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quinta-feira, 2 de março de 2017

Cruzes carregadas a quatro braços

Entrámos novamente na Quaresma. Se não sabe o que é, ouça esta entrevista esclarecedora com o padre Vítor Gonçalves… Se souber, ouça na mesma.

Nesta época é tradicional os bispos divulgarem as causas às quais destinarão a renúncia quaresmal. Este ano o Sudão do Sul e os refugiados estão entre as principais prioridades. O Papa Francisco descreve a Quaresma como um “caminho de esperança” e D. Manuel Clemente fala da importância de “converter o olhar”.

Marie Collins demitiu-se da comissão que aconselha o Papa sobre como responder à crise de abusos sexuais na Igreja. Trata-se da única vítima de abusos que ainda restava na comissão e cita os constantes bloqueios por parte da Cúria Romana como razão para ter saído…

E voltando à Quaresma, temos esta semana um artigo de Randall Smith no The Catholic Thing em português. O autor recorda-nos que temos de pegar na nossa cruz e carregá-la, mas que ninguém nos diz que a temos de carregar sozinhos! Leia e inspire-se para esta caminhada quaresmal!

E este ano a Quaresma volta a coincidir com a campanha dos 40 dias de Oração pela Vida. Como sempre, são precisos voluntários para ir rezar. Só rezar, mais nada (como se fosse pouco). Toda a informação aqui.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Desastres naturais são castigo de Deus?

Houve um desenvolvimento importante este fim-de-semana com a nomeação de uma comissão do Vaticano para combater os abusos sexuais de menores. Metade dos membros da comissão são mulheres, uma das quais uma vítima de abusos.


Os desastres naturais são castigos de Deus? Até alguns bispos pensam que sim, às vezes. Foi o caso de um bispo filipino da diocese mais atingida pela tufão Haiyan. Mas depois concluiu que não, pelo contrário… vale a pena ler.

Foram hoje condenados à morte 529 membros da Irmandade Muçulmana, no Egipto. Um recorde. Pode haver recurso e apenas 123 estão actualmente detidos.

Nesta altura já não é novidade para ninguém que morreu Fernando Castro, fundador da Associação Portuguesa das Famílias Numerosas, mas em todo o caso gostava de partilhar convosco o texto que tive o privilégio de escrever sobre ele na quinta-feira passada.

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