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quinta-feira, 6 de junho de 2019

De Pothoven a Putin

Está muita gente a falar do caso de Noa Pothoven, uma menina de 17 anos que escolheu deixar de comer e de beber até morrer, com a conivência dos pais. É um caso muito triste, analisado aqui pela especialista em bioética Ana Sofia Carvalho.

Outro caso triste é o dos Estados Unidos, de onde surgiram mais dados sobre o bispo Bransfield, que resignou em setembro do ano passado. Para além de abusos e assédio sexual, é acusado de ter feito donativos no valor de 300 mil euros a vários bispos influentes, para promover a sua própria carreira.

Soube-se agora também de casos de abusos na comunidade Taizé.

O Papa Francisco vai receber no dia 4 de julho o Presidente Vladimir Putin. Será um prenúncio de uma tão desejada visita a Moscovo?


Há muito que estou convencido que se aprendêssemos a lidar melhor com a morte, acabaríamos a tratar melhor dos vivos. Randall Smith, no artigo desta semana do The Catholic Thing em português, vai ao cerne da questão e explica porque é essencial que a Igreja volte a conquistar o seu lugar de destaque em relação à morte e cerimónias fúnebres.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

(Muita) Eutanásia

Cartaz pró-eutanásia, Alemanha, anos 30
Hoje foi o dia em que arrancou o debate da Eutanásia no Parlamento. Ainda passará muita água debaixo da ponte…

A Renascença preparou um grande pacote de reportagens sobre o assunto. Destaco o trabalho da minha colega Matilde Torres Pereira sobre a “excepção” que tem o hábito chato de não parar de crescer e aqui uma reportagem com vídeo que procura mostrar ambos os lados do argumento e que revela a grande necessidade de investimento nos cuidados paliativos. Da minha autoria, um resumo da posição da Igreja sobre a Eutanásia. Temos ainda a opinião da directora de informação Graça Franco, de Ana Sofia Carvalho, especialista em ética da Universidade Católica do Porto A Renascença publicou ainda uma nota de abertura sobre este assunto, a deixar bem clara a posição institucional da casa. Para ver tudo o que se publicou sobre o assunto cliquem aqui.

Enquanto uns se preocupam em legislar a morte, outros apostam em melhorar a qualidade de vida dos mais pobres de entre os pobres. Foi o que fez a Cáritas portuguesa, com uma campanha que vai ajudar mais de 250 famílias na Grécia e na Sérvia.

Dos EUA temos duas notícias sobre Donald Trump. Será que a medida temporária que proíbe a entrada de muçulmanos de sete países é mesmo temporária, ou é um modelo para o futuro? E parece que o próximo juiz do Supremo Tribunal será Neil Gorsuch, que é episcopaliano e conservador (sim, parece que ainda existem).


No artigo do The Catholic Thing de hoje temos Anthony Esolen a lamentar o analfabetismo religioso dos seus alunos. Quando lhes perguntou qual dos apóstolos permaneceu junto à Cruz de Jesus, responderam “Pedro?” “Judas?” “Simão?” “Tomás?” “Paulo?”…

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

A espiral de loucura sanguinária do Estado Islâmico

Lembremo-nos dele assim, e não como eles querem
Pensávamos que já tínhamos visto tudo. Decapitações filmadas, crianças a executar “espiões”, homossexuais atirados do topo de prédios. Mas a verdade é que o Estado Islâmico conseguiu superar-se e hoje divulgou um vídeo do piloto jordano, que estava detido pelo grupo, a ser queimado vivo, dentro de uma jaula.

Mal saiu a notícia os simpatizantes do Estado Islâmico começaram a discutir entre eles. Ninguém contestava a justiça da execução, mas sim se o método é permitido pela lei islâmica. Conheça aqui os argumentos de um lado e do outro.

O Parlamento inglês legalizou uma técnica que permite criar bebés em laboratório com o ADN de três pais diferentes. A motivação é boa, permitindo evitar doenças congénitas, mas há riscos e problemas éticos, uma vez que uma das técnicas envolve a destruição de embriões. Uma especialista em bioética ajuda a compreender a questão.

Passamos para notícias melhores. D. Manuel Clemente será acompanhado de um grupo de 300 portugueses que vão viver com ele a elevação ao cardinalato, no dia 14.

Conheça aqui o trabalho da organização Harumbee, que ajuda África a ajudar-se a si mesma.

E veja aqui as declarações de Meriam Ibrahim, a sudanesa que preferiu sacrificar a vida a abjurar a sua fé, acabando por conseguir preservar ambas.

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