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Wednesday, 4 February 2015

Jordânia responde na mesma moeda

A Jordânia respondeu à cruel execução do seu piloto por parte do Estado Islâmico na mesma moeda, executando dois presos com ligações aos jihadistas, incluindo uma mulher iraquiana. Não, não os queimaram vivos numa jaula, mas consta que o resultado final é o mesmo. Pessoalmente, considero que foi a pior resposta possível mas (e isto não é uma justificação moral), poderá ter sido uma forma de satisfazer e garantir a lealdade da tribo de Kassasbeh, que é uma das mais importantes de um reino que sobrevive graças a complexos pactos de lealdade.


Se já nos habituámos a ver a Síria e o Iraque dilacerados pela guerra, não posso dizer o mesmo da Ucrânia. Faz a maior confusão ver aquele conflito que continua a fazer mortes diariamente. Ao Papa também custa, pelos vistos.

Nasceu a Federação Europeia Pró-vida, que junta 29 associações de toda a Europa.

Os paulistas têm um novo superior-geral. É lusófono e é o primeiro não-italiano desde a fundação da ordem (na foto).

A espiral de loucura sanguinária do Estado Islâmico

Lembremo-nos dele assim, e não como eles querem
Pensávamos que já tínhamos visto tudo. Decapitações filmadas, crianças a executar “espiões”, homossexuais atirados do topo de prédios. Mas a verdade é que o Estado Islâmico conseguiu superar-se e hoje divulgou um vídeo do piloto jordano, que estava detido pelo grupo, a ser queimado vivo, dentro de uma jaula.

Mal saiu a notícia os simpatizantes do Estado Islâmico começaram a discutir entre eles. Ninguém contestava a justiça da execução, mas sim se o método é permitido pela lei islâmica. Conheça aqui os argumentos de um lado e do outro.

O Parlamento inglês legalizou uma técnica que permite criar bebés em laboratório com o ADN de três pais diferentes. A motivação é boa, permitindo evitar doenças congénitas, mas há riscos e problemas éticos, uma vez que uma das técnicas envolve a destruição de embriões. Uma especialista em bioética ajuda a compreender a questão.

Passamos para notícias melhores. D. Manuel Clemente será acompanhado de um grupo de 300 portugueses que vão viver com ele a elevação ao cardinalato, no dia 14.

Conheça aqui o trabalho da organização Harumbee, que ajuda África a ajudar-se a si mesma.

E veja aqui as declarações de Meriam Ibrahim, a sudanesa que preferiu sacrificar a vida a abjurar a sua fé, acabando por conseguir preservar ambas.

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