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sexta-feira, 8 de junho de 2018

Actualidade Religiosa: Papa pede vigor e Lavrador mostra agrado

O Papa vai receber 500 crianças, amanhã, a maioria dos quais de bairros problemáticos dos arredores de Milão.

Francisco convida ainda os sacerdotes a um “novo vigor” na missão de servir as suas comunidades.

Este fim-de-semana assinala-se o Dia de Portugal. As cerimónias oficiais vão ser nos Açores, o que muito agrada ao bispo de Angra.

Aproveito para partilhar convosco duas notícias minhas que foram publicadas a semana passada na imprensa britânica, sobre a rejeição da lei da eutanásia no Parlamento português. Uma foi no Catholic Herald e outra no The Tablet. Fui ainda citado pela BBC e esta semana deve sair uma análise para o Herald também. Se tiverem amigos anglófonos, partilhem! Claro que se a eutanásia tivesse sido aprovada seria notícia em todo o mundo, como foi rejeitada pouco se fala nisso.


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Cardeal Marx e Dança do Ventre nos Açores

O sínodo dos bispos está na fase final. Hoje houve folga enquanto se prepara o relatório final. Na sala de imprensa esteve o cardeal Marx, que disse que “obviamente” a Igreja tem liberdade para mudar a as regras sobre comunhão para divorciados e recasados.

Esta sexta-feira a Renascença começa a publicar uma série de reportagens sobre o Papa Paulo VI, que é beatificado no domingo. D. Manuel Clemente fala da importância do Papa do concílio e aqui podem ver filmagens da primeira visita de um Papa a Portugal.

Já esta manhã o Vaticano promoveu uma conferência de imprensa em que falou da cura milagrosa de um feto, que permitiu esta beatificação.

A Renascença terá todo o acompanhamento tanto da beatificação como do final do sínodo, por isso vá consultando o site e ouça a emissão especial de domingo, que começa às 9h00

O presidente da Cáritas Portuguesa está estupefacto com o Orçamento do Estado de 2015. Já o bispo do Porto aponta duas críticas, mas faz também um elogio.


Da Nigéria chega a notícia de que há um cessar-fogo com o Boko Haram que envolve a “devolução” das mais de 200 raparigas raptadas há mais de seis meses.

Más notícias para todos os católicos açorianos adeptos de danças orientais! Acabaram-se as danças do ventre nas igrejas daquele arquipélago. Pois, eu também não sei muito bem como reagir a esta notícia…

segunda-feira, 6 de maio de 2013

O'Malley nos Açores, Ameal em Seoul

PSY reconhece superioridade de Thereza Ameal
Este fim-de-semana estive nos Açores para cobrir as festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres e entrevistar o Cardeal Sean O’Malley.


Como sempre pode ler a transcrição integral aqui. A conversa decorreu toda em português.

As festas em si foram marcadas, infelizmente, pela greve da Sata, que deixou milhares de emigrantes apeados. Mas dos que conseguiram voltar à terra Natal para as festas todos concordam que nada se compara ao original.

Entretanto o Papa também falou dos abusos na Igreja, este fim-de-semana, pedindo coragem na defesa das crianças. Dirigiu ainda umas palavras às mães, por ter sido dia da Mãe em muitos países.


Abusos sexuais: Nos EUA pior já passou


Transcrição integral da entrevista feita ao Cardeal O’Malley. Notícias aqui e aqui. A entrevista foi realizada inteiramente em português.

O que significa para si participar nestas celebrações do Santo Cristo dos Milagres?
É uma alegria imensa poder estar aqui, sobretudo durante o ano da fé. Fui bispo de Fall River durante 10 anos e tive muitas vezes a oportunidade de celebrar com os nossos fiéis, onde metade dos católicos são açorianos e mantém muitas das tradições portuguesas, como as festas do Divino Espírito Santo, e as do Santo Cristo, que são muito importantes. Assim, poder ir ao sítio onde têm origem estas devoções é um privilégio e uma alegria muito grande.

No seu trabalho pastoral tem trabalhado muito com portugueses e é conhecida a sua simpatia por esta comunidade e pelo país. O que é que realçaria da prática religiosa dos portugueses?
Em Washington, quando era um padre jovem trabalhava com emigrantes, sobretudo da América Central, mas também alguns retornados portugueses de África, que voltando para Portugal acabaram por ir para os EUA e assim começámos uma paróquia portuguesa em Washington. Depois de 10 anos como bispo das Ilhas Virgens, fui nomeado bispo de Fall River, onde há muitíssimos portugueses, quase todos açorianos, e assim fiquei a conhecer muito bem as suas tradições. Para os emigrantes a religião e a fé são muito importantes para a sua própria identidade. A Igreja é o centro da sua vida religiosa e social.

Há muitas comunidades diferentes na Igreja nos Estados Unidos. Faz sentido falar de um catolicismo americano?
Somos uma Igreja de imigrantes, mas os emigrantes americanos formam um mosaico entre si e os portugueses americanos já não são iguais aos portugueses de Portugal, os irlandeses americanos têm uma experiência diferente. Têm diferentes tradições mas também se integram numa nova realidade.

Ao longo dos últimos anos temos notado uma interessante evolução na Igreja Americana. Olhando para a hierarquia vemos uma Igreja unida, forte, influente, sem medo de participar nos debates públicos… mas a nível dos fiéis a situação parece semelhante a muitos outros países, com os católicos a revelar opiniões divergentes às oficiais em relação a muitos assuntos. Como vê a evolução da situação nos próximos anos?
A Igreja tem muitos desafios nos EUA mas estamos a crescer sobretudo devido aos novos imigrantes que chegam, que são sobretudo católicos. Para nós é um grande desafio ter vocações suficientes para ter padres e religiosas e pessoas para trabalhar com os recém-chegados.

Também há um processo de secularização nos EUA, que para nós é algo novo, porque apesar de ser um país muito desenvolvido, os americanos são crentes e religiosos, mas estamos a começar a experimentar um pouco o que já existe na Europa, muita gente que não pertence a nenhuma Igreja, o que para nós é uma coisa nova, mas é uma realidade sobretudo entre os mais jovens, pelo que temos de dedicar-nos ao que a Igreja chama a nova evangelização, evangelizar os católicos e os cristãos que já não praticam a sua fé, que receberam uma vez a mensagem do Evangelho mas que agora estão afastados. É um desafio muito grande mas importante para o nosso futuro.

Nos últimos anos temos assistido a vários momentos de tensão entre a hierarquia e o Governo. Há quem diga que há um clima quase de perseguição da Igreja. É real esse medo?
Nos Estados Unidos não existe um partido político católico. Os republicanos e democratas têm coisas que estão de acordo com a Igreja e outras que não.

A administração actual tem tido muitos conflitos, sobretudo por causa do aborto e o casamento homossexual. Por outro lado os democratas, no que diz respeito a emigração e justiça social económica, estão mais perto das posições da Igreja. Mas a tensão é real e para nós o Evangelho da Vida é o centro do nosso evangelho de doutrina social católica.

Com este processo de secularização penso que as tensões entre Igreja e Estado vão aumentar, infelizmente, mas é uma realidade e temos de preparar o nosso povo para dar testemunho da fé num ambiente por vezes hostil.

Como sabemos, a crise dos abusos sexuais foi muito forte nos Estados Unidos. O pior já passou?
Acho que sim, porque todos os casos são de há 20, 30 ou 40 anos. Ultimamente os casos são muito, muito raros. Mas têm feito muito dano à credibilidade da hierarquia da Igreja.

Há muitos anos os bispos iniciaram umas normas muito exigentes para proteger as crianças e têm sido muito eficazes, acho que as nossas instituições, igrejas e escolas são os sítios mais seguros para crianças que existem no nosso país, nenhuma outra Igreja, nem o Governo, fazem as coisas que nós fazemos para proteger as nossas crianças.

Enquanto arcebispo tem de lidar com estes assuntos, mas não pode deixar de o afectar, ter de estar tão próximo destes problemas.
Sim, porque levo muitos anos com estes problemas tão sérios e eu tenho reunido muitas vezes com vítimas, as suas famílias, tenho visto de perto o grande dano que tem feito e quando se trata de pessoal da Igreja a traição é maior porque o dano que faz é também espiritual.

Tenho sido bispo em quatro dioceses e em três foi precisamente para tratar destes problemas. São já 20 anos a lidar com isto, e é duro.

Em alguns países da Europa começam agora a surgir casos de abusos na imprensa. Que conselhos daria às igrejas dos países em que o problema começa agora a manifestar-se?
O Papa Bento mandou que todas as conferências episcopais no mundo preparem normas sobre estes casos de abuso sexual. Nas normas também indica que deviam ter muita transparência, muita atenção às vítimas e tolerância zero para casos de pedofilia na Igreja. É muito importante que as conferências episcopais o façam.

Eu sei que em muitos países não há muitos recursos e é difícil, mas acho que os países que têm passado por estes problemas podem aconselhar e ajudar estas conferências episcopais, mas é muito importante.

Acho que o novo Papa Francisco concorda com a importância de continuar a dar atenção necessária ao problema de abusos de crianças que, não é um problema clerical nem da Igreja, é um problema humano e existe muito mais fora da Igreja do que dentro, da Igreja, mas como tenho dito, quando se trata de um sacerdote ou de um religioso, o dano é maior para a vítima.

Cardeal O'Malley prostrado numa cerimónia
penitencial pelos crimes de abusos sexuais
Recentemente foi nomeado para uma comissão que vai aconselhar o Papa sobre a reforma da Cúria. A primeira reunião será só em Outubro… porquê esperar tanto tempo?
Sim, mas temos começado a trabalhar por correio, entre nós, mas a primeira reunião, quando nos reunimos todos, porque somos de todos os continentes, é só em Outubro.

Já tem algumas ideias a apresentar ao Papa?
Estou a pensar, estou também a consultar com várias pessoas.

Fala-se muito de problemas da Cúria, até que ponto é que os problemas residem mesmo aí?
Estou a começar a conhecer a realidade da Cúria, há muitas pessoas muito dedicadas e muito capazes que trabalham ali. Acho que os meios de comunicação falam muito do Vatileaks e dos problemas que tem havido, mas há também trabalho de muito valor que se faz ali.

Queremos encontrar formas de coordenar melhor e com maior comunicação entre os vários dicastérios e a sua relação entre a Cúria e as conferências episcopais no mundo inteiro para que haja mais colaboração e coordenação.

O Banco do Vaticano também tem sido muito criticado. Na sua opinião faz sentido o Vaticano ter um banco?
Essa é uma das coisas que estamos a estudar. O nosso banco não é muito grande, mas vemos como muitos bancos europeus e também americanos têm tido problemas.

O dinheiro que está no banco pertence às ordens religiosas benéficas da Igreja e isso é uma grande responsabilidade, por isso vamos procurar proteger esses recursos da melhor maneira. Sei que o Papa Bento XVI contratou um novo dirigente, um perito nestes assuntos, vamos ver.

Temos reuniões com várias pessoas sobre isto e acho que vamos ter tempo para o estudar, mas eu pessoalmente não creio que a Igreja deva fechar o banco sem estudar muito o caso, porque vimos o que está a acontecer noutras partes e talvez a situação fosse pior.

Este Papa tem sido uma surpresa para muita gente, tem-no sido também para quem o elegeu?
Sim e não, conheço o Papa há muitos anos, de Buenos Aires.

Um bispo que vem da América, sobretudo da América Latina tem uma experiência muito diferente que um bispo da Europa. A sua maneira de proceder é uma reflexão da sua experiência pastoral na América Latina. Também, ele é religioso, mas acho que vai dar muita importância ao Evangelho Social da Igreja, que é muito importante.

Na América Latina houve muita controvérsia sobre a Teologia da Libertação e muitas pessoas entenderam isso como a Igreja a perder a sua opção preferencial pelos pobres.

Acho que este Papa vai por a ênfase no Evangelho Social da Igreja, o que na América Latina é muito importante, porque há muita gente muito pobre, muitos problemas sociais, e também o Papa assumiu o nome Francisco por isso, porque para São Francisco o pobre é um sacramento de Cristo Crucificado. Também Francisco queria fazer-se um irmão universal. Acho que neste Papa vamos ver os temas de Francisco no seu pontificado.

O Papa está num Estado de Graça, faz homilias públicas todos os dias, a imprensa está a trata-lo bem. Não há o perigo que isso passe?
Acho que vão criticar o Santo Padre quando escutarem os seus ensinamentos sobre questões morais, mas acho que todo o mundo está feliz com o seu estilo, e acho que isso vai continuar igual.

Dizem que o número de pessoas que está a chegar a Roma para as audiências é muito grande. Cresceu com Bento XVI, mas com Francisco continua a crescer. Acho que é um bom indício de entusiasmo que o povo tem.

Os meios de comunicação secular têm outra visão do mundo e da vida e sempre vão estar em desacordo com a Igreja, e sobretudo com o Papa que é o nosso mestre principal, mas acho que até os inimigos da Igreja gostam do seu estilo e isso vai continuar igual.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Inverno demográfico e greves gerais

José Avelino Bettencourt
Mr. Protocolo na Santa Sé
Quais são os países que têm índices de fertilidade inferiores a Portugal? Ora bem, temos a Bósnia e… só a Bósnia mesmo.



Os Açores são a região mais católica de Portugal. A Madeira também fica à frente do continente. Seria interessante saber se isso se reflecte a nível de taxas de fertilidade…

E por falar dos Açores, foi lá que nasceu o chefe do protocolo do Vaticano, nomeado hoje.

Por fim, referência ao Tibete. Ontem soube-se do 70º caso de auto-imolação. Os chineses, claro, culpam o Dalai Lama…

quarta-feira, 30 de maio de 2012

sexta-feira, 25 de maio de 2012

"Pentecostes é entrega da nova lei, gravada nos corações"


Transcrição integral da entrevista ao padre Pedro Lourenço, sobre a importância e o significado da festa de Pentecostes para os cristãos. A notícia encontra-se aqui.

Qual é a importância da festa do Pentecostes?
A solenidade de Pentecostes é o encerramento do tempo da Páscoa, é o último dia do Tempo Pascal. Não é só uma festa de fecho mas de completar aquilo que é o sentido da Páscoa. O tempo pascal é o tempo em que celebramos a Ressurreição de Jesus e o seu dom mais importante, o dom do Espírito.

Cinquenta dias depois há esta celebração para recordar aquilo que aconteceu aos apóstolos, descrito no Acto dos Apóstolos, o dom do Espírito sobre os apóstolos reunidos em oração e, por sua vez, a sua missão para toda a Igreja e envio ao mundo.

É a altura em que a Igreja sai do Cenáculo…
É interessante reparar que a tradição cristã, e a tradição litúrgica na vivência cristã, coloca a celebração do dom do Espírito no chamado dia de Pentecostes que já se chamava assim na própria vivência judaica. Era já um dia significativo para o calendário judaico.

Mas no Evangelho de São João o dom do Espírito não acontece assim separado 50 dias da Páscoa. Na tarde da Ressurreição estavam reunidos os apóstolos e Jesus aparece no meio deles e comunica-lhes o Espírito Santo. Sopra sobre eles e diz: “recebei o Espírito Santo, aqueles a quem perdoardes os pecados serão perdoados”.

Portanto o dom do Espírito na perspectiva da teologia de São João é um fruto imediato da Páscoa, na perspectiva dos Actos dos Apóstolos, e isso depois marcou o calendário cristão. Acontece 50 dias depois da Páscoa, a culminar esta obra de Cristo. É a realização da promessa que tinha feito aos discípulos: “Eu vou para o Pai, mas sereis revestidos da força do alto e sereis minhas testemunhas”, neste sentido pode-se dizer que é de facto a manifestação deste dom de Deus que faz com que a Igreja se manifeste ao mundo realizando a sua missão.

A Igreja nasceu na Cruz, mas a manifestação da Igreja e a sua capacidade de testemunhar é fruto do Espírito que se manifesta agora no Pentecostes.

Se os Judeus celebram a entrega da Lei a Moisés neste dia, do ponto de vista cristão pode-se ler o Pentecostes como o dom de interpretar correctamente a Lei?
Essa perspectiva não está excluída, mas mais do que isso, trata-se de entender o espírito como a plenitude da Lei, a nova Lei de Deus, gravada nos corações, pelo dom do Espírito.

Para os judeus esta festa era primeiramente a festa das colheitas, depois ganha esta perspectiva teológica de ser o dom da Lei.

Sem dúvida que os acontecimentos bíblicos servem-se da perspectiva profética que existia na vivência da fé judaica, dando um novo sentido, um sentido cristão, ao que se realizava. O chamado dia de Pentecostes não é um nome cristão, os actos dos Apóstolos dizem que “quando chegou o dia de Pentecostes os apóstolos estavam reunidos”, era já um dia assim chamado no próprio calendário judaico e significava os 50 dias depois da Páscoa judaica, também.

É entendido na perspectiva cristã como o completar-se desta obra pascal pelo dom do Espírito e nesta perspectiva da Lei como a nova Lei dada por Deus a partir de Cristo, que não anula a Lei anterior, que a leva à plenitude, como o próprio Cristo diz.

Que tradições estão associadas a esta festa litúrgica?
Nós agora referimo-nos ao Pentecostes como o quinquagésimo dia, ou seja, cinquenta dias depois da Páscoa, mas nos primeiros séculos os autores referiam-se ao “tempo de Pentecostes”, ou seja ao tempo dos cinquenta dias entre o tempo de Páscoa e o quinquagésimo dia.

Todo este tempo era o “tempo do Pentecostes” e por isso o tempo do Espírito Santo, e na tradição popular portuguesa encontramos as Festas do Espírito Santo, muito vincadas nos Açores. Este culto ao Espírito Santo manifesta-se como experiência de caridade, de vivência da humildade. Isso manifesta-se na caridade fraterna, a matança do boi e da carne que chega para todos, do pão dado a todos, as sopas do Espírito Santo, nos Açores.

Aqui no Continente essas tradições perderam-se bastante, ainda se conserva nalguns locais mas com pouca expressão, por exemplo em Alenquer havia as festas do Espírito Santo; e no Penedo, em Sintra. A festa dos Tabuleiros em Tomar tem, creio, essa origem, com a ideia do pão para todos. Isto ligado à tal tradição judaica de acção de graças pela colheita, aquilo que recebemos como dom de Deus reparte-se para todos pela acção do Espírito, que é amor.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Fátima recebe centenas de milhares... e um húngaro


Cardeal Ravasi, em Fátima
Foi um fim-de-semana louco em Fátima. Bateram-se recordes de presença de fiéis no santuário, os hotéis e parques esgotaram, verdadeiramente impressionante.

Pelo meio esteve lá o Cardeal Ravasi, responsável pelo Conselho Pontifício da Cultura, que pediu aos fiéis que sujem as mãos no auxílio aos seus irmãos.

Ainda em Fátima esteve o vice-primeiro-ministro da Hungria, que falou sobre a polémica Constituição daquele país, que defende a vida desde a concepção e refere a identidade cristã da nação, entre outras coisas. Uma entrevista a não perder. Quem estiver descontextualizado pode ver este artigo, e ainda este, no blog.

Nos Açores também foi fim-de-semana de procissões. Milhares participaram na festa do Senhor Santo Cristo.


Por fim um convite: Amanhã a psicóloga Helena Marujo vai falar sobre como “A Felicidade Também se Educa”, numa conferência promovida pelas Equipas de Nossa Senhora, na Paróquia de Santo António do Estoril, a não perder.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Igreja não se calará, diz Patriarca

D. José Policarpo discursou hoje na abertura do encontro da Conferência Episcopal Portuguesa. Uma parte do discurso é voltada para o interior da Igreja, mas o mais forte foi sobre a sociedade e inclui uma importante mensagem: A Igreja reserva-se ao direito falar sobre a situação do país…

Cerca de dois milhões e meio de muçulmanos são esperados em Meca durante esta época da peregrinação. É a primeira peregrinação desde a “primavera árabe”.

Já agora, se é muçulmano e pensa cumprir esta obrigação, saiba, there’s an App for that!

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