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Tuesday, 18 June 2019

No interior da Amazónia não há coelhos, mas pode haver padres casados

O interior é uma coutada de coelhos, lamenta D. Amândio Tomás, no momento de despedida da diocese de Vila Real.




Na Eritreia o Governo mandou encerrar 22 clínicas católicas, num aparente acto de retaliação.

Conhece a Dorothy Day? Conheça a Dorothy Day.


Monday, 4 March 2013

John Tong Hon

Nascido: 31 de Julho de 1939
Ordenado padre a 6 de Janeiro de 1966
e bispo a 9 de Dezembro de 1996
No lote de cardeais da Ásia, o actual arcebispo de Hong Kong é uma figura preponderante.

John Tong Hon é um homem que tem demonstrado considerável coragem ao denunciar abertamente o regime chinês, sobretudo pela forma como restringe a liberdade dos seus cidadãos e, especialmente, os cristãos.

É muito crítico não só do regime como dos padres e bispos que aceitam participar nas associações criadas pelo regime para tentar controlar os católicos e removê-los da esfera de influência do Vaticano.

Apesar disto o cardeal não se tem ficado apenas pelas críticas e várias vezes tem insistido no desejo de ser um ponte entre Roma e a Igreja chinesa, oferecendo-se para contribuir para a formação do clero chinês, entre outras coisas.

Esta sua coragem, a que se associa uma inteligência invulgar e algum carisma pessoal, têm contribuído para elevar o seu perfil no Colégio dos Cardeais. Contudo, a sua eleição poderia ser vista como um pau de dois bicos. Por um lado seria um enorme encorajamento para os católicos chineses que não vacilam na sua fidelidade a Roma e um sinal interessante para todo o mundo que não é tradicionalmente cristão, mas por outro poderia funcionar mais como obstáculo do que como ponte para com o regime chinês, com o qual a Santa Sé está a tentar estabelecer relações.

Para além de todo o seu trabalho eclesiástico, o cardeal é também um desportista e adepto de basquetebol, que pratica sempre que possível.

Tem pelo menos um livro publicado em português: “Desafios e Esperança: Histórias da Igreja Católica na China”, uma edição da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, com apoio da Renascença.

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