, pedidos para que o evento fosse cancelado e um apelo ao boicote. Embora ele saiba mais sobre o assunto do que a maioria dos imãs, os alunos agitados apelidaram-no de “ininteligível”, “não académico” e “lixo”. Os administradores lamentaram o seu alegado historial de incitação ao ódio.

Será que Stanford desencoraja a tomada de posição contra coisas hediondas como o assassinato em nome da jihad, escravatura, as muitas indignidades que a sharia reserva para as mulheres, etc., quando estas se encontram embebidas de tal forma numa religião? Será esta religião tão merecedora de adulação acrítica que estes aspectos devem ser ignorados?

Stanford não imitou a postura de Berkeley, cancelando o evento ou recorrendo à brutalidade para evitar que uma voz curiosamente pouco bem-vinda fosse ouvida. Em vez disso desenvolveram um plano mais subtil – e com semanas de antecipação – para alcançar o mesmo fim.

Pouco depois de a sua conferência ter começado, ouviu-se por breves e tensos segundos um canto islâmico, aparentemente vindo do telefone de alguém. Na verdade, a quantidade de pessoas que estavam a olhar para os seus telefones era estranha, tendo em conta que a sala estava tão cheia que muitas pessoas viram negado o acesso. Alguns minutos mais tarde a maioria da assistência levantou-se e abandonou a sala num uníssono coreografado – ao som do canto agressivo e supremacista a berrar dos telemóveis: Allahu Akbar sem a violência. Aqueles a quem tinha sido recusada a entrada por falta de espaço viram então negada a oportunidade de ocupar os lugares deixados vagos.

Spencer tinha acabado de relatar um facto objectivo que devia ser bem-vindo em qualquer local de ensino superior: que de acordo com a maior autoridade de jurisprudência sunita – a Universidade al-Azhar, no Cairo – um factor chave da jihad é que o sangue e as posses de alguém apenas estão seguros se aceitar o domínio do Islão; ninguém fora dele é merecedor de protecção. Isto poderia ser descrito como uma legitimação religiosa precisamente de uma forma de “discurso de ódio” fortemente enraizado que os alunos pensavam que estavam a denunciar ao abandonar a sala.

Robert Spencer
Spencer acredita que os administradores da Universidade sancionaram a perturbação que, seja como for, tem todas as marcas do fascismo; pode parecer um termo muito forte, mas ao montar, primeiro, uma campanha contra ele e depois evitar que outros fossem expostos às suas ideias, Stanford merece a caracterização.

Foi dito que a mera presença do orador gerava um sentimento de insegurança entre os muçulmanos – porém o único a precisar de um contingente de segurança foi o próprio Spencer. Ele sempre disse que os seus críticos se rebaixam ao nível de ataques pessoais porque não conseguem prevalecer no debate de factos e de ideias. O abandono do auditório em Stanford comprova-o, tal como aqueles que cometeram actos de violência em reacção ao discurso do Papa Bento XVI em Ratisbona, em que comentou criticamente as tendências violentas no Islão, o comprovaram.

Ao não permitir que a jihad seja analisada segundo os seus próprios critérios, Stanford escolheu legitimá-la. Aparentemente, figuras islâmicas que repetem, com aprovação, textos islâmicos que apelam, por exemplo, ao extermínio de judeus, devem ser aceites sem questionar. Só o denunciar desta realidade é que é problemático, o pecado secular da “islamofobia” (um termo forjado pelos sauditas).

As empresas também contribuem para este clima de conformismo. Bem perto de Stanford, os dirigentes da PayPal impediram o site de Spencer de usar os seus serviços, privando-o assim de uma fonte de financiamento. Era precisamente isso que queria o Southern Poverty Law Center (SPLC), especializado em classificar como “grupos de ódio” as organizações de que não gosta. Eles limitam-se a declarar que o grupo de Spencer é um grupo de ódio e os media cumprem o seu dever de o papaguear, não obstante a natureza claramente tendenciosa do SPLC.  

Mas Stanford está longe de estar sozinha. A Universidade Católica de Georgetown organiza iniciativas financiadas pelos sauditas, pensadas para promover uma visão positiva do Islão. Os aspectos ameaçadores são, ao que parece, uma preocupação marginal. Mas o que alguns consideram marginal pode ter graves consequências: Perguntem a Nova Iorque, Londres, Paris, Bruxelas, Nice, Madrid, Barcelona, Berlim, até a Escandinávia.

Igualmente arriscado é sugerir que a postura “marginal” de Spencer está em desacordo com a posição globalmente conciliatória da Igreja moderna em relação ao Islão:

Discordo da afirmação do Papa Francisco quando ele diz que “o Islão autêntico e uma leitura correcta do Alcorão opõem-se a todo o tipo de violência”, como qualquer pessoa no seu perfeito juízo e devidamente informada, seja católica ou não, deve discordar. Se esse é, de facto, o ensinamento da Igreja, então a Igreja Católica tem um problema sério, pois está a apresentar falsidades como “ensinamento da Igreja” e não merece a confiança nem dos católicos nem de mais ninguém.

Há vários anos um funcionário do gabinete de admissões de Stanford despediu-se para se tornar padre. Não faço ideia se as banalidades e a burocracia universitária desempenharam algum papel. Mas não posso deixar de pensar: se o tipo de falsidade ingénua que agora domina praticamente tudo começar a dominar também os meios eclesiásticos em que ele agora circula, para onde irá a seguir?


Matthew Hanley é Investigador sénior no Centro Nacional de Bioética Católica e autor, juntamente com Jokin de Irala, de ‘Affirming Love, Avoiding AIDS: What Africa Can Teach the West’, que foi recentemente premiado como melhor livro pelo Catholic Press Association. As opiniões expressas são próprias, e não da NCBC.

(Publicado pela primeira vez na terça-feira, 21 de Novembro de 2017 em The Catholic Thing)

© 2017 The Catholic Thing. Direitos reservados. Para os direitos de reprodução contacte: info@frinstitute.org

The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com o consentimento de The Catholic Thing.

Monday, 20 November 2017

O Papa dos pobres e dos gnocchis

Quando foi eleito, dizia-se que não sorria...
Decorreu este fim-de-semana a Conferência Nacional do Apostolado dos Leigos, em Viseu. No Sábado destacou-se um colóquio sobre prisioneiros e no domingo falou Margarida Alvim, engenheira florestal, sobre a necessidade de garantir coesão territorial.

Domingo foi o Dia Mundial dos Pobres. O Papa, como tinha sido anunciado, almoçou gnocchis com 1.500 pobres e criticou a indiferença de que são vítimas.

Em Lisboa houve uma marcha organizada pela Cáritas que terminou com a publicação de um manifesto.

Friday, 17 November 2017

Liberdade Religiosa nos quartéis e dia Mundial dos Pobres

Existe liberdade religiosa nas Forças Armadas? Os militares evangélicos têm dúvidas e o assunto foi discutido ontem numa conferência na Academia Militar. Leia e conheça o capelão do hospital das Forças Armadas que só pode trabalhar como voluntário.


Hoje é o primeiro Dia Mundial dos Pobres, mas em muitos sítios a data será assinalada no Domingo. Em Lisboa a Cáritas organiza uma caminhada, em Roma o Papa almoça com 1.500 pobres.

O Papa publicou esta sexta-feira uma mensagem a dizer que visita a Birmânia com uma “mensagem de reconciliação, de perdão e de paz”.

Terminou ontem a reunião plenária dos bispos portugueses. Na conferência de imprensa final D. Manuel Clemente falou sobre a (não) admissão de homossexuais no seminário e do padre madeirense que assumiu ter tido um filho. No campo da educação os bispos têm recados para o Governo.

Decorre no Vaticano um encontro sobre os cuidados no final da vida. O Papa enviou uma mensagem aos participantes, criticando tanto a eutanásia – que é sempre errada – como a distanásia.

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